HCTR11 Fundo de Investimento Imobiliario Hectare CE – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario Hectare CE
CNPJ: 30248180000196
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 5 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do HCTR11.
Resumo Fundamentalista de HCTR11
O ativo HCTR11 (Fundo de Investimento Imobiliario Hectare CE) está sendo negociado hoje a R$ 13,00, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 12,51 e a máxima de R$ 23,30. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 25.38% e indicador P/VP de 0.12x.
Histórico de Cotação: HCTR11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a HCTR11
O FII HECTARE CE (HCTR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
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FII embolsa R$ 45,7 milhões com venda de imóveis e anuncia dividendos extraordinários; IFIX volta a cair – Money Times
FII embolsa R$ 45,7 milhões com venda de imóveis e anuncia distribuição extraordinária; IFIX volta a cair (Imagem: iStock/Edson Souza) O fundo imobiliário Brasil Varejo (BVAR11) anunciou, por meio de fato relevante, que fará uma distribuição extraordinária aos cotistas após ter recebido R$ 45,75 milhões referentes à terceira parcela da venda de cinco imóveis do seu portfólio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o comunicado divulgado ao mercado, o valor que o veículo recebeu equivale a R$ 73,13 por cota, considerando os papéis atualmente em circulação. Os ativos vendidos estão localizados em Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Diadema (SP) e São Paulo (SP). A operação foi anunciada originalmente em outubro de 2025 e envolveu a venda dos cinco empreendimentos por R$ 141,41 milhões. Na estrutura definida na época, o pagamento foi dividido em quatro parcelas. A primeira foi paga na data das escrituras por meio de compensação de créditos, enquanto a segunda estava prevista para seis meses depois. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já a terceira, recebida agora, teria vencimento para 12 meses após as escrituras. A quarta, por sua vez, foi prevista para 18 meses. Apesar de ter confirmado que fará uma distribuição extraordinária, o BVAR11 ainda não informou o valor dos rendimentos líquidos, já que serão descontados os custos e despesas relacionados à transação. O fundo prevê anunciar o montante em 28 de setembro de 2026, com pagamento marcado para 6 de outubro. Desempenho do IFIX Ainda no mercado de FIIs, o IFIX, principal índice da indústria na B3, encerrou a última terça-feira (22) aos 3.746,30 pontos, com queda de 0,41%, após três pregões consecutivos de avanço. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Desde o início de setembro, o indicador acumula desvalorização de 0,44%, enquanto, no acumulado de 2026, recua 0,77%. Destaques do último pregão (22) O BLMG11 liderou as altas, com avanço de 8,59%. Na sequência, o ICRI11 subiu 3,43%, enquanto o FATN11 ganhou 2,90%. Ticker Variação Último BLMG11 +8,59% R$ 34,75 ICRI11 +3,43% R$ 89,85 FATN11 +2,90% R$ 83,86 MFII11 +2,83% R$ 40,00 HCTR11 +1,72% R$ 13,00 Já o MCRE11 liderou as quedas, com recuo de 2,89%. Na sequência, o VGIP11 caiu 2,72%, enquanto o ITRI11 recuou 2,32%. Ticker Variação Último MCRE11 -2,89% R$ 7,72 VGIP11 -2,72% R$ 73,29 ITRI11 -2,32% R$ 76,73 JSCR11 -2,24% R$ 7,85 GZIT11 -2,23% R$ 36,81 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Dividendos de 33 FIIs superam CDI após nova queda da Selic, mas cotas decepcionam
Publicidade O Copom reduziu a Selic para 13,75% ao ano nesta quarta-feira (16), em mais um corte do ciclo iniciado em março. Com o CDI em torno de 13,60%, o número de fundos imobiliários do Ifix que superam a renda fixa em dividend yield (retorno apenas de dividendos) chega a 33, segundo dados da Economatica. Em abril, quando a Selic ainda estava em 14,50%, eram vinte e três. O crescimento do grupo se dá de forma mecânica porque, à medida que a Selic recua, a régua desce e mais fundos passam por cima dela sem precisar melhorar a distribuição. Os dados mostram também que, em 28 dos 33 fundos, a cota se desvalorizou nos últimos 12 meses. Na prática, o rendimento mensal fez todo o trabalho de manter o investidor no azul, e em dez casos nem isso foi suficiente. O levantamento considera o dividend yield calculado sobre a cotação de um ano atrás, o que superestima o retorno de quem compra hoje nos fundos cuja cota caiu. E a projeção só vale se a política de distribuição se mantiver, algo que merece atenção em fundos que receberam indenizações ou venderam ativos no período. O Ourinvest JPP lidera o ranking. É um fundo de papel com carteira concentrada em certificados de recebíveis imobiliários, gerido pela JPP Capital, que foi o FII de melhor desempenho entre janeiro e maio antes de devolver boa parte do ganho. A cota negocia bem abaixo do valor patrimonial e recuou ao longo do ano, o que responde por parte do yield elevado. O Life Capital