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Atualizado: 20/06/2026

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Autoridades brasileiras e FBI compartilham técnicas de rastreio de criptomoedas
Criptomoedas 20/06/2026

Autoridades brasileiras e FBI compartilham técnicas de rastreio de criptomoedas

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) organizou o 3º Encontro Técnico de Compartilhamento de Boas Práticas em Brasília, um evento que abordou investigações em andamento e ocorreu entre os dias 9 e 11 de junho. A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) comandou as atividades ao longo dos três dias de reuniões. Os profissionais discutiram, entre os vários temas, o aumento das táticas criminosas baseadas no uso de criptomoedas no país. Ganhe R$ 50 em Bitcoin direto na sua conta. Abra sua conta na Mynt e receba o cashback. Use o cupom:LIVE50 Abra sua conta na Mynt e receba o cashback. Use o cupom:LIVE50 Mynt.com.br Desta forma, o fórum uniu agentes do sistema de justiça nacional e tropas com experiência em operações cibernéticas. O objetivo envolve combater fraudes organizadas e o comércio paralelo no ecossistema das inovações digitais. Agências compartilham técnicas avançadas de rastreio de criptomoedas O encontro uniu esforços do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) e do Instituto de Direito Público (IDP). A união ampliou os debates sobre o cerco ao dinheiro do crime por vias tecnológicas. Participantes do Brasil trocaram dados valiosos com a equipe do Federal Bureau of Investigation (FBI). O serviço secreto dos Estados Unidos enviou especialistas de alto escalão para auxiliar nos debates abertos. Profissionais da área de persecução penal discutiram estudos de casos concretos mediados pelas instituições estrangeiras convidadas. As forças aliadas debateram táticas complexas sobre a tecnologia blockchain ao longo do cronograma fixado. Debates fortalecem atuação do Estado contra a criminalidade virtual A pauta do evento buscou traçar caminhos para a recuperação de patrimônio subtraído por grupos ilegais. Oficiais do Ministério Público Federal (MPF) participaram de perto para compreender os ritos de conformidade. Membros da Escola Nacional de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro testaram ferramentas nas simulações de rotina policial. O último dia do programa exigiu foco na aplicação de táticas modernas de investigação financeira. A lavagem de dinheiro atrai bandidos que buscam esconder capital no mercado dos criptoativos sem deixar vestígios. Além disso, o anonimato na visão das autoridades estimula crimes contra a sociedade em redes globais. Casos graves como a exploração de crianças ligam os alertas das autoridades por todos os cantos do planeta. A integração entre polícias e procuradores quer garantir uma barreira contra as quadrilhas sofisticadas. As ferramentas digitais exigem treinamento constante dos oficiais encarregados da proteção do povo nas ruas. Deste modo, o intercâmbio de vivências atualiza os processos internos de cada batalhão.

Polymarket aponta Bitcoin entre US$ 54 mil e US$ 62 mil até sexta
Bitcoin 20/06/2026

