EN

ENEV3 Eneva S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Energia Elétrica

Eneva S.A.

CNPJ: 04423567000121

Preço Atual
R$ 27,44
-1.22%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 6 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 6/12 (50.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 30.86 Bi) maior que Lucro (R$ 0.97 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 4.78% (Abaixo de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 25.86% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +41.53% | CAGR Lucro 5A: +10.94%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 2.65x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Energia Elétrica

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 2001 (25 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 54.93x (Acima de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 4.95x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 22.68x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 118,25
DPA Médio (5 anos) R$ 7,10
Margem de Segurança +330.94%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Ágio (Acima do Valor Intrínseco)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 10,85
LPA R$ 0,50
VPA R$ 10,47
Margem / Potencial -60.46%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo ENEV3 (Eneva S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 27,44, acumulando uma variação de -1.22% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 16,03 e a máxima de R$ 28,15. A companhia está inserida no setor de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 54.93x e P/VP de 2.65x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 646.43%.

Abertura
R$ 27,92
Fec. Ant: R$ 27,44
Variação Dia
Min: R$ 27,40
Max: R$ 27,92
52 Semanas
Mín: R$ 16,03
Máx: R$ 28,15
Volume
474.000
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: ENEV3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

54.93
2.65
R$ 0,50
R$ 10,47
22.68
14.37
P/Receita (PSR)
2.79
P/FCO
8.81
P/FCL
-120.25
EV/Receita Líq.
4.40
EV/FCO
13.91
EV/FCL
-189.80
Earning Yield
4.41%
Enterprise Value
R$ 84,21 Bi
R$ 53,35 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.95
Dív. Líquida/PL
1.52
Dívida Líquida
R$ 30,86 Bi
Liq. Corrente
1.28
PL/Ativos
0.36
Passivos/Ativos
0.62
Liq. Seca
1.19
Liq. Imediata
0.31

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
18.88%

Indicadores de Rentabilidade

4.73%
6.91%
2.64%
Giro do Ativo
0.34

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
41.53%
CAGR Lucro
10.94%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 25.73%
Margem EBITDA 32.61%
Margem Operacional 18.88%
Margem Líquida 8.02%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 6,06 Bi
FCL R$ -443,68 Mi
Caixa Total R$ 2,54 Bi
Caixa/Ação R$ 1,30
Receita e Dívida
Receita Total R$ 19,14 Bi
Lucro Bruto R$ 4,92 Bi
EBITDA R$ 6,24 Bi
Dívida Total R$ 31,06 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 24.45%
Lucro (YoY) 547.74%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 18.416,06 Mi R$ 11.387,50 Mi R$ 10.090,90 Mi R$ 6.128,60 Mi
Lucro Bruto R$ 5.404,57 Mi R$ 3.953,48 Mi R$ 3.711,15 Mi R$ 1.877,32 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 3.713,20 Mi R$ 2.211,91 Mi R$ 2.672,32 Mi R$ 1.283,95 Mi
Lucro Líquido R$ 1.691,63 Mi R$ 549,47 Mi R$ 303,43 Mi R$ 375,77 Mi

Sobre a ENEV3

Setor
Energia Elétrica
Indústria / Segmento
Energia Elétrica
Funcionários
1.846
Market Cap
R$ 53,02 Bi
Descrição do Negócio

A Eneva S.A., negociada na B3 sob o ticker ENEV3, é uma companhia brasileira integrada de energia criada em 2001, com IPO realizado em 2007 ainda sob a marca MPX Energia. A empresa atua na geração elétrica e na cadeia de gás natural em ativos onshore no Brasil. Seu modelo operacional combina exploração e produção de gás natural com geração térmica, além de comercialização de energia e atuação em projetos de liquefação e logística de GNL. A companhia também ampliou o portfólio com ativos térmicos e solares em diferentes regiões. No setor brasileiro, a Eneva ocupa posição relevante em termoeletricidade e é reconhecida pelo modelo integrado de reservatório até a geração. A empresa concorre com grandes grupos de energia em leilões, contratos de longo prazo e no mercado livre. A companhia possui sede no Rio de Janeiro e ativos em estados como Maranhão, Amazonas, Roraima, Sergipe, Ceará e Espírito Santo. Sua escala inclui milhares de megawatts de capacidade instalada e centenas de quilômetros de infraestrutura associada a gás e energia.

