Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
ENEV3 (Eneva S.A.) é uma ação negociada na B3 do setor de Energia Elétrica. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 26,76, registrando variação de +1.67% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 53.16x. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 2.51x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 139.13%.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 5 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de ENEV3
O ativo ENEV3 (Eneva S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 26,76, acumulando uma variação de +1.67% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 17,70 e a máxima de R$ 32,42. A companhia está inserida no setor de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 53.16x e P/VP de 2.51x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 139.13%.
Histórico de Cotação: ENEV3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 18.416,06 Mi | R$ 11.387,50 Mi | R$ 10.090,90 Mi | R$ 6.128,60 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 5.404,57 Mi | R$ 3.953,48 Mi | R$ 3.711,15 Mi | R$ 1.877,32 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 3.713,20 Mi | R$ 2.211,91 Mi | R$ 2.672,32 Mi | R$ 1.283,95 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.691,63 Mi | R$ 549,47 Mi | R$ 303,43 Mi | R$ 375,77 Mi |
Sobre a ENEV3
A Eneva S.A., negociada na B3 sob o ticker ENEV3, é uma companhia brasileira integrada de energia criada em 2001, com IPO realizado em 2007 ainda sob a marca MPX Energia. A empresa atua na geração elétrica e na cadeia de gás natural em ativos onshore no Brasil. Seu modelo operacional combina exploração e produção de gás natural com geração térmica, além de comercialização de energia e atuação em projetos de liquefação e logística de GNL. A companhia também ampliou o portfólio com ativos térmicos e solares em diferentes regiões. No setor brasileiro, a Eneva ocupa posição relevante em termoeletricidade e é reconhecida pelo modelo integrado de reservatório até a geração. A empresa concorre com grandes grupos de energia em leilões, contratos de longo prazo e no mercado livre. A companhia possui sede no Rio de Janeiro e ativos em estados como Maranhão, Amazonas, Roraima, Sergipe, Ceará e Espírito Santo. Sua escala inclui milhares de megawatts de capacidade instalada e centenas de quilômetros de infraestrutura associada a gás e energia.
Outras Ações do Setor de Energia Elétrica
Ver Todos os Ativos⚔️ Comparações Populares com ENEV3
Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
Notícias relacionadas
Itaú BBA tira Eneva e inclui WEG na carteira de ações de novembro
O Itaú BBA retirou Eneva (ENEV3) de sua carteira recomendada Top 5 para novembro e incluiu WEG (WEGE3), buscando ampliar a exposição a empresas com receitas internacionais. Embraer (EMBJ3), XP (XPBR31), Sabesp (SBSP3) e Petrobras (PETR4) permaneceram na seleção, com participação de 20% para cada ativo. A mudança ocorre em um cenário de juros elevados e maior cautela com a Bolsa brasileira. Em relatório separado de alocação de investimentos, o Itaú também reduziu sua recomendação para ações brasileiras de acima da referência para neutra, diante das preocupações com a inflação e as contas públicas. O que aconteceu WEG entrou na carteira pela diversificação internacional e pelas perspectivas de crescimento. Após o balanço do terceiro trimestre, os analistas Victor Natal e Mathias Venosa identificaram uma aceleração das vendas e espaço para elevar as projeções de lucro da fabricante de equipamentos elétricos para 2027.
