XP

XPCI11 XP Credito Imobiliario - Fundo De Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Papel / CRI

XP Credito Imobiliario - Fundo De Investimento Imobiliario

CNPJ: 28516301000191

Preço Atual
R$ 77,74
+0.31%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 9 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 9/11 (81.8%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 13.88% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
84 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.88x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.88x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +3.7%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 676.5 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 271 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Papel / CRI

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 13.88% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 179,83
Rendimento Anual (12M) R$ 10,79
Margem de Segurança +56.77%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Composição da Carteira & Ativos do Fundo

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

BARIGUI SECURITIZADORA S.A. - 20F0689770 CRI • Taxa: N/D
R$ 9,34 mi
BARIGUI SECURITIZADORA S.A. - 20H0695880 CRI • Taxa: N/D
R$ 6,15 mi
BARIGUI SECURITIZADORA S.A. - 23H1539646 CRI • Taxa: N/D
R$ 5,21 mi
BARIGUI SECURITIZADORA S.A. - 24B1276213 CRI • Taxa: N/D
R$ 10,74 mi
BARIGUI SECURITIZADORA S.A. - 24C1924689 CRI • Taxa: N/D
R$ 3,95 mi
BARIGUI SECURITIZADORA S.A. - 24I1177541 CRI • Taxa: N/D
R$ 9,46 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do XPCI11.

Acessar Relatório CVM Completo
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo XPCI11 (XP Credito Imobiliario - Fundo De Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 77,74, acumulando uma variação de +0.31% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 75,13 e a máxima de R$ 88,00. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 13.88% e indicador P/VP de 0.88x.

Abertura
R$ 77,50
Fec. Ant: R$ 77,74
Variação Dia
Min: R$ 77,16
Max: R$ 78,19
52 Semanas
Mín: R$ 75,13
Máx: R$ 88,00
Volume
3.486
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: XPCI11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.88
R$ 87,61
Patrimônio Líquido
R$ 676,46 Mi
Último Rendimento
R$ 0.9000
Pagto: 2026-09-15
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.8992
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 10.7900
acumulado no ano
R$ 676,46 Mi
Quantidade de Cotas
8,70 Mi
Liquidez Diária
3.486

Sobre a XPCI11

Categoria / Segmento
Papel / CRI
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O XP CREDITO IMOBILIÁRIO FII (XPCI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
XP INVESTIMENTOS CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VAL MOB S/A
CNPJ
02332886000104
Telefone
(11) 3027-2237
Endereço
AVENIDA ATAULFO DE PAIVA, 153 - 5º e 8º andares, LEBLON — RIO DE JANEIRO/RJ - CEP 22440-033
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 15/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,9300
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,9500
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,9300
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,8500
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,8500
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,8800
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,8800
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 12/12/2025