Polymarket aponta Bitcoin entre US$ 54 mil e US$ 62 mil até sexta

Polymarket atribui 100% de probabilidade ao BTC entre US$ 54 mil e US$ 58 mil Probabilidade de BTC acima de US$ 64 mil cai para dígito único Fear and Greed Index em 22 sinaliza capitulação do varejo Os mercados de previsão estão fechando o cerco sobre o Bitcoin. Na Polymarket, as apostas se concentram em uma faixa estreita entre US$ 54 mil e US$ 62 mil para o fechamento desta sexta-feira, em um sinal de que traders descartam tanto um rali sustentado quanto uma queda profunda no curtíssimo prazo. A leitura do mercado binário da Polymarket mostra probabilidade implícita de 100% para o BTC permanecer entre US$ 54 mil e US$ 58 mil até o encerramento semanal. Acima disso, a curva afunda. A chance cai para 75% no nível de US$ 62 mil e despenca para um dígito único quando o alvo vira US$ 64 mil ou mais. No momento, o Bitcoin é negociado a US$ 63.240, ou cerca de R$ 328 mil, com alta de 1% em 24 horas. O ativo perdeu fôlego depois de tocar US$ 66.449 no início da semana, impulsionado pelo acordo de paz entre Estados Unidos e Irã e pela retomada das entradas nos ETFs à vista. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE ETFs injetam US$ 77 milhões, mas momentum trava O fluxo institucional voltou a aparecer na metade de junho. Os ETFs spot de Bitcoin captaram aproximadamente US$ 77 milhões em um único pregão, revertendo semanas seguidas de saques. Foi o primeiro respiro relevante para gestores que vinham acumulando resgates desde maio. O alívio durou pouco. O preço escorregou de volta para baixo de US$ 64.500, devolvendo parte do ganho. Operadores agora se dividem entre apostar no rompimento da resistência em US$ 67.500 e proteger posições contra um teste do suporte em US$ 61.800. A reversão técnica casa com a leitura do prediction market, o acordo geopolítico e o retorno dos ETFs foram tratados como gatilhos pontuais, não como início de tendência. A divergência entre humor de varejo e posicionamento institucional ficou explícita. O Fear and Greed Index opera em 22 pontos, zona de medo extremo. É um nível compatível com capitulação de pequenos investidores. Já as carteiras de baleias mantêm postura neutra, sem distribuir agressivamente nem acumular em larga escala. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE Saylor, Strategy e vencimento de opções pressionam O quadro técnico ganha outra camada quando se olha para o calendário de derivativos. O vencimento de US$ 13 bilhões em opções de Bitcoin previsto para o fim do mês reforça o viés baixista de curto prazo, com max pain em níveis abaixo do preço atual. Mesas em Chicago e Cingapura têm sinalizado preferência por puts protetivas em strikes entre US$ 58 mil e US$ 60 mil. Há também o efeito Strategy. Compras seguidas de Michael Saylor não conseguiram destravar uma nova perna de alta, e analistas como Ki Young Ju já apontam estagnação estrutural. Esse pano de fundo ajuda a explicar por que a projeção de queda até US$ 59 mil ganhou tração entre traders quantitativos nas últimas semanas. Para o investidor brasileiro, o efeito chega por duas vias. A primeira é o câmbio, com o dólar a R$ 5,1500, qualquer correção em dólar é amplificada em reais nos painéis das exchanges locais. A segunda é a janela macro doméstica. O Copom cortou a Selic para 14,25%, mas o juro real ainda elevado mantém parte da liquidez ancorada em renda fixa, limitando o apetite por risco mesmo entre quem opera cripto regularmente. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE Polymarket vira termômetro paralelo ao CME O uso de prediction markets como referência de probabilidade ganhou peso desde 2024, quando Polymarket e Kalshi passaram a movimentar volumes comparáveis aos de mesas tradicionais em eventos pontuais. A leitura agora compete em precisão com curvas de opções listadas na CME e funciona como termômetro independente do humor de derivativos. O recado desta semana é direto. Enquanto a CME mostra prêmio de volatilidade implícita acima da média de 30 dias, a Polymarket atribui chance praticamente nula a um fechamento semanal acima de US$ 64 mil. Junho 19, na avaliação dos apostadores, deve apenas marcar tempo até o próximo catalisador macro.

Enquanto os principais analistas assumem uma postura pessimista em relação ao Bitcoin, o CEO da Cryptoquant permanece praticamente sozinho
Bitcoin 20/06/2026

Enquanto os principais analistas assumem uma postura pessimista em relação ao Bitcoin, o CEO da Cryptoquant permanece praticamente sozinho

