VINO11 Vinci Offices Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Vinci Offices Fundo de Investimento Imobiliario
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 5 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Sede Globo SP Imóveis para renda acabados | Rua Evandro Carlos de Andrade, 160, São Paulo - SP | 39.050 m² | 0,00% | 56,77% |
| BMA Corporate Imóveis para renda acabados | Largo do Ibam, 1, Humaitá, Rio de Janeiro/RJ | 8.264 m² | 4,93% | 13,00% |
| BM336 Imóveis para renda acabados | Av. Bartolomeu Mitre, 336 CEP: 22.431-002 Rio de Janeiro - RJ - Brasil | 4.916 m² | 0,00% | 12,00% |
| Haddock Lobo Imóveis para renda acabados | Rua Haddock Lobo, nº 347, São Paulo - SP | 8.140 m² | 55,46% | 4,19% |
| Edíficio Cardeal Corporate Imóveis para renda acabados | Rua Cardeal Arcoverde nº 563, São Paulo - SP | 2.682 m² | 0,00% | 4,10% |
| Brooklyn Business Square Imóveis para renda acabados | Rua Jaceru, 154, Vila Gertrudes, São Paulo/SP | 5.379 m² | 19,83% | 3,88% |
| LAB 1404 Imóveis para renda acabados | Rua Mourato Coelho, 1404, na Vila Madalena, São Paulo/SP. | 6.874 m² | 0,00% | 3,38% |
| Vita Corá Imóveis para renda acabados | Rua Corá, 2175, São Paulo/SP | 6.450 m² | 24,43% | 1,50% |
| Oscar Freire 585 Imóveis para renda acabados | Rua Oscar Freire, 585, Jardim Paulista, São Paulo/SP | 6.145 m² | 0,00% | 1,18% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
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Resumo Fundamentalista de VINO11
O ativo VINO11 (Vinci Offices Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 4,27, acumulando uma variação de -0.23% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 4,17 e a máxima de R$ 5,60. O fundo atua no segmento de Tijolo - Lajes Corporativas, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 0.37x.
Histórico de Cotação: VINO11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a VINO11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Lajes Corporativas
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TRXF11 amplia portfólio com imóveis e shoppings
O TRX Real Estate Fundo de Investimento Imobiliário (TRXF11) anunciou uma série de aquisições e compromissos de compra envolvendo imóveis logísticos, edifícios corporativos e participações em shopping centers. As operações abrangem ativos em São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul. Entre as transações, estão a aquisição de participações em imóveis já locados, a conclusão de operações anteriormente anunciadas e novos compromissos de compra ainda sujeitos a condições previstas nos contratos. Imóvel locado para a BRF em Curitiba O fundo celebrou a escritura definitiva para adquirir 90,07% de um imóvel localizado na Rodovia BR-277, em Curitiba (PR). O ativo possui cerca de 23,36 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) e está locado para a BRF S.A., que utiliza o imóvel como sede administrativa. O valor da operação é de R$ 103,49 milhões. Desse montante, R$ 10,35 milhões serão pagos em moeda corrente, enquanto R$ 93,14 milhões poderão ser compensados com créditos decorrentes da subscrição e integralização de cotas do TRXF11 pelos vendedores. Segundo o fundo, a operação foi realizada considerando cap rate de 10,25% ao ano, com base nos aluguéis mensais vigentes. O TRXF11 passou a ter a posse indireta da fração adquirida e a receber as receitas de locação correspondentes à sua participação. Participação no LOG Recife II O TRXF11 também concluiu a aquisição de 70% do empreendimento logístico LOG Recife II, em Jaboatão dos Guararapes (PE). A participação corresponde a 48.002,57 m² de ABL, dentro de um empreendimento com 68.575,10 m² de ABL total. O imóvel está locado à SHPX Logística Ltda., empresa que opera a Shopee, em contrato com prazo de 60 meses iniciado em fevereiro de 2025 e vencimento previsto para fevereiro de 2030. O aluguel mensal correspondente à participação adquirida é de R$ 