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Atualizado: 20/06/2026

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Ethereum (ETH) cai mais de 40% no ano. Até onde vai a queda? Analistas apontam perda de ‘força e suporte decisivo’ – Money Times
Bitcoin 20/06/2026

Ethereum (ETH) cai mais de 40% no ano. Até onde vai a queda? Analistas apontam perda de ‘força e suporte decisivo’ – Money Times

Ethereum (ETH) em alta. (Imagem Gemini Pro) O Ethereum (ETH)até esboçou uma reação após atingir mínimas recentes, mas ainda enfrenta dificuldades para superar resistências relevantes e reverter a tendência de baixa no curto e médio prazo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Quem afirma isso são os analistas Lucas Costa e Gabriela Sporch, do BTG Pactual, que publicaram um relatório comentando o preço das principais criptomoedas do mundo. “No gráfico diário, o destaque fica para a região dos US$ 1.850, que coincide com a base da consolidação observada entre fevereiro e março deste ano. Esse patamar passa a ser uma resistência importante após ter sido perdido durante a aceleração da queda”, escrevem. Nesta sexta-feira (19), por volta das 15h30, o token ETH era negociado na casa dos US$ 1.700, com uma alta de 1,14% nas últimas 24h. No acumulado do ano, a desvalorização da criptomoeda chega a 42,64%, segundo o Coin Market Cap. Até onde vai o preço do Ethereum (ETH)? Atualmente, o ativo permanece negociado próximo dos menores patamares observados desde abril de 2025, evidenciando a fragilidade da demanda. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Assim, a região dos US$ 1.850 é o ponto de atenção dos analistas que afirmam que, enquanto o Ethereum não conseguir se sustentar acima desse patamar, a leitura técnica segue cautelosa. “Para uma melhora mais consistente do cenário técnico, será importante observar a manutenção dos preços acima de 1.550 e, posteriormente, a recuperação da faixa dos 1.850, sinalizando retomada gradual da demanda pelo ativo” dizem os analistas. Do lado oposto, o principal suporte está localizado próximo de US$ 1.550, considerado um ponto-chave para os compradores. Caso esse nível seja perdido, o mercado pode ganhar novo impulso negativo, abrindo espaço para quedas em direção ao fundo mais recente, por volta de US$ 1.360. Indicadores técnicos também reforçam o cenário de atenção. O Índice de Força Relativa (RSI, na sigla em inglês) saiu da zona de sobrevenda após a recuperação recente, sugerindo uma redução na pressão vendedora. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No entanto, o indicador ainda não demonstra um avanço claro do momentum comprador, o que mantém dúvidas sobre a sustentação de um movimento de alta mais consistente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Co-diretora executiva da Ethereum Foundation abandona projeto, acompanhando outros desenvolvedores
Criptomoedas 20/06/2026

Co-diretora executiva da Ethereum Foundation abandona projeto, acompanhando outros desenvolvedores