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São Paulo e Brasília O empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, um dos alvos da terceira fase da Operação Carbono Oculto, realizada nesta quinta-feira (24), que investiga um esquema de lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, é dono da empresa que teria sido utilizada por Daniel Vorcaro para enviar recursos que financiariam "Dark Horse", filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Conhecido como Mineiro, o dono da Entre Investimentos assinou em setembro deste ano um acordo de delação premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da República). Segundo a investigação da Polícia Federal, a Entre Investimentos e Participações funcionava como um braço operacional de Vorcaro, ajudando no repasse de recursos definidos pelo banqueiro. O empresário disse que era um dos responsáveis por fazer remessas financeiras e conseguir dinheiro vivo para Vorcaro. Esse dinheiro muitas vezes era entregue em malas, devido ao seu volume. Antonio Carlos Freixo Junior, do grupo Entre - grupoentre no Instagram O dinheiro transferido pela Entre foi para o fundo Havengate Development Fund, nos Estados Unidos, que é administrado por Paulo Calixto, advogado ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro, segundo a investigação. O valor seria usado no financiamento do filme, mas as autoridades suspeitam que parte pode ter sido destinada a Eduardo. Publicidade O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (24) que os recursos enviados ao exterior pelo Grupo Entre para custear o filme podem ter origem em atividades de lavagem de dinheiro. "Tudo indica que o recurso que dá liquidez para essas operações vem de uma mesma entidade, vem de um mesmo bolso", respondeu o ministro ao ser questionado se a verba enviada ao exterior para o filme poderia ser fruto de lavagem de dinheiro. O empresário, que foi o segundo a fechar delação sobre o Master na PGR, foi alvo de busca e apreensão em janeiro deste ano na segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes financeiras no Master. Entre os alvos dessa etapa também estavam João Carlos Mansur, da Reag, e o investidor Nelson Tanure. No dia 27 de março, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Entrepay Instituição de Pagamento S.A. e outras companhias integrantes do Grupo Entre, cujo CEO é Freixo Júnior. Publicidade O executivo tem trajetória ligada ao mercado financeiro. Em seu perfil profissional no LinkedIn, Freixo aponta passagens em instituições como Banco Nacional, Banco Garantia e Credit Suisse. Ao todo, são mais de 30 anos de experiência no mercado de capitais. O executivo, a Entre Investimentos e empresas ligadas a Vorcaro são alvo de ação na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) que trata de operações com cotas do fundo imobiliário Brazil Realty. Segundo a área técnica da CVM, haveria indícios de um esquema que combinava a superavaliação de ativos e a geração artificial de liquidez para permitir ganhos a partes relacionadas. Todos negam irregularidades. Além disso, a Entrepay teve relação societária indireta com um ex-sócio de Vorcaro. A empresa foi sócia de Augusto Lima —que também integrou o quadro societário do Master— na Consiglog, companhia que atua no crédito consignado para servidores do governo da Bahia. Questionado em março, o Grupo Entre afirmou que não possui vínculo societário com Daniel Vorcaro ou com o Master. "A participação da Entre Investimentos na Consiglog foi minoritária e estritamente como investidora financeira, sem ingerência operacional ou estratégica", disse a empresa à época. A trajetória de Freixo no mercado financeiro começou cedo. Seu primeiro emprego foi no Banco Nacional, como office-boy, em uma agência localizada em Santa Rita do Sapucaí (MG), aos 14 anos. Foi contratado por um gerente que, anos antes, havia sido office-boy de seu avô, quando ele abriu o Banco Hipotecário em Pouso Alegre (MG), sua cidade natal, contou Freixo em entrevista ao MoneyPlay Podcast, em 2021. Freixo cursou administração de empresas pela Faap (Fundação Armando Alvares Penteado). Na época, mudou-se para São Paulo e fez entrevistas com todos os sócios do Banco Garantia para conseguir uma vaga de estagiário. Entrou como liquidante na instituição e foi galgando novos cargos até a instituição montar uma tesouraria internacional e obter o primeiro contato com ativos do banco fora do Brasil. Como não falava inglês na época, Freixo disse no podcast ter contratado um estagiário para ajudá-lo no contato com os clientes. Publicidade Entre seus principais feitos, Freixo destaca ter montado uma operação offshore do Garantia nas Bahamas. Com a compra do Garantia pelo Credit Suisse, o empresário continuou trabalhando no país caribenho. Em 2004, voltou a trabalhar no Brasil. 