VI

VILG11 Vinci Logistica Fundo de Investimento Imobiliario - FII – Cotação Hoje

🏢 FII Tijolo - Logística

Vinci Logistica Fundo de Investimento Imobiliario - FII

CNPJ: 24853044000122

Preço Atual
R$ 91,18
-0.36%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 11/11 (100.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 10.35% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
90 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.84x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.84x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +0.0%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 1.37 bilhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 1.20 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Tijolo - Logística

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2018 (8 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 10.35% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 157,33
Rendimento Anual (12M) R$ 9,44
Margem de Segurança +42.05%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Portfólio de Imóveis & Vacância Física

Total de Imóveis 12 ativos imobiliários
Área Bruta Locável (ABL) 469.315 m² área total locável
Vacância Ponderada
0,44%
ponderada por ABL
Imóveis com Vacância 12 de 12 imóveis
Imóvel & Tipo Endereço / Cidade Área (ABL) Vacância Part. Receita
Extrema Business Park Imóveis para renda acabados Est. Vargem do João Pinto, Fazenda Matão Gleba 2, Extrema - MG 66.940 m² 0,00% 21,16%
Alianza Park Imóveis para renda acabados Rodovia Br 316 - KM 23/24Bairro Campestre - Benevides/PA 53.091 m² 0,00% 13,22%
Galpão Caxias Park Imóveis para renda acabados Rodovia BR-493 (RioMagé), km 3,5, Duque de Caxias - RJ 76.034 m² 1,68% 13,12%
Parque Logístico Pernambuco Imóveis para renda acabados Rodovia Armínio Guilherme, 82 - Ipojuca, PE 70.222 m² 0,00% 11,75%
Castelo 57 Business Park Imóveis para renda acabados Rodovia Castello Branco, km 57, em São Roque, SP 61.242 m² 0,00% 11,49%
CD Cachoeirinha Imóveis para renda acabados Cidade Cachoeirinha, Rio Grande do Sul, RS 118, nº 12760 38.577 m² 0,00% 6,54%
Galpôes em Guarulhos - Airport Town Imóveis para renda acabados R. Almerim, 100, Guarulhos - SP 18.915 m² 0,00% 5,70%
Galpão Eldorado Imóveis para renda acabados Cidade de Eldorado do Sul, na Av. Industrial Belgraf, n° 765 - RS 15.212 m² 0,00% 5,34%
Airport Town Guarulhos III Imóveis para renda acabados Rua Kida, 191 - Guarulhos - São Paulo 16.283 m² 4,91% 4,15%
Galpão Cariacica Imóveis para renda acabados Cidade de Cariacica, n° 10.288, km 290, RD. Governador Mario Covas - ES 16.502 m² 0,00% 4,08%
Galpão BTS/Cremer Imóveis para renda acabados Avenida das Quaresmeiras, n. 200, Pouso Alegre - MG 13.899 m² 0,00% 3,30%
CAJAMAR Imóveis para renda acabados CAJAMAR - MATRÍCULA Nº 91.752 22.400 m² 0,00% 0,17%

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

ITAÚ CORP FEDERAL PLUS RF CP FICFI CRI • Taxa: N/D
R$ 93,56 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do VILG11.

Acessar Relatório CVM Completo
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo VILG11 (Vinci Logistica Fundo de Investimento Imobiliario - FII) está sendo negociado hoje a R$ 91,18, acumulando uma variação de -0.36% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 85,50 e a máxima de R$ 104,89. O fundo atua no segmento de Tijolo - Logística, registrando um Dividend Yield (12M) de 10.35% e indicador P/VP de 0.84x.

Abertura
R$ 91,65
Fec. Ant: R$ 91,18
Variação Dia
Min: R$ 90,67
Max: R$ 91,97
52 Semanas
Mín: R$ 85,50
Máx: R$ 104,89
Volume
13.135
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: VILG11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.84
R$ 108,69
Patrimônio Líquido
R$ 1,37 Bi
Último Rendimento
R$ 0.8200
Pagto: 2026-09-15
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.7867
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 9.4400
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
15,00 Mi
Liquidez Diária
13.135

Sobre a VILG11

Categoria / Segmento
Tijolo - Logística
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O VINCI LOGISTICA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO (VILG11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BRL TRUST DTVM S.A.
CNPJ
13486793000142
Telefone
(11) 3509-0600
Endereço
Rua Alves Guimarães, 1216, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 05410-002
RENDIMENTO R$ 0,8200
Pagamento: 15/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,8200
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,8200
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,8200
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,8200
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,8200
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,8200
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,8000
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,7400
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,7200
Pagamento: 12/12/2025

