OUJP11 Ourinvest JPP Fundo de Investimento Imobiliario - FII – Cotação Hoje
Ourinvest JPP Fundo de Investimento Imobiliario - FII
CNPJ: 26091656000150
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 8 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do OUJP11.
Resumo Fundamentalista de OUJP11
O ativo OUJP11 (Ourinvest JPP Fundo de Investimento Imobiliario - FII) está sendo negociado hoje a R$ 68,84, acumulando uma variação de +0.16% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 66,00 e a máxima de R$ 91,47. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 20.60% e indicador P/VP de 0.71x.
Histórico de Cotação: OUJP11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a OUJP11
O OURINVEST JPP FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RL (OUJP11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Papel / CRI
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Investidor qualificado mira a margem do incorporador com aporte fracionado
O corte da Selic para 13,75% ao ano, decidido pelo Copom (Comitê de Política Monetária) em 16 de setembro, foi o quinto consecutivo e não alterou o essencial para quem administra patrimônio: a renda fixa segue pagando juros elevados, e o mercado projeta a taxa nesse mesmo patamar até dezembro, com recuo para 12% apenas em 2027, segundo o boletim Focus. Nesse ambiente, uma parcela dos investidores qualificados tem buscado no mercado imobiliário algo diferente da cota de fundo listado ou da unidade comprada na planta: a participação direta na margem de quem incorpora. A comparação com os fundos imobiliários ajuda a explicar o movimento. O IFIX, índice da B3 que reúne os FIIs mais negociados, fechou junho aos 3.830,59 pontos, com ganho de 1,46% no primeiro semestre, ante 11,12% no mesmo período de 2025, depois de renovar a máxima histórica em abril. No mesmo intervalo, os títulos isentos lastreados no setor ganharam tração. As LCIs somaram R$ 515,8 bilhões nas carteiras de pessoas físicas ao fim do primeiro semestre, alta de 13,7% sobre dezembro, e o segmento private ampliou em 10,9% sua posição no papel, de acordo com a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O apetite pelo imobiliário continua lá. O que muda é a porta de entrada. No coinvestimento em incorporação, o investidor sai da posição de comprador final e passa a atuar como parceiro de capital do incorporador, em geral por meio de uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) ou de uma SCP (Sociedade em Conta de Participação) criada para o empreendimento. O retorno deixa de depender só da diferença entre o preço pago por uma unidade e o preço de revenda e passa a vir do resultado da incorporação como um todo, incluindo a margem que antes ficava inteira com o desenvolvedor do projeto. O segundo elemento do desenho é o desembolso fracionado. O valor é comprometido na entrada, mas o aporte acontece em chamadas de capital que acompanham o cronograma físico-financeiro da obra. Com juros de dois dígitos, esse detalhe pesa na conta final, porque o dinheiro ainda não solicitado permanece aplicado na carteira do próprio investidor, rendendo em ativos de liquidez até a parcela seguinte. A operação passa a reunir três fontes de retorno simultâneas: a margem da incorporação, a valorização do ativo ao longo do ciclo construtivo e o rendimento do recurso que aguarda a vez de entrar na obra. "O investidor compromete o valor, mas não precisa tirar tudo da carteira no dia da assinatura. Ele aporta conforme a obra anda, e o que ainda não foi chamado segue rendendo onde já estava. Com a Selic nesse nível, isso faz diferença no retorno total da operação", afirma Petrônio Medeiros, CEO da Fortunne Capital, que estrutura e faz a curadoria desse tipo de operação. Os números do setor dão sustentação à tese. Nos 12 meses encerrados em janeiro, os lançamentos imobiliários cresceram 19,3% em unidades, segundo os indicadores da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) elaborados com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). No médio e alto padrão, a expansão foi de 11,1% em unidades, e o valor lançado pelo segmento avançou 27% em termos reais. A valorização, porém, não se distribui de maneira uniforme, e é nesse ponto que a escolha da praça entra no cálculo. O Índice FipeZap de venda residencial avançou 3,44% de janeiro a agosto, pouco acima dos 3,02% do IPCA no período. Vitória chegou a 10,24% no ano, enquanto em São Paulo os preços anunciados tiveram alta de 3,63% nos 12 meses até agosto, abaixo da inflação. Do lado do custo, o INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV registrou 6,40% entre agosto de 2025 e julho de 2026, pressão que precisa estar prevista no orçamento desde o estudo de viabilidade. A Fortunne Capital atua nessa etapa como estruturadora e gestora das operações. O trabalho começa pela seleção de cidades e regiões com fundamentos de demanda, passa pela due diligence do incorporador parceiro e se estende à governança das chamadas de capital durante toda a obra. Ticket mínimo, prazo e formato jurídico variam conforme cada empreendimento. "O modelo posiciona o investidor qualificado em oportunidades que, historicamente, ficavam restritas ao balanço dos próprios incorporadores ou a fundos de desenvolvimento de acesso institucional", diz Medeiros.
