RDOR3 Rede D'Or Sao Luiz SA – Cotação Hoje
Rede D'Or Sao Luiz SA
CNPJ: 06047087000139
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 11 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de RDOR3
O ativo RDOR3 (Rede D'Or Sao Luiz SA) está sendo negociado hoje a R$ 38,27, acumulando uma variação de -0.36% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 32,27 e a máxima de R$ 48,41. A companhia está inserida no setor de Saúde, atuando no segmento de Serviços Médicos Hospitalares. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 17.45x e P/VP de 4.15x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 8.62%.
Histórico de Cotação: RDOR3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 55.725,85 Mi | R$ 50.571,26 Mi | R$ 46.508,56 Mi | R$ 22.987,44 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 12.178,48 Mi | R$ 9.462,55 Mi | R$ 7.571,48 Mi | R$ 5.201,78 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 9.886,20 Mi | R$ 7.440,43 Mi | R$ 5.565,27 Mi | R$ 3.898,84 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 4.843,62 Mi | R$ 3.934,12 Mi | R$ 2.113,70 Mi | R$ 1.262,32 Mi |
Sobre a RDOR3
A Rede D'Or São Luiz S.A., listada na B3 sob o ticker RDOR3, foi fundada em 1977 e atua no setor de saúde privada no Brasil. A companhia opera rede hospitalar e serviços associados, com crescimento sustentado por expansão orgânica e aquisições. O grupo atua em hospitais gerais e especializados, oncologia, diagnóstico e serviços complementares de saúde, além de integração com operadora de planos após movimentos societários recentes. O modelo de negócio combina prestação de serviços médico-hospitalares e gestão de ativos assistenciais em grande escala. No ambiente competitivo, a empresa disputa mercado com outras redes hospitalares e grupos integrados de saúde suplementar, com foco em complexidade assistencial e ocupação de leitos. A dinâmica competitiva envolve qualidade clínica, eficiência operacional, expansão regional e capacidade de investimento. A atuação geográfica abrange diferentes estados brasileiros e o Distrito Federal, com rede própria de hospitais e unidades de apoio. Em escala, a companhia reportou 67.285 empregados e presença relevante em leitos e atendimento hospitalar no segmento privado nacional.
Outras Ações do Setor de Saúde
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Tubarões saem e varejo entra: sinal de alerta para os FIIs? Lareal revela o que os institucionais estão vendo
O clima de euforia na bolsa que chegou aos fundos imobiliários no início do ano durou pouco: mau humor do mercado atingiu os FIIs em cheio na segunda metade de 2026. Nos últimos seis meses, o Ifix, índice de referência da classe, caiu cerca de 3%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nesse cenário, agora são os investidores institucionais locais que dão adeus ao mercado imobiliário. Segundo levantamento da Latin America REITs Association (Lareal), associação com foco na institucionalização dos FIIs do Brasil e da América Latina, os tubarões retiraram aproximadamente R$ 388 milhões só nas primeiras duas semanas de setembro. O movimento interrompe uma tendência de aumento da presença desses investidores nos FIIs. A participação é vista de forma positiva, já que colabora para o amadurecimento do mercado brasileiro de fundos imobiliários. Por outro lado, os investidores do varejo ampliaram a presença no setor. Nas últimas duas semanas, eles adicionaram cerca de R$ 308 milhões no mercado de fundos imobiliários. Afinal, a saída dos tubarões é um sinal de que é hora de sair dos FIIs? Potyguara Camargo, presidente da Lareal, diz que não. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE É hora de você sair dos FIIs também? Ao contrário do que parece, a saída atual dos tubarões é positiva para o mercado dos fundos imobiliários. Leia Também O executivo enxerga que o movimento atual é um sinal de saúde do mercado e de valorização das cotas, já que os investidores institucionais não estão vendendo os papéis a qualquer preço. Acontece que, com a valorização dos FIIs, as cotas podem alcançar os preços definidos pelos grandes investidores em ordens de venda registradas no book de ofertas, que funciona como uma espécie de mural da bolsa. Basicamente, é como se o investidor institucional deixasse um aviso: "se a cota desse fundo imobiliário chegar a um determinado valor, eu vendo os papéis para quem estiver disposto a pagar esse preço". CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Neste caso, quando a cotação atinge o patamar pedido, a transação é executada automaticamente. Camargo ressalta ainda que, apesar da queda vista nos últimos meses, o Ifix já voltou a subir. Desde o fim de agosto, o índice acumula alta de 1,71%. "Não é pressão vendedora, é apetite do investidor", disse o executivo em entrevista ao Seu Dinheiro. Vale lembrar que pressão vendedora ocorre quando os cotistas querem vender o ativo a qualquer custo e, por isso, aceitam preços cada vez menores. Como resultado, a debandada joga a cotação para baixo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "O investidor institucional não está pressionando o preço das cotas para baixo, mas sim realizando lucros e acumulando caixa para montar posição num próximo ciclo [de oportunidade de investimento]", afirmou. Camargo também destaca que grande parte do capital institucional local vem dos Fundos de Fundos (FoFs). Esses veículos costumam vender os ativos valorizados, acumulando os lucros no caixa para a próxima rodada de compras estratégicas. Por outro lado, como a liquidez do mercado secundário dos FIIs ainda é menor do que o de ações, os investidores institucionais tendem a concentrar os aportes de maior volume em emissões primárias ou em períodos de forte estresse, quando as cotas apresentam descontos mais elevados. O executivo avalia que esses ciclos de rotação dos grandes gestores e investidores estrangeiros demonstram o amadurecimento e a consolidação dos fundos imobiliários. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Isso mostra como é uma classe de ativos que está cada vez mais robusta. O mercado está ficando mais eficiente, acompanhando os movimentos dos 'peixes grandes', o que acontece em mercados de sucesso", disse. 'Peixes pequenos' devem seguir os tubarões? A presença dos institucionais é avaliada de forma positiva porque ajuda a reduzir as distorções bruscas na cotação dos fundos imobiliários. Como o mercado de FIIs é ainda muito composto pelos investidores do varejo, as ordens de venda nem sempre são fundamentadas em análises técnicas. "O varejo não atua de maneira organizada. Muitas vezes ele está reagindo a algum impulso que aconteceu há um mês ou comprando sob efeito manada", disse. É o oposto do que ocorre com o segmento de ações, no qual os tubarões são os formadores de preço. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Quanto maior a presença institucional, mais profundo fica o book de ofertas e mais eficiente é a precificação", afirmou. Mas isso não quer dizer que os 'peixes pequenos' devem seguir os tubarões do mercado de FIIs. Camargo alerta que os investidores do varejo não devem copiar cegamente as movimentações dos institucionais porque as estratégias costumam ser muito diferentes. Enquanto os gestores são pagos para ser oportunísticos, podendo comprar um ativo hoje para vender quatro dias depois, o cotista comum costuma investir em fundos imobiliários para conseguir uma renda mensal recorrente por meio do pagamento dos dividendos. O executivo avalia que, para a pessoa física, a estratégia de reinvestimento dos proventos é, em geral, mais eficiente do que tentar prever os movimentos de curto prazo das gestoras. