IVVB11 iShares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Indice - Investimento no Exterior – Cotação Hoje
iShares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Indice - Investimento no Exterior
Resumo Fundamentalista de IVVB11
O ativo IVVB11 (iShares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Indice - Investimento no Exterior) está sendo negociado hoje a R$ 448,46, acumulando uma variação de +0.33% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 372,40 e a máxima de R$ 461,49. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark S&P 500, inserido na classe de Internacional (EUA) sob gestão de BlackRock Brasil (iShares) com taxa de administração de 0,23% a.a..
Histórico de Cotação: IVVB11
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ETFs de cripto lideram altas na B3, Solana foi o grande destaque
ETFs de Solana lideraram os ganhos na B3 em agosto, com valorização de até 46,27%. Apesar da recuperação mensal, ETFs de criptoativos ainda acumulam perdas em 2026. Renda fixa e Ibovespa concentraram os aportes; BOVV11 captou R$ 925 milhões em agosto. Os ETFs de criptoativos lideraram os ganhos entre os fundos negociados na B3 em agosto, enquanto produtos de renda fixa e vinculados ao Ibovespa concentraram a entrada de recursos no mês e no acumulado de 2026. Os dados são de levantamento exclusivo da DEX, ecossistema brasileiro de ETFs. Entre os destaques do período estão os ETFs de Solana, que ocuparam as duas primeiras posições do ranking mensal, com avanços de 46,27% para o SOLH11, da Hashdex, e de 45,74% para o QSOL11, da QR Asset. Na sequência aparecem o META11, de metaverso, com valorização de 42%, e produtos ligados ao Ethereum, que subiram entre 34,67% e 36,91%. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE Bitcoin, Ethereum e Solana também registraram recuperação no mês. O HASH11, de criptoativos diversificados, avançou 28,54%, enquanto o BITH11, de Bitcoin, teve ganho de 27,40%, e o ETHE11, de Ethereum, subiu 36,10%. Apesar do movimento, esses ativos ainda acumulam perdas em 2026. O movimento alcançou outras classes de ativos. O ouro avançou 12,27% em agosto, enquanto a prata ganhou 16,91%. Entre os fundos internacionais, o IVVB11, que acompanha o S&P 500 com exposição cambial, teve alta de 4,89%, e o WRLD11, de ações globais, subiu 5,25%. Na renda fixa, o LFTS11 avançou 1,10%, o B5P211, 1,36%, e o IB5M11, 1,76%. “Os dados de agosto mostram que desempenho e fluxo de recursos seguiram direções diferentes. A recuperação dos criptoativos chamou atenção pelos retornos registrados no mês, mas não se traduziu na mesma intensidade em novos aportes. O investidor de ETFs continuou direcionando recursos para produtos de renda fixa e ligados ao Ibovespa, o que mostra que a busca por exposição a ativos de maior risco ainda convive com uma alocação mais concentrada em estratégias de menor volatilidade”, explica Anderson Moreira, Head de conteúdo da DEX e Especialista de Investimentos. Captação segue concentrada em renda fixa e Ibovespa Apesar da recuperação registrada em agosto, os produtos de criptoativos seguem entre os principais destaques negativos do ano. O XRPH11, de XRP, registra queda de 30,95%, seguido pelo WEB311, com exposição a contratos inteligentes e finanças descentralizadas, que recua 29,86%, e pelo CRPT11, de criptoativos diversificados, com baixa de 27,40%. Na outra ponta, o CHIP11, de semicondutores dos Estados Unidos, lidera a valorização em 2026, com avanço de 44,50%, seguido pelo HTEK11, de saúde nos EUA, com 21,98%, e pelo BBOI11, de boi gordo, com 21,10%. O QQQQ11, da Buena Vista Capital, aparece entre os dez maiores retornos do ano, com alta de 19,81%. O ranking de fluxo líquido apresenta um cenário diferente do observado nos retornos. Em agosto, o BOVV11, do Itaú, ficou na primeira posição, com R$ 925 milhões em entradas, seguido pelo CDIB11, também do Itaú, com R$ 612 milhões, e pelo PACB11, do BTG Pactual, com R$ 487 milhões. No ano, o LFTB11, da Investo, lidera a movimentação, com R$ 2,98 bilhões. Na sequência, aparecem o BOVV11, com R$ 2,78 bilhões, o PACC11, do BTG Pactual, com R$ 2,48 bilhões, e o CDIB11, com R$ 2,19 bilhões. O TD3511, do Itaú, e o GOLX11, da XP Asset, completam as cinco maiores captações, com R$ 1,52 bilhão e R$ 1,24 bilhão, respectivamente.