Carteiras sugeridas para novembro
Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 14h30 - 05/11 Carteira Renda com Imóveis – Itaú BBA Confira a carteira completa Para novembro, a Carteira Renda com Imóveis do Itaú BBA reduziu as posições em ITRI11 e KNHF11, ambas em 1 p.p., para incluir KNHY11, com peso de 2%. A carteira passa a contar com 13 fundos, distribuídos entre ativos de tijolo (52%), ativos financeiros (33,5%) e multiestratégia (14,5%). Em outubro, a carteira recuou 2,92%, em linha com o IFIX, que caiu 2,89%. O dividend yield corrente é de 11% ao ano. A estratégia prioriza fundos com boa liquidez, gestão experiente e portfólios de qualidade. Carteira Dividendos – Inter Confira a carteira completa Em outubro, a Carteira de Dividendos do Inter recuou 5,11%, enquanto o Ibovespa caiu 9,88% e o IDIV recuou 9,87%, gerando um alfa de 4,76 p.p. sobre o índice de dividendos, o maior desde o lançamento da estratégia. Petrobras, Caixa Seguridade, BB Seguridade e TIM estiveram entre os destaques positivos. No acumulado de 2026, a carteira sobe 7,38%, contra 2,03% do IDIV e 4,22% do Ibovespa. Desde o lançamento, acumula alta de 19,34%, superando o CDI (17,05%), o Ibovespa (18,85%) e o IDIV (14,51%). Carteira Mensal Capita – Inter Confira a carteira completa A Carteira Mensal Capita encerrou outubro com queda de 13,22%, desempenho 3,34 pontos percentuais abaixo do Ibovespa, que recuou 9,88%. O resultado foi impactado pela forte correção dos ativos brasileiros após o segundo turno das eleições e pela abertura da curva de juros. Para novembro, a estratégia será mais defensiva, priorizando empresas de utilities, exportadoras, instituições financeiras com balanços sólidos e maior exposição internacional por meio de BDRs. O objetivo é ampliar a diversificação, preservar o patrimônio e reduzir a sensibilidade do portfólio aos riscos domésticos. Carteira TOP 10 Ações – Inter Confira a carteira completa A carteira Top 10 ações do Inter recuou 15% em outubro, desempenho inferior à queda de 9,90% do Ibovespa. Para novembro, a instituição mantém uma visão seletivamente construtiva, avaliando que as correções recentes podem abrir oportunidades em empresas com fundamentos sólidos, perspectivas de crescimento e preços atrativos. O portfólio reúne dez ativos, com peso de 10% cada: Itaú (ITUB4), BTG Pactual (BPAC11), RD Saúde (RADL3), Eneva (ENEV3), Lojas Renner (LREN3), Rede D’Or (RDOR3), Equatorial (EQTL3), Rumo (RAIL3), São Martinho (SMTO3) e Natura (NATU3). Carteira 5+ – BB Investimentos Confira a carteira completa A Carteira 5+ do BB Investimentos manteve Itaú (ITUB4), Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) para novembro. As mudanças foram a entrada de Caixa Seguridade (CXSE3) e Vibra Energia (VBBR3), enquanto BTG Pactual (BPAC11) e Tenda (TEND3) deixaram o portfólio. Desde setembro, a carteira adota uma metodologia fundamentalista, selecionando os cinco ativos mais bem ranqueados da Carteira Fundamentalista BB-BI. No acumulado de 2026, a estratégia registra queda de 3,85%, ante alta de 4,22% do Ibovespa, diferença negativa de 8,07 pontos percentuais. Carteira BB Dividendos – BB Investimentos Confira a carteira completa A Carteira BB Dividendos não terá mudanças em novembro, mantendo os dez ativos selecionados para o trimestre: Banco ABC (ABCB4), Ambev (ABEV3), Allos (ALOS3), Axia (AXIA3), B3 (B3SA3), Direcional (DIRR3), Petrobras (PETR4), Marcopolo (POMO4), TIM (TIMS3) e Vibra (VBBR3). Em outubro, a carteira recuou 12%, desempenho inferior ao IDIV, que caiu 9,9%. A estratégia realiza revisões trimestrais e seleciona empresas com histórico consistente de distribuição de dividendos e potencial de valorização. Carteira Fundamentalista – BB Investimentos Confira a carteira completa A Carteira Fundamentalista do BB Investimentos promoveu duas mudanças para novembro, com a entrada de Caixa Seguridade (CXSE3) e WEG (WEGE3), enquanto BTG Pactual (BPAC11) e Tenda (TEND3) deixaram o portfólio.Cada ação possui peso de 10% na carteira. A instituição mantém uma postura cautelosa diante da volatilidade do mercado, da pressão sobre os juros futuros e das incertezas domésticas e internacionais. A estratégia busca preservar a diversificação e reduzir a correlação entre os ativos, priorizando empresas com fundamentos resilientes, geração de caixa previsível e disciplina financeira. Carteira BB ESG – BB Investimentos Confira a carteira completa A Carteira BB ESG manteve todos os dez ativos para novembro, com