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ele recomenda ainda que esses cotistas mantenham o foco na qualidade dos ativos da carteira ou busquem o auxílio de profissionais e relatórios de confiança. Ainda assim, a participação dos tubarões é positiva para os cotistas, uma vez que ajuda as gestoras nas tomadas de decisões. Enquanto os FIIs com um grande volume de investidores do varejo costumam sofrer para conseguir o quórum necessário nas assembleias, os ativos com presença institucional tendem a ter esse gargalo operacional resolvido. O gringo voltou para os FIIs Os últimos relatórios da Lareal também reforçam essa perspectiva positiva para o mercado com o retorno de um investidor requisitado: o gringo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo os documentos, o fluxo líquido dos investidores não residentes foi positivo, com entrada de R$ 23,8 milhões na segunda semana deste mês. Já no início de setembro, o montante adicionado foi de R$ 55,6 milhões. Segundo o executivo, o retorno do capital estrangeiro no mercado de FIIs está relacionado ao período de rebalanceamentos periódicos dos índices internacionais, que ocorrem todo trimestre. Vale lembrar que o gringo não chega ao mercado imobiliário brasileiro por compra direta das cotas na B3. A porta de entrada é , principalmente, o Exchange Traded Fund (ETF), fundos que replicam índices do mercado. Camargo ressalta que o aumento do apetite do investidor estrangeiro também sinaliza o amadurecimento e a consolidação dos fundos imobiliários. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Neste caso, para os cotistas comuns, vale a mesma lógica aplicada aos movimentos dos institucionais locais: a volta do capital estrangeiro não deve ser interpretada como um gatilho para comprar ou vender FIIs no curto prazo. Isso porque os grandes fundos internacionais ajustam a posição da carteira de acordo com percentuais de participação dos ativos brasileiros em carteiras globais. Ou seja, as entradas e saídas podem representar decisões de alocações internacionais, e não necessariamente uma mudança na percepção sobre os fundos imobiliários locais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
B3 leva debate sobre construção de patrimônio e inteligência financeira feminina ao Women Invest Summit 2026
A B3 anunciou sua participação oficial na quinta edição do Women Invest Summit, marcado para ocorrer no dia 24 de setembro de 2026, no Jockey Club de São Paulo. O fórum é reconhecido como um dos principais eventos do país voltados à educação financeira, gestão patrimonial e ampliação da presença feminina no mercado de capitais. A iniciativa reúne especialistas do setor financeiro, alocadores, gestores e investidores para debater estratégias de acumulação de riqueza, planejamento de longo prazo, comportamento do investidor e o surgimento de novas alternativas de investimento para pessoas físicas. A presença da bolsa brasileira na programação do evento contempla a realização de painéis na plenária principal e workshops temáticos focados no comportamento do investidor. Entre os destaques corporativos trazidos pela B3 estão o debate sobre a expansão dos Exchange Traded Funds (ETFs) na diversificação de carteiras e uma discussão aprofundada sobre psicodinâmica do dinheiro e “infidelidade financeira”, conduzida por executivas de educação e produtos de renda variável da instituição. Painel / Atividade Horário e Local Integrantes da Mesa Pauta Principal do Debate ETFs na Diversificação de Carteira 24/09 às 10h15 (Plenária) Thalita Forne (B3), Alessandra Gontijo (Investo) e José Eduardo Giraldez (Women Invest) Acesso a índices, fundos quantitativos e eficiência operacional dos ETFs para o investidor pessoa física. Infidelidade Financeira e Psicologia do Dinheiro 24/09 às 10h30 (Workshop 1) Marina Naime (B3) e Paula Sauer (Economista e Planejadora Financeira) Impactos dos hábitos e decisões financeiras nos relacionamentos, planejamento patrimonial e bem-estar. Evolução do perfil do investidor individual e os gargalos do mercado financeiro A participação das pessoas físicas na bolsa do Brasil registrou transformações estruturais nos últimos anos, impulsionada pela digitalização