Notícias relacionadas

TCU encerra negociações para acordo sobre termelétricas da Eneva, diz agência
UOL - Notícias

TCU encerra negociações para acordo sobre termelétricas da Eneva, diz agência

São Paulo | Reuters A câmara do TCU (Tribunal de Contas da União) dedicada a soluções consensuais decidiu encerrar as negociações sobre um acordo que permitiria flexibilizar o funcionamento de usinas termelétricas da Eneva, disseram fontes envolvidas no processo à Reuters. A desistência, pactuada na tarde de terça-feira (22), ocorre após a diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) ter rejeitado dar seu aval à potencial mudança nos contratos das usinas da Eneva. Turbinas eólicas são vistas nas instalações da empresa de geração de energia Eneva em Barra dos Coqueiros, Aracaju - Marta Nogueira/Reuters A Eneva vinha discutindo com o MME (Ministério de Minas e Energia), com mediação do TCU, uma mudança contratual para flexibilizar o despacho de três projetos: UTE Maranhão III, UTE MC2 Nova Venécia 2 e UTE Azulão II e IV, que somam 1,2 GW (gigawatt) de potência. Publicidade A ideia é que, em vez de funcionarem compulsoriamente o tempo todo, essas usinas pudessem ser acionadas apenas quando o sistema elétrico realmente precisar. Essa mudança poderia representar uma economia bilionária aos consumidores de energia, segundo cálculos da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) apresentados pela Eneva. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões Apesar da vantagem apontada pela empresa em sua proposta, a Aneel entendeu que não seria possível, nesse momento, comprovar os benefícios aos consumidores no longo prazo, o que aumentava a incerteza sobre o acordo, disse uma das fontes. Publicidade Procurada, a Eneva não comentou imediatamente. Já o TCU disse que o processo, que é sigiloso, ainda estava em andamento e não havia informações públicas disponíveis.

Aneel avalia flexibilização de usinas térmicas da Eneva
UOL - Notícias

Aneel avalia flexibilização de usinas térmicas da Eneva

São Paulo A diretoria colegiada da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) se reúne nesta segunda-feira (21) para avaliar o acordo de flexibilização operativa das usinas térmicas da Eneva. A proposta é flexibilizar os contratos das unidades. Elas hoje são obrigadas a gerar energia em patamares mínimos, não importando a demanda do sistema. Trabalhadores na operação da Eneva em Barra dos Coqueiros, em Aracaju - Marta Nogueira-8.out.24/Reuters Pelos cálculos apresentados, a mudança liberaria cerca de 1 GW (gigawatt) de capacidade para expansão de fontes renováveis no sistema interligado nacional. A estimativa de economia por ano para os consumidores é de cerca de R$ 40 milhões. Seria também uma alternativa à contratação de baterias como solução complementar. Neste caso, os gastos para o sistema cairiam em cerca de R$ 1 bilhão. As usinas Parnaíba II, Parnaíba VI, Azulão II e Azulão IV, que juntas somam mais de 1,2 GW de capacidade instalada passível de flexibilização. O tema já conta com parecer favorável do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), responsável por avaliar os impactos da mudança sobre a operação no sistema. O MME (Ministério das Minas e Energia) também se manifestou favorável à flexibilização pelo potencial de redução tarifária. O TCU (Tribunal de Contas da União) instaurou comissão de solução consensual sobre o assunto, a pedido do MME.

O que escolher em uma bolsa “amassada” antes das eleições? Veja apostas do mercado
B3

O que escolher em uma bolsa “amassada” antes das eleições? Veja apostas do mercado