a próxima revisão prevista para dezembro, após a divulgação dos resultados do 3T26. A estratégia combina critérios de sustentabilidade (ESG) com indicadores fundamentalistas, priorizando empresas com boas práticas ambientais, sociais e de governança, além de ROIC e earnings yield atrativos. No acumulado de 2026, a carteira registra valorização de 0,9%, enquanto o índice ISE apresenta queda de 10,1%. Em outubro, Suzano foi o destaque positivo, com alta de 13,4%, enquanto Cyrela registrou a maior queda, de 37,1%. Carteira Small Caps – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira Small Caps do BTG Pactual promoveu quatro mudanças neste mês, com a entrada de Copasa (CSMG3), Iguatemi (IGTI11), OceanPact (OPCT3) e SLC Agrícola (SLCE3). Deixaram o portfólio Sanepar, Dexco, Tenda e Banco Pine. Cosan (CSAN3), Smart Fit (SMFT3), Orizon (ORVR3), 3tentos (TTEN3), Bemobi (BMOB3) e Panvel (PNVL3) permaneceram na carteira. O portfólio é composto por dez ativos, com peso de 10% cada, e tem como objetivo capturar oportunidades de valorização no mercado brasileiro de small caps. Carteira BDR – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira internacional do BTG Pactual promoveu três mudanças para novembro. Entraram Meta (META), Nubank (NU) e Caterpillar (CAT), enquanto Walmart (WMT), Freeport-McMoRan (FCX) e GE Vernova (GEV) deixaram o portfólio. As alterações buscam aproveitar oportunidades após correções recentes e valuations mais atrativos. O banco destaca o potencial de crescimento da Meta, a carteira recorde de pedidos da Caterpillar e os fundamentos sólidos do Nubank, incluindo ROE superior a 30% em 2026. Para 2027, o BTG projeta crescimento de 2,3% para o PIB dos Estados Unidos, sustentado pelo consumo e pelos investimentos corporativos ligados à inteligência artificial. Carteira de Dividendos – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira de dividendos do BTG Pactual passou por três alterações neste mês. Entraram Caixa Seguridade (CXSE3), Vivo (VIVT3) e Ultrapar (UGPA3), enquanto B3 (B3SA3), Compass (PASS3) e Cury (CURY3) deixaram o portfólio. A estratégia prioriza empresas de alta qualidade, com geração consistente de caixa, resiliência nos resultados e potencial de distribuição de proventos. A carteira tem revisão mensal e mantém Itaú (ITUB4) e Petrobras (PETR4) com as maiores participações, de 15% cada. Carteira FII – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira recomendada de fundos imobiliários do BTG Pactual passou por mudanças em novembro, com a saída de RBRY11 e a redução da exposição em GZIT11. Na outra ponta, o banco aumentou as posições em KNCR11, MCCI11 e KNHF11. Os ajustes buscam adequar o risco do portfólio ao cenário macroeconômico mais desafiador. A instituição reduziu a exposição ao crédito estruturado e priorizou fundos de perfil high grade, como KNCR11 e MCCI11, além de ampliar marginalmente KNHF11, que possui carteira diversificada e negocia com desconto acima da média histórica. A carteira é composta por 15 fundos, com dividend yield anualizado de 11,5%. Carteira de Ações (10SIM) – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira 10SIM do BTG Pactual passou por três alterações para outubro. Caixa Seguridade (CXSE3) entrou no lugar de Itaú (ITUB4), Ultrapar (UGPA3) substituiu Cury (CURY3) e TIM (TIMS3) ocupou a posição de Axia (AXIA3). As mudanças buscam reduzir o risco diante das incertezas fiscais e econômicas, priorizando empresas de qualidade, baixa alavancagem e valuations atrativos. O banco manteve a exposição cambial em 35%, por meio de Petrobras, Gerdau e Embraer, e ampliou o foco em companhias pagadoras de dividendos. Carteira Top Renda – BTG Pactual Confira a carteira completa O BTG Pactual promoveu ajustes na Carteira Top Renda para reduzir riscos e aumentar a previsibilidade das distribuições. A casa zerou as posições em AXIA3 e PASS3, incluiu VIVT3 (5%) e CXSE3 (5%) e reduziu ITUB4 em 5%, realocando parte dos recursos em Caixa Seguridade. Também adicionou CDII11 (5%), ampliando a exposição ao crédito de infraestrutura, com remuneração atrelada ao CDI. As mudanças reduziram em 5% a exposição total a ações, priorizando ativos mais defensivos e com geração de caixa previsível. No último mês, a carteira recuou 7,43%, ante queda de 2,54% do IMA-B 5+, e apresentou dividend yield mensal de 0,6%. Carteira FIIs – Benndorf Confira a carteira completa A Benndorf optou por manter a composição da Carteira FIIs – Valorização em