Queda gradual da Selic não muda composição estrutural de carteiras, avalia gestora da Faria Lima
A perspectiva de uma queda gradual da Selic não significa, por si só, que investidores devam promover uma mudança estrutural na composição de suas carteiras. Essa é a avaliação da Oryx Capital, que vem mantendo uma estratégia baseada na combinação de liquidez, renda fixa, crédito privado selecionado, ativos de infraestrutura e exposição internacional, mesmo diante da expectativa de flexibilização da política monetária. Para a gestora, enquanto os juros permanecerem em patamares elevados, os investimentos pós-fixados continuam oferecendo uma relação atrativa entre retorno, liquidez e risco. O relatório de inteligência de mercado da companhia aponta que a estratégia deve ser analisada pelo papel de cada ativo dentro do portfólio, e não pela tentativa de antecipar movimentos de curto prazo. “A perspectiva de cortes de juros não significa que a renda fixa brasileira deixou de ser interessante. Nossa estratégia é aproveitar a remuneração dos juros, selecionar bem os riscos de crédito e manter a diversificação. A exposição internacional faz parte dessa construção, não de uma substituição automática do CDI por ações americanas”, afirma Luiz Arthur Hotz Fioreze, diretor de Portfólio da Oryx Capital. A lógica ajuda a explicar a manutenção de posições relevantes em fundos como Solis Capital Antares Light, Porto Seguro Referenciado DI Crédito Privado e Compass Yield 30, que ocupam funções diferentes dentro da estratégia. O Solis, por exemplo, representa uma parcela importante da carteira e busca adicionar retorno por meio de uma carteira diversificada de direitos creditórios. O Porto Seguro funciona como uma posição de quase-caixa, combinando liquidez com exposição selecionada a crédito privado, enquanto o Compass busca capturar oportunidades adicionais no mercado de crédito. A avaliação da Oryx é que o crédito privado continua relevante em um ambiente de juros elevados, mas exige maior seletividade em relação a emissores, estruturas, garantias, concentração e liquidez. A mesma lógica vale para a parcela mais defensiva das carteiras. O BTG Pactual Tesouro Selic permanece como instrumento de liquidez e preservação de capital, enquanto o Absolute Hidra, voltado a ativos de infraestrutura, acrescenta uma alternativa de retorno líquido potencialmente superior para investidores elegíveis ao benefício tributário. Na avaliação da gestora, a eventual redução dos juros não elimina imediatamente a função desses produtos. Mesmo com a expectativa de flexibilização monetária, os produtos pós-fixados continuam adequados para geração de carrego, preservação de capital, redução da volatilidade e manutenção de recursos disponíveis para futuras oportunidades. Isso não significa, porém, que a Oryx descarte mudanças nas carteiras. A estratégia indicada é de ajustes graduais, e não de uma migração brusca entre classes de ativos. Ativos atrelados à inflação, especialmente os de prazo mais longo, podem ganhar espaço à medida que surjam oportunidades na curva de juros, mas a recomendação é que eventuais entradas sejam escalonadas, justamente por causa da maior sensibilidade desses papéis às oscilações das taxas e dos prêmios de mercado. Títulos IPCA+ longos, nesse contexto, não devem ser tratados como substitutos de caixa ou investimentos de baixa volatilidade. Outro componente que a gestora mantém de forma estrutural é a exposição internacional. O IVVB11 representa uma parcela menor da carteira, mas cumpre uma função que vai além da busca por rentabilidade: diversificar geograficamente o