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Este fundo imobiliário está uma 'pechincha' e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial (Imagem: jabkitticha/ istockphoto) A XP Investimentos recomendou compra para o fundo imobiliário Patria Log (HGLG11), com preço-alvo de R$ 175,25 para as cotas, o que indica um potencial de valorização (upside) de 19% frente ao valor atual, R$ 147,35. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, os analistas Marx Gonçalves e Eduardo Bacelar, responsáveis pelo documento, apontaram que o FII tem passado por um “processo de qualificação do portfólio” bem-sucedido, impulsionado pela reciclagem de ativos considerados menos estratégicos. A dupla destacou que a carteira do veículo é atualmente composta por 41 imóveis performados, que totalizam 2,28 milhões de metros quadrados (m²) de área bruta locável (ABL) distribuídos em oito estados brasileiros e alugados para 188 locatários. Em termos de exposição geográfica, 56,9% da ABL está concentrada em São Paulo, seguida por Minas Gerais (18,3%), Espírito Santo (6%) e Bahia (5,2%). Na avaliação de Gonçalves e Bacelar, embora o fundo ainda apresente exposição acima da média dos pares a galpões logísticos de perfil mais defasado, essa diferença vem diminuindo ao longo do tempo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo eles, as movimentações realizadas no último ano contribuíram significativamente para o aumento da participação do FII em imóveis modernos e de elevada qualidade construtiva. Como resultado, atualmente 41% da ABL do veículo é classificada como AAA, 37%, como AA, 12% como A, 6% como B, e 3% como C. Já sob a ótica setorial, a XP destacou que a receita do HGLG11 apresenta “boa diversificação”, dividida da seguinte maneira: E-commerce (32%); Logística (15%); Automotivo (11%); Varejo (6%); Saúde (4%); Outros segmentos (31%). A corretora apontou ainda que, entre os principais inquilinos, estão empresas de grande porte e consolidadas em suas áreas de atuação, como Mercado Livre (14% da receita contratada), Shopee (7%), Volkswagen (6%) e Electrolux (3%), o que, segundo a casa, “contribui para mitigar o risco de inadimplência do portfólio”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em contrapartida, os analistas chamam a atenção para a presença de 12% da ABL do fundo em regiões beneficiadas por incentivos fiscais, como Serra (ES) e Extrema (MG). “Entendemos que esses mercados exigem monitoramento em razão dos potenciais impactos da reforma tributária sobre os benefícios fiscais locais, que podem levar algumas empresas a reavaliar suas operações logísticas nessas localidades à medida que os incentivos sejam extintos”, escreveram. “Ainda assim, o período de transição da reforma permitirá acompanhar a evolução da dinâmica comercial dessas regiões, cujos fundamentos permanecem bastante favoráveis no momento”, acrescentaram. Contratos e potencial de reajuste A XP também apontou, como um dos pilares para a recomendação de compra, a composição contratual do portfólio do fundo, que é majoritariamente típica (69%) – isto é, com reajustes por indexadores (como IPCA ou IGP-M) e multas rescisórias padrão. Além disso, segundo a corretora, 29% da receita imobiliária do FII poderá passar por revisão até o final deste ano, dos quais 17% já estão em aberto. Outros 22% estão previstos para revisão até o final de 2027. “Consideramos esse cenário favorável no atual contexto do mercado logístico, marcado pela elevada demanda por espaços e pela vacância em níveis mínimos, por ampliar o potencial de captura de reajustes reais nos aluguéis”. “Gestão qualificada e valuation convidativo” CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas também apontaram que o HGLG11 conta com “histórico positivo” de alocação de capital, preservado mesmo após a mudança de gestora. O fundo é administrado pela Genial e atualmente gerido pelo Patria Investimentos. Antes, estava nas mãos do Credit Suisse (CSHG). Segundo a dupla, desde o início de suas operações, em 2011, o FII acumula desempenho superior tanto ao IFIX, índice de referência da classe, quanto aos veículos logísticos que compõem o indicador. “Em nossa avaliação, essa performance positiva reflete, sobretudo, o histórico positivo de alocação de capital, preservado mesmo após a mudança de gestora, que contribuiu para que o fundo negociasse, historicamente, com prêmio tanto em relação ao valor patrimonial quanto aos pares de referência”, afirmaram. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Apesar disso, Gonçalves e Bacelar lembraram que o HGLG11 vem negociando a um múltiplo P/VP (preço sobre valor patrimonial) de 0,89 vez, correspondente a um desconto significativamente superior à média histórica. “Suas cotas vêm sendo negociadas a níveis convidativos sob diferentes métricas de avaliação, com desconto de 10,8% em relação ao VP, potencial de valorização de frente ao nosso preço-alvo e valor implícito de R$ 3.440/m², próximo ao custo de reposição dos ativos e inferior aos valores observados em transações comparáveis”, disseram. De acordo com a XP, a precificação pode estar sendo parcialmente influenciada pelo fluxo vendedor (overhang) na bolsa decorrente da aquisição de ativos do VILG11 com pagamento em cotas. Dividendos Com relação a rendimentos, a corretora espera a manutenção do atual patamar de distribuição, de R$ 1,17 por cota, até meados de 2027, na ausência de fatos novos. Aos preços atuais, o valor corresponde a um dividend yield (DY) anualizado de 9,5%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Essa expectativa é sustentada pela reserva acumulada de R$ 0,93 por cota e pelo resultado recorrente potencial de R$ 1,31 por papel, dos quais R$ 0,13 correspondem a contratos atualmente em período de carência ou desconto, além da perspectiva de recomposição do resultado recorrente com a conclusão de algumas obras em andamento. “Nesse cenário, a distribuição estimada representa um DY anualizado de 9,5%, patamar que consideramos competitivo diante do perfil defensivo e do potencial de valorização do fundo.” Pontos de atenção Entre os principais riscos apontados pela XP para a tese de investimentos, estão as oscilações do mercado, a liquidez das cotas, a vacância dos imóveis e uma potencial inadimplência dos locatários. A vacância, por exemplo, pode reduzir a receita de aluguel e elevar despesas como IPTU e condomínio. Já problemas financeiros dos inquilinos podem afetar os pagamentos e, consequentemente, os dividendos distribuídos aos cotistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