novembro, sem mudanças nos fundos selecionados. Será realizado apenas o rebalanceamento das posições para ajustar as exposições aos pesos previamente definidos, preservando a estratégia de alocação. A carteira segue uma estratégia long only, combinando análise de fluxo e insights macrofundamentalistas para buscar superar a variação do IFIX. A revisão e o balanceamento são realizados mensalmente. Carteira Small Caps – Benndorf Confira a carteira completa A Carteira Benndorf Small Caps Valorização, de perfil arrojado e baseada em análise fundamentalista, busca superar o índice SMLL no longo prazo. Na atualização, a carteira traz CSMG3, AXIA3, EQTL3 e TIMS3 entre as recomendações de compra, enquanto PFRM3 aparece entre as vendas. Também foram indicados OPCT3 para redução e MDNE3, VTRU3, SEER3 e DIRR3 para aumento de posição. Os ajustes consideram a realização de lucros, o valuation dos ativos e o cenário técnico. Carteira Top ações – XP Confira a carteira completa A XP adicionou JBSS32 (7,5%), WEGE3 (5%) e CXSE3 (5%) à Carteira Top Ações e elevou a participação de RDOR3 de 5% para 7,5%. A estratégia busca aproveitar perspectivas de melhora nas margens da carne bovina nos EUA, exposição a vetores globais e ativos mais defensivos diante dos juros elevados. Por outro lado, a casa reduziu IGTI11 de 10% para 5% e zerou as posições em BPAC11 (10%) e ROXO34 (5%), buscando diminuir a exposição ao ciclo doméstico. Em outubro, a carteira recuou 7%, desempenho superior à queda de 9,9% do Ibovespa. Carteira Top Dividendos - XP Confira a carteira completa A XP elevou a participação de CXSE3 de 5% para 10% e reduziu B3SA3 de 12,5% para 7,5% na Carteira Top Dividendos. O aumento em Caixa Seguridade reflete a forte atividade comercial, a sinistralidade controlada e o resultado financeiro favorecido pelos juros elevados. Já a redução em B3 busca diminuir a exposição ao mercado de capitais diante das incertezas e da perspectiva de juros altos por mais tempo. Em outubro, a carteira recuou 8,8%, desempenho superior à queda de 9,9% do Ibovespa. Desde o início, acumula valorização de 314,8%, ante 130,8% do índice. Carteira Top Small Caps - XP Confira a carteira completa A XP adicionou SMTO3 (5%) e VTRU3 (10%) à Carteira Top Small Caps, com VTRU3 substituindo COGN3. A casa também incluiu SMTO3 (5%), apoiada pelas perspectivas para açúcar e etanol, e aumentou a participação de ALUP11 de 10% para 15%, reforçando a exposição a um ativo de perfil defensivo. Por outro lado, a XP retirou VIVA3 (5%) e LWSA3 (5%), buscando reduzir a exposição a empresas cíclicas e diante da perspectiva mais fraca de receita da LWSA. Em outubro, a carteira recuou 19%, ante queda de 9,9% do Ibovespa. Desde o início, em maio de 2021, acumula alta de 43,5%, contra 41,2% do índice. Carteira Top Ações Globais - XP Confira a carteira completa A XP elevou a participação de GOOG de 5% para 10% e de MU de 2,5% para 5% na Carteira Top Ações Globais. Em contrapartida, retirou AAPL e BIDU, zerando as posições nos dois ativos. A estratégia mantém exposição acima do índice em América do Norte e Grande China, além dos setores de Comunicações, Saúde e Tecnologia. Em outubro, a carteira recuou 0,5%, desempenho 1,26 ponto percentual superior ao do iShares MSCI ACWI ETF, que caiu 1,7%. Carteira Top Dividendos Globais - XP Confira a carteira completa A XP adicionou BKNG (5%) e elevou a participação de EXC de 5% para 7,5% na Carteira Top Dividendos Globais. Em contrapartida, retirou NKE e reduziu a posição em LMT de 5% para 2,5%. A carteira mantém exposição a mercados da Europa (22,5%) e Ásia-Pacífico (5%), além de posições acima do benchmark nos setores de Saúde e Materiais. Em outubro, avançou 5%, mas ficou 1,9 ponto percentual abaixo do iShares Select Dividend ETF, que subiu 6,9%. Carteira Fundamentalista de FIIs - XP Confira a carteira completa A XP promoveu ajustes na Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários para novembro. A casa reduziu as posições em HGBS11, LVBI11, PVBI11, HSML11, RBRX11 e KNCR11, enquanto incluiu MXRF11 (+4,50 p.p.) e ampliou a exposição a MCCI11 (+1,25 p.p.). As mudanças buscam reduzir a exposição a fundos de tijolo com menor potencial de valorização e a um fundo de recebíveis considerado bem precificado, priorizando ativos com portfólios de qualidade, perfil defensivo e carrego mais atrativo. Em outubro, a carteira recuou 3,2%, ante queda de 2,9% do IFIX, e apresentou dividend yield mensal de 1,05%, equivalente a 12,6% ao ano.