1,43 milhão, sujeito a reajuste anual pelo IPCA. O preço da aquisição foi estabelecido em R$ 210 milhões, sujeito à atualização pelo IPCA entre 15 de agosto de 2026 e o fechamento. No fechamento, R$ 55 milhões foram pagos em dinheiro e R$ 75 milhões foram compensados com créditos relacionados à subscrição e integralização de cotas do fundo pelo vendedor. Os R$ 80 milhões restantes serão pagos em duas parcelas de R$ 40 milhões, corrigidas pelo IPCA. Os vencimentos estão previstos para 30 de dezembro de 2026 e para o 14º mês contado da outorga da escritura. Galpões em Extrema O fundo firmou contrato para adquirir, de forma indireta, a totalidade das ações de uma companhia proprietária dos galpões G100, G200 e G300, em Extrema (MG), pelo preço da aquisição de R$ 424,33 milhões. Metade foi paga na assinatura do contrato, enquanto o saldo será quitado no fechamento da operação. A conclusão depende de condições suspensivas previstas no contrato, como a constituição de um novo fundo imobiliário pela Cy.Capital, a obtenção de recursos para o pagamento do saldo por meio de uma operação de securitização e a quitação do financiamento imobiliário que onera o imóvel. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou previamente a operação sem impor restrições ou condições. Centro logístico na Grande Vitória Outra operação envolve um centro logístico localizado em Viana (ES), na Região Metropolitana da Grande Vitória. O imóvel possui cerca de 184,11 mil m² de ABL e está locado para empresas como DHL, Ybera, Ativa, Super BH e Raia Drogasil. O preço da transação foi estabelecido em R$ 643,56 milhões. Desse total, R$ 337,10 milhões poderão ser compensados com créditos decorrentes da subscrição e integralização de cotas do fundo pelo vendedor. Os R$ 306,46 milhões restantes serão pagos em moeda corrente em até 90 dias após o cumprimento das condições resolutivas previstas no compromisso de venda e compra. O TRXF11 informou que terá inicialmente a posse indireta de 50% do imóvel e receberá as receitas de locação correspondentes a essa participação. A posse direta e integral está condicionada ao pagamento do saldo do preço. A transação considera cap rate de 8,57% ao ano com base nos aluguéis mensais vigentes. Edifícios corporativos em São Paulo O fundo também concluiu operações envolvendo edifícios corporativos em São Paulo, com investimento total de R$ 340,25 milhões. A operação inclui dez unidades autônomas do Subcondomínio Thera Corporate – Torre 3, na Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, além de usufruto sobre o Edifício Morumbi e quotas da HOFC Empreendimentos Imobiliários. Como parte da estrutura, o TRXF11 indicou o HEDGE Renda Corporativa Fundo de Investimento Imobiliário (HRCO) para assumir a posição contratual de comprador. Em contrapartida, o TRXF11 subscreveu e integralizou cotas do novo fundo. No caso das unidades do Thera Corporate, uma parcela de R$ 95,33 milhões foi liquidada por meio de compensação com créditos decorrentes da subscrição de cotas do TRXF11 pelo HEDGE AAA Fundo de Investimento Imobiliário. A parcela final, de R$ 154,01 milhões, tem vencimento previsto para outubro de 2033, com atualização pelo IPCA e juros de 9,20% ao ano. Portfólio de participações em shoppings O TRXF11 celebrou ainda compromisso para adquirir participações em cinco empreendimentos administrados pelo grupo Iguatemi.O portfólio inclui 35,55% do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre (RS); 36% do Iguatemi Alphaville, em Barueri (SP); 10% do Iguatemi Ribeirão Preto; 10% do Iguatemi São José do Rio Preto; e 36% do I Fashion Outlet Novo Hamburgo (RS). O preço total atribuído ao portfólio é de R$ 876,15 milhões. Na data de fechamento, estão previstos R$ 569,50 milhões, dos quais R$ 219,04 milhões serão pagos em dinheiro e R$ 350,46 milhões poderão ser compensados com créditos decorrentes da subscrição e integralização de cotas do TRXF11 pelos