patrimônio e reduzir a dependência exclusiva do cenário brasileiro. Para a Oryx, uma eventual valorização ou desvalorização mensal do dólar não deveria determinar, isoladamente, a decisão de manter ou retirar essa posição. A exposição internacional é vista como parte da construção patrimonial de longo prazo, e não como uma aposta tática na direção do câmbio ou da bolsa americana. Outro ponto observado pela Oryx é que a mudança no ambiente de juros não deve ser analisada de forma isolada. A velocidade e a intensidade do ciclo de redução da Selic, assim como o comportamento da inflação e das condições de crédito, serão determinantes para definir onde surgirão as melhores oportunidades de realocação. Nesse cenário, a manutenção de uma parcela relevante em ativos pós-fixados também permite que a carteira preserve flexibilidade para aproveitar novas oportunidades à medida que elas apareçam, sem a necessidade de antecipar movimentos do mercado. A perspectiva, portanto, é de uma transição gradual na composição dos portfólios. Em vez de uma mudança generalizada provocada pela expectativa de juros menores, a estratégia tende a privilegiar ajustes pontuais, considerando a relação entre risco e retorno de cada investimento. Para a Oryx, essa abordagem permite proteger a carteira em um cenário ainda marcado por incertezas e, ao mesmo tempo, preparar os portfólios para capturar oportunidades que possam surgir com a evolução do ciclo econômico e monetário.
ETFs Americanos: preços, dividendos e indicadores
ETFs Americanos ETFs Americanos são fundos de índice negociados na B3 ou em bolsas estrangeiras que replicam o desempenho do mercado estrangeiro. Esses ativos permitem ao investidor diversificar a carteira com exposição global, acessar setores estratégicos e se proteger da variação cambial, tudo isso pelo home broker da sua corretora. A área de ETFs Americanos permite comparar os fundos mais negociados do mundo, como o VOO, SPY, IVV, QQQ, VTI e outros, com dados padronizados de cotação (em dólar e reais), capitalização de mercado, volume negociado e variação de 30 dias a 12 meses. Isso facilita a análise de liquidez, desempenho recente e posicionamento estratégico dos fundos, com foco em uma carteira global bem construída. Todos os citados acima seguem importantes índices internacionais como S&P 500, Nasdaq, entre outros, permitindo que investidores brasileiros acompanhem o desempenho das maiores economias globais sem necessidade de passaporte e visto. 😉 Como funcionam os ETFs Americanos ETFs Americanos seguem o mesmo princípio de um ETF Nacional: replica o desempenho de um índice. A diferença está no foco geográfico e no tipo de exposição que oferece. É possível investir em ETFs que acompanham: Índices amplos como o S&P 500 (ex: VOO, SPY, IVV). Setores específicos, como tecnologia, saúde, energia, consumo. Temas globais, como inovação, sustentabilidade ou inteligência artificial. Regiões geográficas, como Europa, Ásia, emergentes ou desenvolvidos. Esses fundos são negociados como ações em bolsas como a NYSE e a NASDAQ, mas também podem ser acessados na B3 por meio de BDRs de ETFs (como IVVB11, que replica o S&P 500). Os ETFs Americanos permitem ao investidor ganhar com a valorização do índice e, em alguns casos, também com dividendos, dependendo da política de distribuição do fundo e da gestora. Características dos ETFs Americanos
Perguntas Frequentes sobre IVVB11
Qual é a cotação de IVVB11 hoje na B3?
Quanto a IVVB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de IVVB11?
O que significa o P/L e o P/VP de IVVB11?
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