Especialistas alertam para exterior mais desafiador, mas com oportunidades diante das eleições e de Selic em queda; Ibovespa "tem muita gordura para subir", diz gestor Publicidade O Ibovespa engatou um pequeno rali nas últimas semanas, impulsionado pelo cenário eleitoral e pela queda dos juros no Brasil, e ignorou a piora do ambiente externo. Na visão de alguns participantes do mercado, o cenário mais provável é de Selic mais baixa no ano que vem, o que deve beneficiar a bolsa, embora alguns riscos persistam – entre eles o petróleo e o El Niño, e o eleitoral. “O cenário hoje é binário”, afirma Frederico Sampaio, diretor de investimentos da Franklin Templeton Brasil, sobre as expectativas do mercado entre a continuidade da atual política econômica e um ajuste fiscal mais profundo em caso de vitória da oposição. Ele enxerga oportunidades na bolsa, mas prega cuidado na seleção dos ativos. “Está tudo barato, hoje estamos bem amassados em relação aos fundamentos e já faz tempo”, diz. Se a relação preço-lucro das empresas voltasse à média histórica, ele aposta que o Ibovespa poderia subir dos atuais 186 mil pontos para 230 mil, alta de 24%. “Tem muita gordura para subir”, afirma. Se o ajuste fiscal não se confirmar, porém, o índice poderia recuar para perto dos 160 mil pontos, patamar anterior ao rali. “Estamos em uma situação 50%-50%”, avalia. A bolsa brasileira também está descontada em relação aos pares da América Latina. “Hoje ela está negociando na faixa de 9 vezes o lucro, enquanto o Chile está em torno de 13 vezes, o Peru, 14, Colômbia, 10,6 vezes, estamos descontados em relação a todas”, diz o gestor. No curto prazo, Sampaio avalia que os múltiplos perto das mínimas históricas devem atrair investidores, sobretudo para empresas ligadas ao mercado doméstico, que se beneficiariam de uma mudança na política econômica. “Esse é o grande tema do momento”, diz. Ele alerta, no entanto, para os riscos. “Já vimos reviravoltas em eleições passadas, acidentes de avião, facadas, por isso as compras estão sendo feitas de forma gradual, com muito cuidado, medindo a temperatura”, afirma. “Hoje o mercado vai mudando à medida que saem pesquisas e notícias.” Continua depois da publicidade No longo prazo, a bolsa deve responder às medidas do próximo governo, especialmente na área fiscal. “Se os problemas brasileiros forem enfrentados, vamos ter um aumento do PIB potencial e aí podemos ter um céu de brigadeiro, pois a bolsa brasileira está muito largada”, diz Sampaio. “Essa é a foto de hoje, mas precisamos ver o filme daqui para frente.” Ele cita o exemplo da Colômbia, onde a bolsa subiu antecipando a troca de governo e passou por uma realização depois da vitória do candidato de direita. “Agora o mercado tem se recuperado e está andando mais em cima do fundamento”, explica. Nos fundos da Franklin Templeton, a preferência é pelas ações mais negociadas do mercado, as chamadas blue chips. A gestora as escolhe pela liquidez e “porque nesse cenário de maior incerteza está tudo muito descontado”. Ao mesmo tempo, evita setores mais alavancados ou dependentes de crédito, como o varejo. Continua depois da publicidade Entre as preferidas estão empresas financeiras ligadas ao mercado de capitais, como XP (XPBR31), B3 (B3SA3) e BTG Pactual (BPAC11), que se beneficiariam de juros mais baixos. A lista inclui também boas pagadoras de dividendos de setores regulados, como saneamento e energia, com retornos de 8% a 10% ao ano. Sampaio gosta ainda dos bancos, que estão baratos, com destaque para o Itaú Unibanco (ITUB4). “Gostamos também de Petrobras (PETR4), que tem toda uma questão política, mas com petróleo a US$ 105 o barril é uma grande geradora de caixa”, diz. Leia também: Ações de IA abriram janela geracional? Veja como se posicionar Continua depois da publicidade Para Leonardo Mendes, consultor financeiro da Manchester Investimentos, o mercado brasileiro teria piorado com a decisão do Federal Reserve (Fed) de subir os juros e sinalizar novas altas, se não fosse a eleição. Ele vê o mercado local guiado pela disputa e ainda sem direção definida, e espera um rali em caso de vitória da oposição. No médio e longo prazo, porém, Mendes acredita que a Selic vai cair independentemente de quem vencer. “A trajetória estrutural de juros daqui para frente é para baixo, e vai beneficiar a bolsa”, diz. A amplitude e a velocidade dos cortes, no entanto, dependerão do resultado das urnas. A recomendação do consultor é não se afastar muito do Ibovespa. “Achamos melhor fazer o arroz com feijão, e isso vai ser suficiente para ter bons retornos, até porque a bolsa sofreu muito