vendedores. O saldo de R$ 306,65 milhões será pago em duas parcelas, corrigidas pela variação acumulada da Taxa DI, com vencimentos previstos para 12 e 24 meses após o fechamento. A operação foi aprovada pelo Cade e ainda está sujeita ao cumprimento de condição prevista no compromisso de venda e compra. Três novos ativos logísticos O fundo anunciou também instrumentos para adquirir participações em três empreendimentos logísticos em Minas Gerais e no Espírito Santo, com investimento agregado estimado em R$ 578,33 milhões. Em Itapeva (MG), o TRXF11 adquirirá 50% do Condomínio Log Itapeva, com 59.348,88 m² de ABL, locado à Petlove por contrato com vencimento previsto para setembro de 2033. Em Cariacica (ES), a participação de 50% será adquirida no condomínio logístico CLCR 01, que possui 113.607,06 m² de ABL. Os imóveis estão locados à Azzas, Suzano, Whirlpool e Supporte, conforme diferentes modalidades de contratos. Já em São Sebastião da Bela Vista (MG), o fundo assumirá direitos e obrigações correspondentes a uma participação econômica de 50% em um empreendimento ainda em desenvolvimento. O projeto terá 122.152,92 m² de ABL projetada e será destinado ao Mercado Livre, mediante contrato de locação atípico na modalidade built-to-suit, com prazo de 12 anos. A entrega do projeto está prevista para ocorrer em duas etapas, no quarto trimestre de 2027 e no primeiro trimestre de 2028. Com as operações anunciadas, o TRXF11 amplia sua exposição a diferentes segmentos imobiliários, incluindo logística, escritórios e shopping centers. Parte das transações já foi concluída, enquanto outras dependem do cumprimento de condições contratuais para serem efetivadas.
Operação Crédito Oculto apura participações de Fintechs em esquema que movimentou R$ 11,6 bilhões e teria lavado dinheiro no setor de combustíveis - Times Brasil
Agentes da Receita Federal durante a Operação Crédito Oculto, deflagrada nesta quinta-feira (24) em sete estados. A Receita Federal e o Ministério Público de São Paulo, por meio do Gaeco, deflagraram nesta quinta-feira (24) uma operação contra um esquema suspeito de lavar dinheiro e esconder patrimônio ligado ao setor de combustíveis. A operação mira o Banco Genial e esquema ligado a produção do filme Dark Horse. A Operação Crédito Oculto cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a 13 pessoas e 19 empresas em sete estados. São 26 alvos em São Paulo e outros seis no Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Entre os alvos identificados estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, sócio e diretor do Banco Genial, e Antonio Carlos Freixo Junior, ligado à Entre Investimentos. A investigação também envolve a Usina Itajobi e a distribuidora de combustíveis Terrana. Segundo o Estadão, EntrePay e BK Bank também aparecem entre as fintechs ligadas às estruturas financeiras investigadas. A Receita Federal não cita essas empresas pelo nome na divulgação oficial. Uma das empresas financeiras envolvidas no esquema movimentou cerca de R$ 11,6 bilhões entre 2021 e 2025, segundo a Receita. Os investigadores apontam indícios de que empresas e fundos de investimento foram usados para esconder patrimônio, disfarçar a origem do dinheiro e lavar recursos. A ação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto e também conta com a participação da Secretaria da Fazenda de São Paulo, da Procuradoria-Geral do Estado, da Polícia Militar e da Polícia Civil, além do apoio de unidades do Gaeco de outros seis estados. Leia também: Quem é Humberto Tupinambá, sócio do Banco Genial alvo de operação contra lavagem de dinheiro da máfia dos combustíveis Como funcionava o esquema A investigação aponta que o grupo usava várias empresas e operações financeiras para esconder quem realmente controlava os bens e o dinheiro. Uma dessas estruturas teria sido usada para ocultar os verdadeiros donos de uma usina sucroalcooleira no interior de São Paulo. No