das corretoras, redução das taxas de corretagem e ampliação dos programas de educação financeira. No entanto, a disparidade de gênero na alocação de ativos em renda variável e produtos mais complexos permanece como um gargalo histórico do setor. Embora o volume de mulheres investidoras venha crescendo no mercado à vista de ações e na renda fixa corporativa, levantamentos da própria B3 indicam que o tíquete médio inicial e a diversificação internacional das carteiras femininas ainda apresentam margem para expansão em relação ao público masculino. Outro ponto crítico enfrentado pelo ecossistema de investimentos diz respeito ao planejamento familiar e à falta de transparência na gestão patrimonial compartilhada. A ocorrência da chamada “infidelidade financeira” — caracterizada pela ocultação de dívidas, compras não declaradas ou contas bancárias secretas entre parceiros — atua como um elemento desestabilizador de reservas financeiras de longo prazo. O enfrentamento dessa pauta sob a ótica da psicologia econômica ganha tração nas instituições financeiras como ferramenta para evitar a degradação do patrimônio familiar e assegurar a independência de decisão dos indivíduos. Expansão da Base de Pessoas Físicas: Crescimento contínuo do número de contas ativas na bolsa, demandando maior retenção e diversificação. Gargalo da Diversificação Internacional: Necessidade de ampliar o acesso a ativos globais sem a complexidade da remessa cambial direta. Gestão Comportamental do Capital: Incorporação de conceitos de psicologia financeira para mitigar riscos de decisões impulsivas e atritos familiares. Democratização do Acesso: Uso de veículos com baixo custo de administração para simplificar a entrada de novos perfil de alocadores. Indicador de Mercado / Produto Mecanismo de Funcionamento B2B/B2C Benefício Estratégico para a Carteira Exchange Traded Funds (ETFs) Fundos de índice negociados em tela em tempo real Diversificação instantânea, baixo custo de taxa de administração e liquidez diária. Planejamento Patrimonial Estruturação de portfólios familiares transparentes Mitigação de riscos sucessórios e proteção contra contingências de dívida. Ações de Educação Financeira Workshops e programas de capacitação corporativa Formação de investidores conscientes e com visão de longo prazo (buy and hold). Eficiência operacional dos ETFs e inteligência comportamental na gestão patrimonial A estratégia técnica defendida pelas executivas da B3 no Women Invest Summit foca nos ETFs como instrumentos primários para a construção de riqueza de forma eficiente. O formato de fundo de índice negociado na bolsa permite que o investidor individual adquira uma cesta diversificada de ativos nacionais ou internacionais por meio de uma única ordem de compra na plataforma de sua corretora. A superintendente de Equities da B3, Thalita Forne, acompanhada por executivos da gestora Investo e da plataforma Women Invest, apresentará análises sobre a evolução das taxas de administração desse segmento, a liquidez das cotas no mercado secundário e a inclusão de ETFs temáticos no portfólio de investidores individuais. Paralelamente, o workshop dedicado à psicologia do dinheiro aborda como vieses comportamentais afetam a tomada de decisão financeira e a perpetuidade do patrimônio. A gerente de Educação da B3, Marina Naime, e a economista Paula Sauer desdobram os impactos operacionais do comportamento econômico no orçamento familiar. A análise técnica enfatiza que a independência financeira passa pela compreensão dos motivadores psicológicos do consumo, pelo estabelecimento de regras claras de governança patrimonial privada e pelo uso de ferramentas de planejamento que protejam a autonomia individual do investidor. Redução de Custos em Portfólios: Uso de ETFs para eliminar a necessidade de compra individual de dezenas de papéis, reduzindo taxas operacionais. Governança Orçamentária Familiar: Criação de protocolos de alocação que garantam reservas