com os juros altos por muito tempo”, afirma. “Por isso estamos mais vinculados a blue chips e empresas de commodities.” Continua depois da publicidade Mendes destaca a Petrobras. Embora esteja entre as empresas mais expostas ao cenário eleitoral, a estatal é “uma máquina de fazer dinheiro” com o petróleo em alta e o dólar valorizado pelos juros americanos mais altos. Ele cita ainda Vale (VALE3), CSN (CSNA3), outras mineradoras e bancos tradicionais, que devem manter os lucros. “É uma carteira com 60% replicando as 20 maiores ações do Ibovespa e 40% em algumas empresas pagando bons dividendos”, diz. Quem já está na bolsa, segundo Mendes, deve evitar grandes movimentações e esperar o resultado da eleição para rebalancear a carteira. Para quem ainda não está, é hora de começar a montar posição com horizonte de pelo menos cinco anos. “A Selic estruturalmente caindo significa bolsa para cima”, diz. Leia também: “Brasil é país high yield”: por que não investir lá fora é cada vez mais arriscado Copo meio vazio A visão de alguns participantes, no entanto, é de copo meio vazio. Rachel de Sá, estrategista de investimentos da XP Investimentos, aponta que o cenário global piorou: o petróleo voltou a subir, o Fed está elevando os juros e as taxas longas nos Estados Unidos estão em alta, o que fortalece o dólar. No Brasil, pesam os efeitos do El Niño sobre a inflação e a expectativa de que o próximo governo, qualquer que seja, promova algum tipo de ajuste fiscal. Sá avalia, porém, que o desaquecimento da economia deve reduzir a inflação e permitir ao Banco Central seguir cortando a Selic, para 13,25% até o fim deste ano e 11,50% no próximo. “E ciclo de baixa de juros costuma ser historicamente positivo para a bolsa, seja por tornar mais atrativa a renda variável, seja pela reavaliação dos preços das ações por uma taxa de desconto menor”, diz. Juros menores também tendem a favorecer a economia no médio prazo, sobretudo as empresas mais ligadas ao crescimento. O risco, segundo ela, é que a queda dos juros pode vir acompanhada de uma desaceleração econômica mais grave, o que seria negativo para a bolsa e, em especial, para as empresas ligadas à economia local. Diante das incertezas, a XP adotou uma postura mais cautelosa na alocação em bolsa. “Estamos olhando setores e nomes de alta qualidade, bons pagadores de dividendos, com solidez financeira e caixa”, afirma Sá. Além das pagadoras de dividendos, ela cita setores menos expostos ao ciclo econômico, como commodities, utilities (energia e saneamento) e financeiro. “São historicamente mais defensivos.” A visão da XP para ações brasileiras está abaixo do neutro. “Não é para sair da bolsa ou ficar vendido, mas há espaço para estar menos alocado do que o modelo sugere”, diz. A alocação sugerida em bolsa é de 5% para o perfil moderado e de 15% para o sofisticado. Entre as top picks do mês da XP estão gigantes como Petrobras e Vale, mas também Prio (PRIO3), Gerdau (GGBR4), Embraer (EMBJ3), Axia (AXIA3) e Cury (CURY3). Sá não espera rali pré-eleitoral e cita um estudo da XP segundo o qual as classes de ativos não seguem um padrão nesses períodos. Por isso, o investidor não deve mexer na carteira pensando na eleição. “O importante é diversificação, com ou sem eleição, e focar no longo prazo, que é o que reduz a volatilidade”, diz. “Os desfechos de políticas econômicas diferentes podem afetar o cenário, mas isso não significa que vai mudar a alocação.” No BTG Pactual, a dúvida fez o time de alocação manter recomendação neutra para o Brasil na carteira para América Latina neste período pré-eleição. Em relatório a clientes, o banco lembra que o humor do mercado mudou diversas vezes nos últimos meses e, mais recentemente, reagiu bem a uma disputa mais acirrada, “quase um cara ou coroa”. Para o BTG, a incerteza favorece empresas de alta qualidade e liquidez, capazes de ir bem em qualquer cenário. Por precaução, o banco sugere evitar ações muito dependentes de uma melhora das contas públicas. As indicações são Itaú Unibanco, Axia, Petrobras, Embraer, Motiva (MOTV3), Sabesp (SBSP3), Eneva (ENEV3). Leia também: ETFs ganham 140 mil investidores no ano e já somam 862 mil CPFs

Perguntas Frequentes sobre ENEV3

Qual é a cotação de ENEV3 hoje na B3?
A cotação de ENEV3 hoje está em R$ 27,44. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 27,40 e máxima de R$ 27,92.
Quanto a ENEV3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de ENEV3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de ENEV3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de ENEV3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.