papel, a empresa aparecia dividida entre fundos de investimento e companhias aparentemente independentes. Segundo a Receita, porém, os indícios apontam que o controle econômico continuava nas mãos de beneficiários que não apareciam formalmente. Um dos negócios investigados envolve cerca de R$ 370 milhões em direitos creditórios da usina. Parte do dinheiro usado na operação teria vindo de fundos controlados pelo mesmo grupo investigado, segundo a Receita. Para os investigadores, esse caminho do dinheiro ajudava a dar aparência regular às operações e dificultava a identificação de quem estava por trás delas. R$ 100 milhões passaram por fintechs A Receita afirma que essa estrutura foi usada posteriormente para viabilizar a aquisição de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. Segundo a investigação, R$ 100 milhões enviados pela organização criminosa chegaram à conta da usina depois de passar, em poucos minutos, por diferentes contas de três empresas. Essas contas estavam ligadas a fintechs e teriam funcionado apenas como pontos de passagem do dinheiro, dificultando o rastreamento dos recursos. Depois, os R$ 100 milhões foram colocados em um fundo de investimento criado especificamente para a operação. Banco, fundos e empresas de fachada Outra etapa envolveu a compra de um Certificado de Depósito Bancário (CDB) em um banco tradicional. Segundo a Receita, o banco usou os recursos em uma operação ligada à emissão de duas cédulas de crédito para empresas de fachada do próprio grupo investigado. Essas empresas teriam recebido o dinheiro por meio de negócios simulados e sido usadas para esconder os beneficiários finais da aquisição da distribuidora. A investigação também identificou o uso de fundos imobiliários para concentrar imóveis ligados aos investigados. Dessa forma, os bens continuariam sob controle econômico do grupo, mas deixariam de aparecer diretamente no patrimônio das pessoas envolvidas. Estruturas tinham funções diferentes Segundo a Receita, cada parte do esquema exercia uma função. A fintech permitia movimentar e dividir os recursos entre diferentes contas. A usina recebia o dinheiro e o incorporava a uma atividade econômica formal. Os fundos de investimento funcionavam como financiadores, enquanto holdings e outras empresas eram usadas para realizar aquisições e aumentar a distância entre a origem dos recursos e seus verdadeiros beneficiários. A Receita afirma que a investigação encontrou estruturas interligadas de lavagem de dinheiro tanto no setor de combustíveis quanto entre operadores do mercado financeiro. Eu manteria exatamente essa divisão de fontes: Receita para funcionamento e cifras; nomes amplamente confirmados entram normalmente; EntrePay e BK Bank entram apenas naquele parágrafo atribuído ao Estadão. Isso deixa muito claro para o leitor — e juridicamente — qual informação vem de onde. perfeito, so da aquela revisada basica do editor e muda somente o que for muito necessario Faria só ajustes mínimos de precisão e fluidez. O texto já está bom. Eu mudaria basicamente quatro coisas: evitar “sócio e diretor” se a confirmação mais sólida for apenas “executivo”; trocar “negócios envolvendo” por algo mais neutro; enxugar uma repetição de “operação”; e deixar o último parágrafo menos conclusivo. Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo. Siga o Times | CNBC Operação apura esquema que movimentou R$ 11,6 bilhões e teria lavado dinheiro no setor de combustíveis Receita e Gaeco cumprem buscas em sete estados; investigação aponta uso de fintechs, fundos e empresas de fachada para esconder origem de recursos A Receita Federal e o Ministério Público de São Paulo, por meio do Gaeco, deflagraram nesta quinta-feira (24) uma operação contra um esquema suspeito de usar empresas do mercado financeiro para esconder patrimônio e lavar dinheiro ligado ao setor de combustíveis. A Operação Crédito Oculto cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a 