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A contraparte exata: R$ 266,2 milhões de cada lado A pessoa física encerrou a semana de 14 a 18 de setembro com R$ 198,1 milhões em compras líquidas de fundos imobiliários, e os investidores estrangeiros somaram outros R$ 68,1 milhões na mesma direção. A contraparte dessa entrada foram os institucionais locais, vendedores líquidos de R$ 266,2 milhões no período — valor idêntico ao das duas pontas compradoras somadas. Os dados constam do Relatório de Fluxo de Investidores e Liquidez da Lareal (Latin America REITs Association), divulgado em 23 de setembro. Para quem tem FIIs na carteira, o ponto de atenção está em quem ocupou o outro lado do balcão. Fluxo líquido mede a diferença entre compras e vendas de uma mesma classe de investidor: saldo positivo indica posição ampliada; negativo, reduzida. Como toda compra tem contraparte, os fluxos das três classes se anulam no agregado — e, na semana, a oferta institucional foi absorvida pelo varejo, com apoio dos não residentes. Liquidez alta, dinheiro concentrado em poucos nomes O mercado negociou 308 FIIs, com volume de R$ 2,39 bilhões e média diária de R$ 478,6 milhões. O giro, porém, ficou concentrado: os fundos de tijolo — donos de imóveis físicos, e não de títulos de crédito — somaram R$ 1,45 bilhão, ou 60,6% do total, espalhados por 135 fundos, com média diária de R$ 289,9 milhões, 39% acima da referência anual do levantamento. Na logística, segmento de maior peso dentro do tijolo, circularam R$ 638,3 milhões, ou 26,7% do mercado. Shoppings vieram depois (R$ 300,2 milhões), seguidos por diversificados (R$ 284,9 milhões), lajes corporativas (R$ 136,2 milhões) e renda urbana (R$ 84,4 milhões). A divisão entre classes ficou evidente no tijolo: o varejo aportou R$ 171,6 milhões líquidos, os estrangeiros, R$ 44,9 milhões, e os institucionais locais retiraram R$ 216,5 milhões. Papel corre por fora, com a mesma divisão Os fundos de papel — que investem em títulos de crédito imobiliário, como CRIs — movimentaram R$ 709,7 milhões, ou 29,7% do total. A pessoa física entrou com R$ 22,8 milhões, os estrangeiros, com R$ 24,4 milhões, e os institucionais locais venderam R$ 47,2 milhões. Onde as classes se cruzam, fundo a fundo As diferenças aparecem com nitidez nos fundos individuais. O XPML11 (XP Malls) liderou as compras do varejo, seguido por MXRF11 (Maxi Renda) e HGLG11 (CSHG Logística). Na outra ponta, o TRXF11 (TRX Real Estate) foi o mais vendido por pessoas físicas, com saída de R$ 30 milhões. Fundo Pessoa física Institucional local Estrangeiros Volume médio diário XPML11 +R$ 39,6 mi — -R$ 39,0 mi R$ 31,0 mi MXRF11 +R$ 35,6 mi -R$ 36,5 mi — R$ 25,0 mi HGLG11 +R$ 34,8 mi -R$ 54,9 mi +R$ 20,2 mi R$ 28,1 mi GGRC11 +R$ 22,3 mi -R$ 26,5 mi — R$ 12,2 mi TRXF11 -R$ 30,0 mi — +R$ 48,3 mi R$ 48,0 mi GGRC11 (GGR Covepi Renda), com R$ 22,3 milhões, e HGRU11, com R$ 22 milhões, fecharam o grupo dos cinco maiores saldos compradores do varejo. Giro acima do padrão: o que a liquidez sinaliza O TRX Real Estate teve o maior giro médio diário do mercado, R$ 48 milhões, o dobro da referência de 2026 do estudo, e fluxos opostos entre as classes: o varejo saiu, enquanto os estrangeiros entraram com R$ 48,3 milhões, o maior saldo entre os não residentes. O CSHG Logística negociou R$ 28,1 milhões por dia, 1,8 vez sua referência anual, com R$ 34,8 milhões vindos de pessoas físicas, R$ 20,2 milhões de estrangeiros e R$ 54,9 milhões retirados pelos institucionais locais — a maior saída institucional do levantamento. O Maxi Renda girou R$ 25 milhões por dia, 1,6 vez sua referência anual. O XP Malls, cuja entrada de R$ 39,6 milhões foi a maior do varejo, viu R$ 39 milhões saírem pela porta dos estrangeiros e movimentou R$ 31 milhões diários. O que a semana muda para quem acompanha FIIs Para o investidor com posição em fundos imobiliários, o ponto prático é a concentração: 308 fundos negociados, mas o dinheiro aglomerado em poucos papéis e em dois blocos — tijolo, com 60,6% do giro, e papel, com 29,7%. Giros que superam em quase duas vezes o padrão histórico do próprio fundo, caso de TRX Real Estate e CSHG Logística, tendem a indicar atenção maior do mercado e mais sensibilidade a ordens grandes. A Lareal registra apenas quem comprou e quem vendeu, sem apontar motivos. A divisão entre varejo comprador e institucional vendedor não serve, sozinha, como sinal de direção de preço. Semanas de fluxo cruzado como essa costumam aparecer em janelas de reajuste de carteira, e o mercado de FIIs segue exposto a variáveis que o levantamento não captura.

Perguntas Frequentes sobre XPCI11

Qual é a cotação de XPCI11 hoje na B3?
A cotação de XPCI11 hoje está em R$ 77,74. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 77,16 e máxima de R$ 78,19.
Quanto a XPCI11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de XPCI11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de XPCI11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de XPCI11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.