Aumento do consumo de energia de Itaipu pelo Paraguai deve pressionar preços no Brasil, diz Itaú BBA
São Paulo | Reuters O aumento do consumo pelo Paraguai da energia gerada pela usina hidrelétrica de Itaipu deve pressionar os preços da energia no Brasil, principalmente ao diminuir a oferta disponível para o sistema elétrico brasileiro no fim da tarde, afirma um relatório do Itaú BBA. Esse cenário tende a aumentar a geração termelétrica durante o pico do fim de tarde, favorecendo empresas como a Eneva, e beneficiar os geradores hidrelétricos que escolhem deixar energia descontratada em seus portfólios para aproveitar janelas de preços altos, como Axia, Copel, Auren e Engie, disse o banco. Pelo Tratado de Itaipu, Brasil e Paraguai têm cada um direito a metade da energia gerada pela hidrelétrica binacional de 14 gigawatts (GW), sendo que o outro lado pode adquirir a parcela não utilizada. Vista aérea da hidrelétrica de Itaipu - Paulo Whitaker - 20.set.07/Reuters Historicamente, o Brasil usa toda sua parcela de Itaipu e ainda compra o excedente do Paraguai, que tem um consumo de energia menor. Mas esse cenário vem mudando nos últimos anos, com a carga do lado paraguaio aumentando, impulsionada por atividades como mineração de criptomoedas e data centers. A demanda de energia do Paraguai avançou entre 12% e 18% ao ano de 2023 a 2025, atingindo uma carga média de 3,3 GW em 2025, ante um crescimento médio anual de 12% desde 2021, segundo o BBA. Quase toda a demanda é atendida por Itaipu, embora essa participação possa oscilar, a depender da estratégia comercial e operacional da Ande, estatal de energia do Paraguai. Um dos problemas desse aumento de carga no país vizinho é que o pico por lá ocorre às 18h, mesmo horário do observado no Brasil, observou o banco. "Entre abril e setembro, o pico de carga do Paraguai ocorre às 18h, coincidindo com o pico de carga líquida do SIN (sistema brasileiro). A demanda da Ande nesse horário deverá crescer de 4,0 GW em 2026 para 4,7 GW em 2029, reduzindo a energia de Itaipu disponível para o Brasil justamente no momento em que o sistema mais necessita dela", escrevem Fillipe Andrade, Lucas Guimarães e Lorena Fernandez. Como resultado dessa perda de oferta hidrelétrica, pelos cálculos do BBA, a geração termelétrica aumentaria perto de 11% ao ano no período 2027-29, enquanto o preço médio marginal subiria de R$ 40 a R$ 59 por megawatt-hora (MWh). Segundo o banco, o efeito do maior consumo paraguaio de Itaipu sobre os preços no Brasil deve se tornar mais evidente a partir de 2027, quando a programação mensal de operação do sistema elétrico brasileiro, definida pelo ONS, passará a contar com uma nova metodologia para projetar a carga demandada pela Ande. A regra atual de previsão não tem acompanhado a aceleração da demanda de energia paraguaia nos últimos anos. Além do impacto nos preços, o maior consumo de energia pelo Paraguai também deve afetar o portfólio de contratos das distribuidoras brasileiras que são cotistas de Itaipu. Isto é, compram energia da usina para atender sua base de consumidores. Caso a Ande continue a consumir mais energia de Itaipu do que foi abatido das cotas brasileiras, as distribuidoras brasileiras podem ficar subcontratadas —terem menos energia contratada que o necessário— em 2027, tendo que recorrer a compras de energia no mercado de curto prazo. O diagnóstico é da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica), que enviou carta sobre o assunto à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) na semana passada. A entidade pediu que a Aneel e o governo definam de forma "tempestiva" o montante de energia da Ande a ser abatido das cotas de Itaipu para 2027. Caso haja uma variação relevante ante 2026, a Abradee pediu que as distribuidoras possam retificar os volumes de suas necessidades de energia antes de um leilão de compra do insumo que será realizado em 13 de novembro.
Perguntas Frequentes sobre ENEV3
Qual é a cotação de ENEV3 hoje na B3?
Quanto a ENEV3 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de ENEV3 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de ENEV3?
📰 Fatos Relevantes e Comunicados de ENEV3
Documentos oficiais protocolados pela companhia na Comissão de Valores Mobiliários.
Atualização sobre os Novos Hubs Contratados no LRCAP 2026
Conclusão do Processo de Alienação da UTE Itaqui
Release Operacional 3T26
Eneva e Itaú celebram novo Acordo de Investimento
ENEVA arremata 6 blocos na Bacia do Parnaíba no 6º Ciclo da Oferta Permanente da ANP
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.