13 pessoas e 19 empresas em sete estados. São 26 alvos em São Paulo e outros seis no Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Entre os alvos identificados estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, executivo do Banco Genial, e Antonio Carlos Freixo Junior, ligado à Entre Investimentos. A investigação também envolve a Usina Itajobi e a distribuidora de combustíveis Terrana. Segundo o Estadão, EntrePay e BK Bank também estão entre as fintechs relacionadas às estruturas financeiras investigadas. A Receita não cita nominalmente essas empresas em sua divulgação oficial. Segundo a Receita Federal, uma das empresas financeiras envolvidas no esquema movimentou cerca de R$ 11,6 bilhões entre 2021 e 2025. Os investigadores apontam indícios de que estruturas financeiras e de investimento foram usadas para esconder patrimônio, disfarçar a origem dos recursos e lavar dinheiro. A ação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto e conta também com a participação da Secretaria da Fazenda de São Paulo, Procuradoria-Geral do Estado, Polícia Militar e Polícia Civil, além do apoio de unidades do Gaeco de outros seis estados. Leia também: Quem é Humberto Tupinambá, sócio do Banco Genial alvo de operação contra lavagem de dinheiro da máfia dos combustíveis Como funcionava o esquema A investigação aponta que o grupo usava várias empresas e operações financeiras para esconder quem realmente controlava os bens e o dinheiro. Uma dessas estruturas teria sido usada para ocultar os verdadeiros donos de uma usina sucroalcooleira no interior de São Paulo. No papel, a empresa aparecia dividida entre fundos de investimento e companhias aparentemente independentes. Segundo a Receita, porém, os indícios apontam que o controle econômico continuava nas mãos de beneficiários que não apareciam formalmente. Um dos negócios investigados envolve cerca de R$ 370 milhões em direitos creditórios da usina. Parte do dinheiro usado na operação teria vindo de fundos controlados pelo mesmo grupo investigado, segundo a Receita. Para os investigadores, esse caminho do dinheiro ajudava a dar aparência regular às operações e dificultava a identificação de quem estava por trás delas. R$ 100 milhões passaram por fintechs Segundo a Receita, essa estrutura foi usada depois para ajudar na compra de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. A investigação aponta que R$ 100 milhões enviados pela organização criminosa chegaram à conta da usina depois de passar, em poucos minutos, por contas de três empresas. Essas contas estavam ligadas a fintechs e teriam servido apenas como caminho para o dinheiro, dificultando o rastreamento dos recursos. Depois, os R$ 100 milhões foram colocados em um fundo de investimento criado especificamente para esse negócio. Banco, fundos e empresas de fachada Outra etapa do esquema envolveu a compra de um Certificado de Depósito Bancário (CDB) no Banco Genial. Segundo a investigação, o banco teria usado os recursos em uma operação ligada à emissão de duas cédulas de crédito para empresas de fachada do próprio grupo investigado. Essas empresas teriam recebido o dinheiro por meio de negócios simulados e sido usadas para esconder quem realmente se beneficiava da compra da distribuidora de combustíveis. A investigação também identificou o uso de fundos imobiliários para concentrar imóveis ligados aos investigados. Com isso, os bens continuariam sob controle do grupo, mas deixariam de aparecer diretamente no patrimônio das pessoas envolvidas. Estruturas tinham funções diferentes Segundo a Receita, cada parte do esquema tinha uma função. As fintechs permitiam movimentar e dividir o dinheiro entre diferentes contas. A usina recebia os recursos e os incorporava a uma atividade econômica formal. Os fundos de investimento funcionavam como financiadores, enquanto holdings e outras empresas eram usadas para fazer aquisições e