</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Pontos principais: </span></p> <ul> <li><span style="font-weight: 400;">Ki Young Ju, da Cryptoquant, afirma que os principais analistas passaram a ter uma visão pessimista em relação ao Bitcoin, deixando-o como um dos poucos otimistas que prevêem que o BTC chegue a cerca de US$ 70.000 no futuro próximo. </span></li> <li><span style="font-weight: 400;">Ele alerta que a queda do bitcoin pode persistir até o início de 2027, sendo a estagnação um risco maior do que uma queda brusca. </span></li> <li><span style="font-weight: 400;">A Cryptoquant enquadra o consenso pessimista como um indicador de sentimento que poderia se reverter novamente em 2026.</span></li> </ul> <p><span style="font-weight: 400;"> Uma mudança de sentimento entre os profissionais O fundador da empresa de análise on-chain Cryptoquant, Ki Young Ju, disse a seus seguidores nesta semana que “o consenso entre os analistas de Bitcoin atualmente tende para o lado pessimista”, uma avaliação direta do clima nas mesas de operações profissionais após meses de movimentos de preço oscilantes. Em uma postagem posterior, ele enquadrou o sinal menos como uma previsão e mais como um espelho do sentimento coletivo, acrescentando: “Em nível agregado, provavelmente é melhor vê-lo como um indicador do sentimento do mercado. Mesmo quando tentamos selecionar os principais analistas, o resultado ainda tende a se parecer com o sentimento mais amplo do mercado. Para transformar isso em alfa real, precisaríamos filtrar os principais analistas com um histórico sólido.” O pano de fundo de um ano de perdas Ki Young Ju não escondeu a posição em que isso o deixou, apresentando-se como um dos últimos resistentes que ainda apostam em uma recuperação, enquanto os profissionais ao seu redor parecem estar se preparando para mais quedas. A tendência de baixa não surgiu do nada, já que o bitcoin perdeu cerca de US$ 25.000 desde 1º de janeiro, caindo abaixo da marca de US$ 70.000 e arrastando sua participação de mercado para cerca de 58%. A retração apagou grande parte do otimismo que marcou o ciclo anterior e deixou até mesmo os otimistas de longa data se perguntando quando chegará a próxima fase de alta. O diretor da Cryptoquant vem alertando há semanas que o clima de incerteza pode persistir, argumentando que a queda do bitcoin pode se estender até o início de 2027, citando uma cascata de realização de lucros que, historicamente, reduz os retornos dos investidores por cerca de 18 meses antes que se forme um piso duradouro. Essa previsão se baseia na ideia de que o mercado ainda não reconstruiu a reserva de lucro não realizado de que normalmente precisa para alimentar uma alta sustentada. O tédio, e não um colapso, é a maior ameaça Até que essa base seja restaurada, argumenta ele, é mais provável que as recuperações se esvaeçam do que se mantenham — uma dinâmica que ajuda a explicar por que tantos analistas mudaram sua postura de cautelosa para totalmente defensiva. Para Ki Young Ju, o verdadeiro perigo não é um colapso violento, mas uma lenta queda na irrelevância. Nesse sentido, ele tem repetidamente destacado o “tédio do mercado” — ou seja, uma estagnação prolongada que drena a atenção e o capital — como a condição que poderia infligir o dano mais duradouro à trajetória do bitcoin. Essa formulação define dois tipos muito diferentes de cenários de baixa: um deles é uma queda acentuada que elimina a alavancagem e reajusta rapidamente as posições, muitas vezes preparando o terreno para uma recuperação repentina. O outro é um período longo e estável, no qual os preços nem caem nem se recuperam, e os traders simplesmente se afastam. O segundo cenário, segundo ele, é o mais difícil de se escapar, pois não oferece nenhum catalisador óbvio para forçar o capital a voltar ao mercado. Essa preocupação tem implicações práticas para a economia mais ampla de ativos digitais, onde os volumes de negociação, as taxas e os lançamentos de novos projetos tendem a murchar quando os preços permanecem estagnados por longos períodos. Um otimista solitário lê o sentimento do mercado A disposição de Ki Young Ju de se diferenciar de seus colegas é, de certa forma, o próprio objetivo de observar o sentimento do mercado. Indicadores como o que ele descreve são mais úteis em situações extremas; ou seja, quando quase todos estão pessimistas, o próprio consenso pode se tornar um sinal contrarian, pois os vendedores já venderam grande parte de suas posições. Se essa interpretação vai dar certo depende de fatores que, em grande parte, estão fora do controle de qualquer analista individual, incluindo a liquidez macroeconômica, o apetite dos investidores institucionais e se o bitcoin conseguirá recuperar o domínio que perdeu nos últimos meses.