Partners aparece em segundo com retorno total ligeiramente negativo. O fundo atua em crédito para loteamentos e projetos de primeira residência, com forte exposição à região Sul, e tem carteira bastante concentrada, já que poucos ativos respondem por praticamente todo o patrimônio. A distribuição mensal recuou em relação ao ano passado e a cota também cedeu. O Tellus Rio Bravo Renda Logística é o caso que mais exige atenção do investidor. O yield acima de 16% não vem da operação, e sim de indenizações recebidas depois que os Correios rescindiram unilateralmente o contrato atípico de um galpão em Contagem, em Minas Gerais. O fundo cobra na Justiça o valor remanescente do contrato. Os proventos distribuídos neste ano superam com folga os do ano passado por causa desses recebimentos pontuais, mas o rendimento mensal mais recente equivale a um yield bem abaixo do CDI. Quem comprar agora esperando a distribuição histórica tende a se frustrar. Continua depois da publicidade O Valora CRI CDI é o retrato do dilema dos fundos pós-fixados. Com carteira quase integralmente atrelada ao CDI, ele entregou retorno acima da média da lista e preservou a cota, mas é justamente o perfil que mais perde com a continuidade do ciclo de cortes. Cada nova redução da Selic comprime diretamente o rendimento distribuído. Entre os maiores rendimentos, que superam 15% ao ano, o Manatí Capital é o único que combinou dividendo elevado com valorização real da cota. O fundo opera com crédito estruturado, modalidade em que entra em operações de retorno mais alto do que os CRIs tradicionais, e encerrou o ano passado como o maior pagador de proventos entre os hedge funds imobiliários. A estratégia, no entanto, carrega risco de crédito superior ao da média da indústria. Fundo DY 12m Retorno total Variação da cota Ourinvest JPP (OUJP11) 17,90% +3,43% -13,52% Life Capital Partners (LIFE11) 17,02% -0,57% -16,67% Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) 16,13% -3,52% -16,99% Valora CRI CDI (VGIR11) 15,70% +15,91% -0,94% Manatí Capital (MANA11) 15,49% +21,63% +4,77% Iridium (IRIM11) 15,44% +6,95% -8,04% Gazit Malls (GZIT11) 15,13% -5,80% -19,06% Polo Crédito Imobiliário (PORD11) 15,03% +20,22% +4,04% Banestes Recebíveis (BCRI11) 14,99% -1,93% -15,65% Mauá Capital Real Estate (MCRE11) 14,89% +4,81% -9,20% Habitat Recebíveis (HABT11) 14,84% -2,08% -16,09% Devant Recebíveis (DEVA11) 14,81% -24,38% -36,72% Hectare CE (HCTR11) 14,78% -31,23% -42,20% Cyrela Crédito (CYCR11) 14,71% +10,74% -4,16% Riza Akin (RZAK11) 14,64% +11,42% -3,47% Vectis Juros Real (VCJR11) 14,57% -1,11% -14,84% HSI Ativos Financeiros (HSAF11) 14,52% +12,59% -2,55% Tellus Properties (TEPP11) 14,43% +5,43% -8,17% Riza Arctium (RZAT11) 14,40% +13,13% -1,78% Suno Fundo de Fundos (SNFF11) 14,39% +15,39% +0,42% Pátria Top Offices (TOPP11) 14,38% +7,09% -7,18% Suno Recebíveis (SNCI11) 14,18% +11,66% -2,85% Green Towers (GTWR11) 14,13% +16,01% +1,57% BTG Pactual Shoppings (BPML11) 14,10% +24,51% +9,57% SPX Real Estate (SPXS11) 14,03% +0,40% -13,08% Kinea Oportunidades (KORE11) 14,01% +7,45% -6,50% Pátria Crédito Estruturado, ex-RBR (RBRY11) 13,99% -0,65% -13,97% Suno Energias Limpas (SNEL11) 13,94% +7,27% -6,85% Kinea Unique HY CDI (KNUQ11) 13,92% +12,58% -2,05% BTG Real Estate Hedge Fund (BTHF11) 13,82% +13,60% -0,46% Tivio Renda Imobiliária (TVRI11) 13,73% +8,09% -5,28% RBR Premium Recebíveis (RPRI11) 13,71% -1,30% -14,10% Clave Índice de Preços (CLIN11) 13,63% +10,13% -3,67% Fonte: Economatica. Levantamento considera fundos do Ifix com fechamento de 15/09/2026. O DY foi calculado sobre a cotação de 12 meses atrás. O retorno total inclui proventos e variação da cota; a última coluna mostra apenas a variação da cota. Ficaram de fora os fundos cujo yield praticamente empata com o CDI Olhe além do yield O rendimento mensal diz respeito ao passado. Antes de comprar pensando em renda, vale checar se a distribuição vem do resultado recorrente da carteira ou de eventos isolados, como venda de imóvel ou indenização judicial, e qual a exposição do fundo ao CDI, já que fundos pós-fixados tendem a distribuir menos conforme a Selic cai. Um yield muito acima da média costuma indicar que a cota caiu por algum motivo, e esse motivo raramente desaparece sozinho. Continua depois da publicidade Dois fundos da lista, por exemplo, acumulam perdas superiores a 20% mesmo somando os proventos. Devant e Hectare aparecem com dividend yield acima de 14% porque as cotas derreteram, não porque estejam distribuindo bem. Um dos exemplos ficou até fora do levantamento: o Cartesia Recebíveis liderava o ranking de abril, quando já surgiam dúvidas sobre o risco de concentração da carteira em ativos de incorporação após a reprecificação de CRIs do portfólio. O fundo perdeu mais de 70% do valor nos últimos 12 meses, mesmo considerando os rendimentos pagos, e hoje nem sequer bate o CDI. Os fundos Mérito, TG Ativo Real e Urca Prime seguem trajetória parecida.