de emergência individuais e patrimônio conjunto. Análise de Vieses de Aversão à Perda: Ações educativas para evitar a venda precipitada de ativos de renda variável durante momentos de volatilidade. Interoperabilidade da Educação Financeira: Integração de conteúdos de gestão comportamental com as plataformas digitais das distribuidoras de valores. Estruturação de novos produtos, conectividade e projeções para o mercado de capitais A atuação da infraestrutura de mercado da B3 para impulsionar o canal de pessoas físicas prevê o contínuo lançamento de novos contratos, BDRs (Brazilian Depositary Receipts) e fundos de índice voltados a nichos específicos de mercado, incluindo criptoativos, renda fixa indexada e renda variável internacional. O investimento da bolsa na modernização de seus sistemas de compensação, liquidação e plataforma de dados permite que bancos e corretoras desenvolvam interfaces mais intuitivas, facilitando o enquadramento do perfil de risco (suitability) e a personalização das recomendações de alocação. O Women Invest Summit também funciona como centro de prospecção de parcerias B2B entre gestoras de recursos, escritórios de assessoria de investimentos e provedores de educação financeira. A expectativa dos executivos do setor é que a expansão da literacia financeira e o fortalecimento de redes profissionais acelerem a transição de recursos da poupança e de produtos bancários tradicionais de baixa rentabilidade para fundos de índice e carteiras administradas de maior eficiência operacional. Expansão da Grade de BDRs e ETFs: Lançamento de novos veículos para permitir a exposição a mercados emergentes e tecnologia sem custos de remessa exterior. Melhoria da Infraestrutura de Dados: Oferta de feeds de dados analíticos para que plataformas de investimentos melhorem a experiência do usuário. Parcerias Estratégicas B2B: Articulação entre a B3 e fintechs educacionais para ampliação do alcance de cursos de planejamento financeiro. Métricas de Acompanhamento: Monitoramento contínuo da retenção do investidor pessoa física na bolsa após o primeiro ano de entrada no mercado. Evento e Infraestrutura Local e Horário Público-Alvo / Formato Women Invest Summit 2026 Jockey Club São Paulo (Av. Lineu de Paula Machado, 1263) Investidores, gestores de patrimônio e profissionais do setor. Grade de Programação 24 de setembro de 2026, das 8h30 às 18h30 Plenárias, workshops práticos, feira de negócios e networking B2B. Atuação Institucional B3 Participação técnica em dor de mercado e produto Apresentações na plenária e liderança de workshops educativos. Análise Brasil Inovador A presença ostensiva da B3 em fóruns especializados como o Women Invest Summit reflete a necessidade estratégica de consolidação e qualificação da base de investidores individuais no mercado de capitais brasileiro. Em um ambiente marcado pelo aumento da concorrência de ativos internacionais e pela complexidade crescente dos produtos financeiros, a bolsa de valores assume um papel que extrapola a simples liquidação e custódia de ativos, atuando como agente indutor de formação de mercado e de governança comportamental. A maturidade do ecossistema financeiro nacional depende diretamente da transição de investidores esporádicos para alocadores conscientes e recorrentes. A ênfase em produtos de eficiência operacional, como os ETFs, somada ao enfrentamento de temas comportamentais e sociais do orçamento familiar, endereça as barreiras estruturais do crescimento patrimonial no país. Ao promover a democratização do acesso a fundos de índice com custos reduzidos e capacitar o público feminino para a gestão autônoma do capital, o mercado financeiro acelera a conversão de poupadores em investidores de longo prazo. Essa dinâmica fortalece a liquidez do mercado secundário, reduz a volatilidade decorrente da falta de informação técnica e eleva a competitividade do ecossistema de investimentos do Brasil frente aos padrões internacionais.