Hsiao-Wei Wang, nomeada como co-diretora executiva da Ethereum Foundation em abril de 2025, anunciou na quinta-feira (18) que está deixando o projeto. Sua saída é mais uma entre tantas enfrentadas pelo Ethereum. Em fevereiro, Tomasz Stanczak, que atuava como co-diretor ao lado de Wang, também deixou o seu cargo. Além da dupla, a Fundação também viu a saída de outros nomes famosos como Josh Stark, Carl Beek e Julian Ma recentemente. Nos gráficos, o Ethereum opera em forte queda, perdendo 41,5% de seu valor em relação ao início do ano, sendo negociado a US$ 1.730 no momento desta redação. Ganhe R$ 50 em Bitcoin direto na sua conta. Abra sua conta na Mynt e receba o cashback. Use o cupom:LIVE50 Abra sua conta na Mynt e receba o cashback. Use o cupom:LIVE50 Mynt.com.br Crise na Ethereum Foundation continua Em nota divulgada em suas redes sociais, Hsiao-Wei Wang explica que sua saída é um reflexo sobre as suas prioridades e o que ela deseja construir daqui para frente. “Após meu sabático, decidi deixar o cargo de codiretora executiva e membro do conselho da Ethereum Foundation, com efeito imediato.” Reconhecendo que “o Ethereum foi maior do que qualquer cargo”, a ex-co-diretora executiva da Fundação aponta que a decisão é “um passo para trás”, mas que espera passar mais tempo perto de casa e continuar contribuindo para o projeto dentro ou fora da EF. “A todos na EF e em toda a comunidade Ethereum que tornaram essa jornada significativa, memorável e muitas vezes inesperadamente divertida: obrigado. Sou grata pela dedicação, integridade e cuidado que tantas pessoas trouxeram para esse trabalho.” After my sabbatical, I have decided to step down as co-executive director and board member of the Ethereum Foundation (@ethereumfndn), effective today. That time gave me space to reflect on my priorities and the kind of life I want to build next. During my break, Bastian… — hww.eth | Hsiao-Wei Wang (@hwwonx) June 18, 2026 Em meio às saídas, Vitalik Buterin, fundador do Ethereum, afirmou que a Fundação deve ser “menor e mais duradoura”. Um dos motivos seria o caixa da empresa encolhendo ano a ano. Portanto, essas renúncias também podem ser interpretadas como demissões focadas no corte de gastos. Preço do Ethereum reflete encolhimento da EF O Ethereum foi amplamente criticado por seus investidores após não acompanhar a alta do Bitcoin no último ciclo. Somado a isso, a criptomoeda perdeu o suporte dos US$ 2.000 recentemente, chegando a ser brevemente ultrapassado pelo USDT em valor de mercado. Em relação ao seu topo histórico, o Ethereum opera em queda de 65%. Ethereum enfrenta mais um ciclo de baixa, sendo negociado na faixa dos US$ 1.730. Fonte: TradingView. No entanto, outras criptomoedas também estão sendo pressionadas. O próprio Bitcoin, por exemplo, opera em queda de 49,3% em relação ao topo de outubro. Já criptomoedas menores apresentam resultados ainda piores no período.

Microsoft descobre malware que se espalha por USB e rouba carteiras de criptomoedas desde fevereiro
Criptomoedas 20/06/2026

Microsoft descobre malware que se espalha por USB e rouba carteiras de criptomoedas desde fevereiro