Fundo imobiliário vende imóvel por R$ 41 milhões e estima lucro de R$ 3,44 por cota; IFIX recua – Money Times
Fundo imobiliário vende imóvel por R$ 41 milhões e estima lucro de R$ 3,44 por cota; IFIX recua (Imagem: watchara ritjan/istock) O fundo imobiliário TRX Real Estate II (TRXB11) concluiu a venda de um imóvel localizado em Goiânia (GO) por R$ 41 milhões, mostra fato relevante divulgado ao mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o documento, a operação gerou um lucro estimado de R$ 14 milhões, o equivalente a R$ 3,44 por cota do FII. O valor corresponde a um ganho de aproximadamente 11,32% sobre o último laudo de avaliação do ativo e representa uma taxa interna de retorno (TIR) projetada em 13,08% ao ano. O imóvel foi vendido com pagamento dividido entre uma parcela inicial e valores a receber nos próximos anos. Do total, R$ 19,39 milhões foram pagos como sinal, enquanto R$ 1,11 milhão será quitado em até cinco dias úteis após a formalização do aditamento ao contrato de locação, que transfere a posição de locador para o comprador. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já R$ 8,2 milhões serão pagos em duas prestações semestrais de R$ 4,1 milhões cada, corrigidas pela variação do IPCA. A primeira vence em 16 de março de 2027 e a segunda, em 16 de setembro de 2027. Os R$ 12,3 milhões restantes também serão corrigidos pela inflação e têm pagamento previsto para 16 de março de 2028. Lucro para o TRXF11 De acordo com o fato relevante, a operação permite ao TRXB11 reduzir sua alavancagem por meio do pré-pagamento de uma Cédula de Crédito Imobiliário (CCI) relacionada ao Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) usado para financiar a aquisição do imóvel. O valor da dívida é de aproximadamente R$ 22 milhões. O preço de venda equivale ainda a um cap rate (taxa de capitalização) de 6,52%, considerando o aluguel mensal vigente na época da assinatura do memorando de entendimentos (MoU). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o fundo imobiliário TRX Real Estate (TRXF11), que é controlador e maior investidor do TRXB11, a expectativa da administradora e da gestora é de que a venda represente um lucro de aproximadamente R$ 0,21 por cota. Desempenho do IFIX Ainda no mercado de FIIs, o IFIX, principal índice da indústria na B3, encerrou a quarta-feira (16) aos 3.742,57 pontos, com queda de 0,06%. Desde o início de setembro, porém, o indicador acumula desvalorização de 0,54%, enquanto, no acumulado de 2026, recua 0,87%. Destaques do último pregão (16) O TOPP11 liderou as altas, com valorização de 2,59%. Na sequência, o GZIT11 ganhou 2,10%, enquanto o RBRP11 subiu 1,62%. Ticker Var. Último TOPP11 +2,59% R$ 64,90 GZIT11 +2,10% R$ 37,02 RBRP11 +1,62% R$ 49,50 BPML11 +1,27% R$ 86,88 CCME11 +1,14% R$ 8,90 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O BLMG11 liderou as quedas, com desvalorização de 1,74%. Na sequência, o HCTR11 recuou 1,63%, enquanto o TRBL11 caiu 1,50%. Ticker Var. Último BLMG11 -1,74% R$ 31,08 HCTR11 -1,63% R$ 12,69 TRBL11 -1,50% R$ 49,87 JSRE11 -1,36% R$ 59,67 PVBI11 -1,32% R$ 66,51 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre HCTR11
Qual é a cotação de HCTR11 hoje na B3?
Quanto a HCTR11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de HCTR11?
O que significa o P/L e o P/VP de HCTR11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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