Mercados nesta quarta, minério, petróleo, Auren, Romi, B3, JCP da Localiza e outros destaques corporativos
Mercados nesta quarta, minério, petróleo, Auren, Romi, B3, JCP da Localiza e outros destaques corporativos Publicado às 7h46 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h45) Alemanha (DAX): -0,57% Londres (FTSE 100): +0,03% Japão (Nikkei 225): feriado China (Xangai Comp.): -0,39% (pregão encerrado) Hong Kong (Hang Seng): -1,01% (pregão encerrado) Petróleo Brent: -0,20% (US$ 99,07). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: -0,78% (US$ 85.857) Ouro (contrato para dezembro/26 – onça-troy): -0,38% (US$ 4.366) Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,07% a 712 iuanes (US$ 106,27). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 7h45 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,05% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,06%. Nasdaq futuro caía 0,02%. Notícias corporativas A Auren Energia (AURE3) informou que a Cesp (Companhia Energética de São Paulo) protocolou na terça-feira, 22, na Comissão de Valores Mobiliários, pedido de conversão de seu registro de emissor de valores mobiliários da Categoria “B” para a Categoria “A”. A categoria “A” permite negociação de quaisquer valores mobiliários, incluindo ações. A conversão está inserida no contexto da Fase 2 da reorganização societária do grupo Auren Energia, explicou a companhia em um fato relevante. A Fase 2 inclui a incorporação da Auren Operações pela Cesp e a consequente extinção da Auren Operações. Essa Fase inclui ainda o aumento do capital social da Cesp. Em um fato relevante divulgado em 24 de junho de 2026, a Auren Energia destacou que a Fase 2 da Reorganização Societária, juntamente com a Fase 1, implementada no dia 31 de maio de 2026, visam a concentração dos ativos hidrelétricos em um único veículo de investimento da Auren Energia; a racionalização e simplificação da estrutura societária do grupo empresarial da Auren Energia, com a redução do número de companhias abertas; e a maior eficiência na gestão de caixa e endividamento. O conselho de administração da Localiza (RENT3) aprovou o pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 614.914.358,34. O valor bruto por ação é equivalente a R$ 0,556580414. Terão direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 25 de setembro de 2026. A partir de 28 de setembro as ações serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre capital próprio. O pagamento ocorrerá no dia 18/11/2026. A JBS (JBSS32) anunciou o desfecho integralmente favorável à companhia em quatro procedimentos arbitrais na Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM) da B3, a bolsa brasileira. Segundo a JBS, os procedimentos foram movidos por fundos de investimento estrangeiros que alegavam falhas informacionais e pleiteavam reparação por supostos prejuízos decorrentes da desvalorização das ações. A arbitragem é confidencial, nos termos da lei, do regulamento da CAM e da convenção de arbitragem. A companhia figurou como requerida nos procedimentos arbitrais, juntamente com a J&F S.A., Joesley Mendonça Batista e Wesley Mendonça Batista. O último dos procedimentos foi instaurado em 25 de setembro de 2023 e consolidado com os demais, todos perante a Câmara de Arbitragem do Mercado. A sentença arbitral final, da qual a JBS tomou ciência em 16 de setembro de 2026, foi proferida em 4 de setembro de 2026. “Eventuais desdobramentos relevantes serão tempestivamente comunicados ao mercado”, ressaltou a companhia. A Oncoclínicas (ONCO3) anunciou que sua controlada integral, Idengene Medicina Diagnóstica, concluiu a venda da totalidade de sua participação na empresa espanhola Medica Scientia Innovation Research (Medsir) para a MAJ 3 Capital SL, que passou a deter 100% do capital social da empresa. A transação foi efetivada por € 1,00 e também abrangeu o encerramento da arbitragem que havia sido requerida pela MAJ 3. Além disso, implica na cessação das obrigações da Idengene e Oncoclínicas de realizarem pagamentos futuros que poderiam atingir o montante de € 52 milhões. O acordo ainda prevê o recebimento de repagamento parcial de um empréstimo conversível no montante de € 350 mil que serão destinados à compra de medicamentos. A transação foi realizada no contexto da decisão da Oncoclínicas de desinvestir de ativos non-core. A Romi (ROMI3) informou por meio de um fato relevante que tomou conhecimento do trânsito em julgado de decisão favorável