Microsoft identificou vírus que se propaga por pendrives, monitora área de transferência e desvia fundos de carteiras de Bitcoin e Ethereum sem que o usuário perceba. Um tipo de malware que se espalha por pendrives USB infecta computadores com Windows e rouba criptomoedas desde fevereiro deste ano. A Microsoft publicou um relatório técnico detalhando a ameaça, classificada pelo antivírus Defender como Trojan:Win32/CryptoBandits. O mecanismo é engenhoso: combina propagação física por dispositivos removíveis com roubo digital de chaves privadas e seed phrases. Diferente de ataques que dependem de links de phishing ou downloads maliciosos, esse vírus usa um vetor que muitos consideram ultrapassado: o bom e velho pendrive. E é justamente nessa falsa sensação de segurança que mora o perigo. Como o malware por USB funciona na prática O processo começa quando um usuário conecta um pendrive infectado ao computador. Dentro do dispositivo, há um arquivo de atalho (.lnk) que, ao ser clicado, instala um worm no sistema operacional. Uma vez dentro da máquina, o malware executa duas funções simultâneas. Cursos BlockTrends Aprenda cripto do zero, sem pagar nada. Dezenas de cursos em vídeo, do primeiro satoshi à análise avançada. Comece agora, no seu ritmo. Ver cursos grátis → ● 100% grátis Fundamentos Cripto 7 cursos · 31 aulas Trader Cripto 18 cursos · 80 aulas Soberania Bitcoin 10 cursos · 44 aulas 3 trilhas grátis A primeira é o roubo propriamente dito. O vírus monitora a área de transferência do Windows, aquela memória temporária usada para copiar e colar, a cada 500 milissegundos. Quando o usuário copia uma seed phrase ou chave privada de uma carteira de Bitcoin ou Ethereum, o malware captura os dados e os envia para um servidor controlado pelo atacante via rede Tor, que garante anonimato. Além disso, tira cinco capturas de tela, com intervalos de dez segundos, e também as envia. A segunda função é a substituição de endereços. Se o usuário copiar um endereço de carteira para enviar fundos, o worm troca silenciosamente esse endereço por um pertencente ao atacante. A troca acontece antes que o usuário cole o endereço, sem qualquer indicação visual. O resultado: a transferência vai para o criminoso, e a vítima só descobre quando já perdeu os fundos. Esse tipo de ataque, conhecido como “crypto clipper”, não é novo. Mas a combinação com propagação por USB amplia o alcance de forma considerável, como já abordamos em nossas análises sobre cibersegurança. A propagação silenciosa por pendrives limpos O que torna o CryptoBandits particularmente perigoso é sua capacidade de autopropagação. Quando um pendrive limpo é conectado ao computador infectado, o malware escaneia os arquivos existentes no dispositivo: documentos Word, planilhas Excel, PDFs. Em seguida, substitui todos por arquivos de atalho (.lnk) com os mesmos nomes dos originais. O usuário que empresta ou compartilha esse pendrive não percebe a diferença. Os ícones parecem normais. Os nomes dos arquivos são idênticos. Mas quando alguém clica em qualquer um deles em outro computador, o ciclo recomeça: instalação do worm, monitoramento da área de transferência, roubo de dados, infecção de novos dispositivos. Esse modelo de propagação lembra ameaças que dominaram o cenário de segurança digital na década passada, como o Stuxnet. A diferença é que agora o alvo não são instalações industriais. São carteiras de criptomoedas de pessoas comuns. Quem está em risco e qual o impacto potencial O risco é maior para quem opera com carteiras quentes em computadores Windows e tem o hábito de usar pendrives para transferir arquivos. Ambientes corporativos, coworkings e universidades, onde o compartilhamento de dispositivos USB é rotineiro, são terrenos férteis para esse tipo de ataque. Não há dados oficiais sobre o volume financeiro desviado até o momento. Mas o fato de o malware estar ativo desde fevereiro sem detecção massiva sugere que os atacantes priorizaram a discrição. Carteiras de autocustódia, tão elogiadas por eliminarem intermediários, tornam-se vulneráveis quando o dispositivo que as acessa está comprometido. Segundo o relatório da Microsoft, os dados roubados são enviados por meio de proxies locais na rede Tor, usando a porta 9050. A empresa publicou uma lista de indicadores de comprometimento, incluindo hashes de arquivos e domínios .onion usados como servidores de comando e controle, para que equipes de segurança possam verificar suas redes. Como se proteger do CryptoBandits A Microsoft recomenda uma série de medidas preventivas. A primeira e mais direta: desabilitar o AutoRun para mídias removíveis. Esse recurso, que executa automaticamente programas ao conectar um dispositivo, é o principal ponto de entrada do malware. Outras recomendações incluem bloquear a execução de arquivos .lnk em unidades USB por meio de políticas de grupo (Group Policy), restringir hosts de script como wscript.exe e cscript.exe, e manter o Microsoft Defender atualizado. Quem usa o Defender pode rodar consultas de hunting para verificar atividades suspeitas, especialmente conexões à porta 9050. Para quem lida com criptomoedas, a orientação vai além. Verificar manualmente o endereço de destino antes de confirmar qualquer transação é fundamental. Comparar os primeiros e últimos caracteres do endereço colado com o original pode evitar perdas irreversíveis. O uso de hardware wallets, que assinam transações offline, reduz drasticamente a superfície de ataque. Como discutimos em nossa cobertura sobre segurança financeira digital, a autocustódia exige responsabilidade técnica proporcional. O que esse ataque revela sobre o cenário de ameaças O CryptoBandits ilustra uma tendência que se consolida no cenário de cibersegurança: a sofisticação de ataques direcionados a detentores de criptomoedas. Enquanto exchanges investem milhões em infraestrutura de segurança, o elo mais fraco continua sendo o dispositivo do usuário final. A escolha do USB como vetor é estratégica. Em um mundo obcecado por phishing via e-mail e links maliciosos, dispositivos físicos recebem menos atenção das soluções de segurança. O malware explora exatamente essa brecha de percepção. O uso da rede Tor para exfiltração de dados e o padrão de captura de tela sequencial indicam um nível de planejamento que vai além de scripts amadores. É um ataque pensado para operar em silêncio, coletar o máximo de informação possível e se espalhar organicamente. O cenário reforça uma máxima que vale para qualquer pessoa com exposição a ativos digitais: segurança não é um produto, é um comportamento. E começa por desconfiar até do pendrive que você mesmo formatou.