UBS prioriza proteção para carteira do investidor brasileiro
Fundos Imobiliários Brasileiros

UBS prioriza proteção para carteira do investidor brasileiro

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 23/09/2026 - 13:36 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar O banco suíço UBS recomenda proteção para a carteira do investidor brasileiro diante do risco fiscal e da incerteza eleitoral na reta final da corrida presidencial. A instituição prioriza títulos indexados à inflação e diversificação internacional, enquanto mantém cautela com multimercados e títulos prefixados, mesmo após o corte da Selic. O que aconteceu O UBS prioriza a proteção da carteira do investidor brasileiro frente a riscos fiscais e incertezas eleitorais. Títulos indexados à inflação e a diversificação internacional são as únicas classes de ativos com preferência. Multimercados recebem a pior recomendação, enquanto ações e fundos imobiliários ficam com avaliação neutra. Para o braço de gestão de fortunas do UBS, os títulos indexados à inflação são muito atrativos e devem ser peça central das carteiras de longo prazo. O banco afirma em relatório que os juros reais continuam a oferecer compensação substancial em relação aos padrões históricos, ao mesmo tempo em que dão proteção contra o risco de a incerteza fiscal manter as expectativas de inflação elevadas. A diversificação internacional também é colocada no mesmo patamar de atratividade. Para o banco, a combinação de incerteza eleitoral, risco fiscal e prêmios de risco domésticos elevados justifica uma exposição relevante a ações globais e a renda fixa internacional de alta qualidade. O relatório explica que a diversificação internacional continua sendo uma das ferramentas mais eficazes à disposição dos investidores brasileiros para melhorar a resiliência das carteiras. O banco espera que a alta das bolsas globais continue nos próximos seis a 12 meses e vê oportunidades em renda fixa internacional de grau de investimento com prazos intermediários. Entre as commodities, a preferência é pelo cobre, enquanto a prata aparece como menos atrativa. Por que o UBS adota cautela? A recomendação neutra para prefixados se mantém mesmo depois de o Banco Central cortar a Selic mais uma vez, para 13,75% ao ano. O UBS reconhece que esses títulos pagam taxas atrativas e podem se beneficiar da desaceleração da economia, mas vê limites para o ciclo de cortes. Segundo o banco, a comunicação cautelosa do Comitê de Política Monetária (Copom) desaconselha supor um ciclo agressivo de cortes, enquanto a incerteza fiscal, a volatilidade cambial e as expectativas de inflação resistentes podem manter a Selic terminal elevada, conforme apontado no relatório. De acordo com o UBS, os preços atuais embutem um prêmio fiscal relevante. Esse prêmio abre espaço para ganhos caso a trajetória da dívida melhore de forma crível, mas uma piora nas contas públicas pode anular o efeito positivo da queda dos juros. Por isso, o banco recomenda exposição seletiva e disciplinada a prazos mais longos. Nos pós-fixados, a remuneração segue atrativa. A trajetória de queda da Selic, porém, reduz aos poucos a vantagem desses títulos em relação às estratégias de prazo mais longo, embora eles continuem úteis para a gestão de liquidez. O panorama macroeconômico e o risco fiscal A trajetória da dívida pública é, na visão do UBS, o principal desafio macroeconômico do país. A dívida bruta chega a 82,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, de janeiro a julho, as despesas federais crescem acima das receitas, apesar do bom desempenho da arrecadação. O banco ressalta que continua a acreditar que a credibilidade fiscal, e não os desdobramentos cíclicos, determinará, em última instância, a direção dos prêmios de risco nos ativos brasileiros. No cenário eleitoral, o UBS chama atenção para o reajuste de 15% do Bolsa Família a partir de outubro, com custo estimado em cerca de R$ 22 bilhões em 2027. Como a medida passa a valer entre o primeiro turno e um possível segundo turno, o banco avalia que ela pode atrair atenção da Justiça Eleitoral, embora o governo a classifique como correção pela inflação. Para o banco, eleição e fiscal devem seguir como fontes de volatilidade para o real e para a curva de juros. O cenário central é de depreciação gradual da moeda, sem ajuste desordenado. Na bolsa brasileira, a recomendação segue neutra. As ações estão baratas na comparação histórica e com outros mercados, mas os juros reais elevados, a incerteza fiscal e a volatilidade eleitoral limitam uma valorização mais expressiva. Os setores ligados a commodities aparecem em posição relativamente melhor. Leia mais Trump declara eleição de aliados na América Latina Anac aprova “novas regras” e amplia direitos de passageiros Instabilidade em GPS afeta voos da Azul e Embraer monitora Toyota RAV4 ganha versão híbrida PHEV de 329 cv por R$ 399.990; veja detalhes e equipamentos Para compartilhar:

FII logístico leva calote de empresa em RJ que responde por 5,8% da receita
Fundos Imobiliários Brasileiros

FII logístico leva calote de empresa em RJ que responde por 5,8% da receita

O fundo imobiliário INLG11 (Inter Logístico) informou que uma das empresas que ocupam seus imóveis entrou em recuperação judicial (RJ) Publicidade O fundo imobiliário INLG11 (Inter Logístico) informou que uma das empresas que ocupam seus imóveis entrou em recuperação judicial (RJ), deixando de cumprir acordos firmados anteriormente para a quitação de aluguéis em atraso. A locatária é a Comercial RS, instalada no Log Gaiolli Business Park, condomínio de galpões logísticos em Guarulhos (SP). A empresa protocolou o pedido de recuperação judicial em 27 de julho de 2026, junto com outras companhias de seu grupo econômico. O processamento da RJ foi posteriormente autorizado pela Justiça em 6 de agosto. Antes de recorrer à recuperação judicial, a Comercial RS havia negociado com o fundo dois acordos para parcelar os débitos relacionados à locação. Segundo o comunicado do INLG11, porém, os pagamentos previstos não foram cumpridos integralmente pela empresa. Considerando a participação de 80% que o fundo detinha no imóvel, permaneciam em aberto R$ 108,4 mil referentes ao primeiro acordo. O valor original da negociação era de R$ 688,3 mil. O INLG11 também informou que outros R$ 105,4 mil continuavam pendentes em relação ao segundo acordo, que contemplava o aluguel de junho de 2026. Continua depois da publicidade Além dos valores negociados anteriormente, a locatária também deixou de pagar o aluguel referente a julho, cujo vencimento ocorreu em 1º de agosto. O contrato de locação com a Comercial RS tem prazo vigente até maio de 2030 e representa aproximadamente 5,8% da receita imobiliária mensal do INLG11. Leia Mais: Conheça os 5 shoppings que o FII do Pátria acaba de adicionar à carteira INLG11 não prevê impacto nos rendimentos por enquanto Apesar do pedido de recuperação judicial e dos valores em aberto, o INLG11 afirmou que não espera, neste momento, impacto sobre os resultados ou as distribuições de rendimentos do fundo. Continua depois da publicidade A situação será acompanhada pela administradora e pela gestora, inclusive dentro do processo de recuperação judicial. De acordo com o comunicado, as instituições deverão tomar as medidas consideradas necessárias para preservar os interesses do fundo e de seus cotistas. Leia Mais: Valora dobra patrimônio em 2 anos e revela onde vê oportunidades em FIIs e Fiagros

Perguntas Frequentes sobre VILG11

Qual é a cotação de VILG11 hoje na B3?
A cotação de VILG11 hoje está em R$ 91,18. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 90,67 e máxima de R$ 91,97.
Quanto a VILG11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de VILG11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VILG11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de VILG11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.