proferida em Mandado de Segurança ajuizado pela companhia contra a Receita Federal, que reconheceu o direito da Romi ao não recolhimento de contribuições previdenciárias incidentes sobre determinadas verbas integrantes da folha de pagamento. Segundo a Romi, o valor estimado dos créditos decorrentes da decisão, atualizado nos termos do título judicial, é de aproximadamente R$ 47 milhões, antes dos tributos incidentes, com impacto estimado de R$ 37 milhões no resultado líquido da companhia. Os créditos serão submetidos à habilitação perante a Receita Federal do Brasil para posterior compensação, observados os procedimentos administrativos aplicáveis. De acordo com estimativas iniciais da companhia, a referida compensação deverá ocorrer gradualmente ao longo de cerca de 18 meses após a sua habilitação. A Vale (VALE3) realizará o pagamento de remuneração das debêntures participativas em 30 de setembro de 2026, no valor bruto de R$ 1,712064114 por debênture, totalizando R$ 512.161.695,811 aos detentores com posição em custódia na B3 e/ou no Banco Bradesco, no fechamento do dia 29 de setembro de 2026. A liquidação financeira ocorrerá em 1º de outubro de 2026, por meio da B3 ou do Bradesco, conforme agente custodiante do título. Há incidência de imposto de renda na fonte na modalidade de rendimento referente a investimentos financeiros de renda fixa, sobre o montante a ser pago aos debenturistas, aplicando-se a alíquota relativa à situação individual do beneficiário, com exceção daquele que comprovar, de modo inequívoco, o seu direito à dispensa de retenção na forma da lei. A B3 (B3SA3) ajustou o valor por ação dos juros sobre o capital aprovados pelo conselho de administração no último dia 17 de setembro. O valor líquido dos JCP referentes ao terceiro trimestre de 2026 (3T26) passou de R$ 0,06262085632 para R$ 0,06265603608. O valor líquido dos JCP extraordinários passou de R$ 0,12424773079 para R$ 0,12431753191. O valor líquido já deduz o Imposto de Renda na Fonte de 17,5% sobre o valor dos juros sobre capital próprio, exceto para os acionistas que tiverem tributação diferenciada ou que estejam dispensados da referida tributação. A data de corte (data com) para ter direito foi na terça, 22. As ações da B3 passam a ser negociadas na condição “ex” proventos a partir desta quarta-feira, 23 de setembro. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado em 7 de outubro de 2026. A Petrobras (PETR3, PETR4), em continuidade ao comunicado ao mercado de 27 de agosto de 2026, informou que sua subsidiária integral, Petrobras Global Finance (PGF), enviou, notificações com o anúncio do preço do resgate antecipado aos investidores dos títulos 5,999% Global Notes com vencimento em 2028. O valor total do resgate equivale a aproximadamente US$ 1 bilhão, excluindo juros capitalizados e não pagos. A liquidação financeira do resgate ocorrerá em 25 de setembro de 2026. Companhias com ‘data de corte’ para JCP nesta quarta, 23: A data de corte (data com) para ter direito aos JCP da Porto, anunciados em 18 de setembro, é nesta quarta, 23. A partir de quinta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido é de R$ 0,42 por ação. O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2027, em data a ser definida pela administração e aprovada na Assembleia Geral Ordinária da companhia de 2027. A data de corte para ter direito aos JCP da Totvs, anunciados em 18 de setembro, é nesta quarta, 23. A partir de quinta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor total é de R$ 85 milhões. Essa quantia corresponde a R$ 0,15 (quinze centavos). O pagamento será em 8 de outubro de 2026. A data de corte para ter direito aos JCP da Coelba e da Elektro Redes, anunciados em 18 de setembro, é nesta quarta, 23. A partir de quinta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor dos JCP da Coelba é de R$ 0,49 por ação ordinária, R$ 0,49 por ação preferencial classe A, R$ 0,54 por ação preferencial classe B. O valor dos JCP da Elektro é de R$ 0,12 por ação ordinária e a R$ 0,13 por ação preferencial. O pagamento dos proventos de ambas as empresas será realizado até 31 de dezembro de 2026 sem atualização monetária.
Perguntas Frequentes sobre RDOR3
Qual é a cotação de RDOR3 hoje na B3?
Quanto a RDOR3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de RDOR3?
O que significa o P/L e o P/VP de RDOR3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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