afastar o dinheiro de sua origem. Para a Receita, os elementos reunidos mostram que essas estruturas estavam conectadas e teriam sido usadas para lavar dinheiro no setor de combustíveis, com participação de operadores do mercado financeiro. Relação com a Operação Carbono Oculto A Operação Crédito Oculto é um desdobramento da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025 para investigar sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e atuação do crime organizado no setor de combustíveis e no sistema financeiro. A nova fase aprofunda justamente a parte financeira da investigação. Segundo a Receita Federal, a Crédito Oculto busca entender como empresas, fundos e outras estruturas teriam sido usados para esconder o controle de uma usina, movimentar recursos e viabilizar a compra de uma grande distribuidora de combustíveis. 📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562 🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Fundo imobiliário embolsa R$ 249,3 milhões com venda de escritórios; IFIX aprofunda queda – Money Times
Fundo imobiliário embolsa R$ 249,3 milhões com venda de escritórios; IFIX aprofunda queda (Imagem: istock/ dit26978) O fundo imobiliário Hedge AAA (HAAA11) concluiu a venda de 10 escritórios do subcondomínio Thera Corporate, integrante do complexo Thera One, localizado em São Paulo (SP), por R$ 249,3 milhões, mostra fato relevante divulgado ao mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo o documento, a operação havia sido anunciada em julho deste ano e estava sujeita ao cumprimento de determinadas condições, agora superadas. O comprador originalmente era o TRX Real Estate (TRXF11), que exerceu a chamada cláusula de pessoa a declarar e indicou o Hedge Renda Corporativa (HREC11) para assumir integralmente a posição de adquirente. Como parte da operação, o TRXF11 subscreveu e integralizou cotas do HREC11 e passou a ser cotista do fundo. Como será o pagamento Do total de R$ 249,3 milhões, R$ 95,33 milhões já foram pagos ao HAAA11, sendo o valor quase integralmente compensado pela subscrição, pelo próprio HAAA11, de 1,01 milhão de cotas da 13ª emissão do TRXF11. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os outros R$ 154,01 milhões serão pagos posteriormente, com vencimento em outubro de 2033. Essa parcela será corrigida pela variação positiva acumulada do IPCA e terá juros remuneratórios de 9,20% ao ano. O pagamento dos juros será mensal. Ainda segundo o fato relevante, o HAAA11 poderá ceder esse crédito a terceiros, inclusive a uma companhia securitizadora, em uma operação de true sale. As despesas com ITBI, custas e emolumentos cartorários da transação, além de eventuais custos iniciais e de estruturação de uma securitização, serão arcadas pelo HAAA11. Desempenho do IFIX O IFIX, principal índice dos FIIs na B3, encerrou a última quarta-feira (23) aos 3.732,49 pontos, com queda de 0,37%, no segundo pregão consecutivo no vermelho. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Desde o início de setembro, o indicador acumula desvalorização de 0,81%, enquanto, no acumulado de 2026, recua 1,13%. Destaques do último pregão (23) O BPML11 liderou as altas, com avanço de 7,07%. Na sequência, o BROF11 subiu 1,60%, enquanto o TRXF11 ganhou 1,36%. Ticker Variação Último BPML11 +7,07% R$ 93,09 BROF11 +1,60% R$ 61,01 TRXF11 +1,36% R$ 73,99 ARRI11 +1,05% R$ 4,82 HTMX11 +1,02% R$ 136,14 O TRBL11 liderou as quedas, com recuo de 4,39%. Na sequência, o MFII11 caiu 2,80%, enquanto o GZIT11 recuou 2,20%. Ticker Variação Último TRBL11 -4,39% R$ 48,57 MFII11 -2,80% R$ 38,88 GZIT11 -2,20% R$ 36,00 BLMG11 -1,73% R$ 34,15 VGIP11 -1,69% R$ 72,05 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre VINO11
Qual é a cotação de VINO11 hoje na B3?
Quanto a VINO11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VINO11?
O que significa o P/L e o P/VP de VINO11?
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