“Novo Mercado” dos FIIs? B3 revela o que vem sendo feito para melhorar governança
Bolsa mantém grupo de trabalho com participantes da indústria e já discute novas formas de desenvolver o mercado Publicidade A B3 vem discutindo com participantes do mercado formas de elevar os padrões de transparência, governança e padronização de informações dos fundos imobiliários (FIIs). A agenda ocorre em meio ao processo de internacionalização da indústria e à busca por aproximar os fundos brasileiros dos padrões adotados pelos Real Estate Investment Trusts (REITs) no exterior. A possibilidade de criar um mecanismo semelhante ao Novo Mercado, segmento da B3 conhecido por estabelecer regras adicionais de governança para companhias abertas, foi levantada durante discussão sobre o futuro da indústria no Liga de FIIs, programa semanal do InfoMoney. Segundo Thalita Forne, superintendente da B3, a discussão sobre novos padrões de governança já chegou à bolsa por meio de gestores, corretoras e outros participantes da indústria. “A gente está entrando em um momento agora de internacionalização dos nossos fundos imobiliários”, comentou De acordo com Thalita, a B3 vem trabalhando há cerca de um ano e meio com gestoras para ampliar a transparência dos FIIs e aproximar o modelo contábil brasileiro de padrões internacionais. O movimento está relacionado ao reconhecimento dos fundos brasileiros como equivalentes aos REITs, estrutura que pode facilitar a inclusão de FIIs em índices internacionais. Para alcançar essa equiparação, entretanto, os fundos precisam cumprir uma série de requisitos relacionados à transparência, governança e divulgação de informações. Entre eles estão a publicação de documentos e relatórios contábeis em inglês e a manutenção de um site também nesse idioma. Leia Mais: Valora dobra patrimônio em 2 anos e revela onde vê oportunidades em FIIs e Fiagros Continua depois da publicidade Entrada de investidores estrangeiros funciona como mecanismo de pressão por transparência Para Forne, a entrada de investidores estrangeiros também pode funcionar como um mecanismo adicional de pressão por transparência. “A partir do momento que eu passo a ter um investidor internacional que está acostumado com outros padrões, padrões diferentes do nosso, ele começa a questionar mais o gestor”, diz Nesse processo, a demanda internacional pode estimular as próprias gestoras a aprimorar a divulgação de informações e os mecanismos de governança dos fundos. A executiva resumiu a lógica como um ciclo de retroalimentação: quanto maior a exposição internacional, maior a necessidade de atender a padrões reconhecidos globalmente. “Eu acho que é um sonho que a gente pode ter, sim, de cada vez mais dar um próximo passo aqui nessa agenda de transparência, de governança, etc. Não sei se será uma agenda de Novo Mercado para fundos imobiliários, mas gostamos da provocação”, pontuou Forne. Continua depois da publicidade A expectativa da B3 é que a aproximação com os padrões internacionais amplie o universo de investidores dos fundos imobiliários brasileiros. Segundo Thalita, quando um FII atende aos requisitos necessários para ser considerado equivalente a um REIT e passa a integrar um índice internacional, ele pode receber recursos de fundos passivos e ETFs que acompanham esse indicador. “Todo esse fluxo internacional vem direto aqui para a B3, vem direto para o fundo imobiliário e a gente começa a ver os volumes saltarem 10, 20, 30 vezes”, disse a executiva. Neste contexto, a bolsa observa aumentos substanciais nos volumes negociados durante os rebalanceamentos de índices internacionais. Leia Mais: “Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores Continua depois da publicidade B3 mantém grupo de trabalho para discutir evolução do mercado A superintendente também revelou que a B3 mantém um grupo de trabalho com representantes do mercado para discutir os próximos passos da indústria de FIIs. O grupo reúne gestores, corretoras e, eventualmente, casas de research e representantes de outras classes de ativos. Os encontros ocorrem a cada dois ou três meses e discutem temas como transparência, formação de preços, liquidez e desenvolvimento de novos produtos. “A gente senta numa mesa, aqui na Faria Lima, para discutir: bom, o que a gente precisa para dar o próximo passo com fundos imobiliários?”, explicou. Entre as iniciativas discutidas está a ampliação dos ativos aceitos como garantia, tema que já avançou na B3, além de medidas para melhorar a negociação dos fundos e facilitar a entrada e saída dos investidores. Continua depois da publicidade O alcance da indústria no longo prazo A executiva também estabelece uma meta de longo prazo para o desenvolvimento da indústria: ampliar significativamente o volume negociado e o tamanho do mercado. “Acho que um sonho que a gente tem é sair de uma negociação de milhões por dia para uma negociação de bilhões por dia”, disse. Segundo ela, a B3 também enxerga espaço para o estoque de FIIs, atualmente próximo de R$ 200 bilhões, avançar para patamares de R$ 500 bilhões ou até se aproximar de R$ 1 trilhão. A perspectiva ocorre em um mercado que pode ser beneficiado por um eventual ciclo de queda dos juros, cenário que tende a afetar a atratividade relativa dos fundos imobiliários. “Olha o tamanho do nosso mercado real imobiliário. Seja o mercado de tijolo, seja o mercado de papel, ainda mais agora com o cenário que a gente começa a ver a taxa de juros a mostrar sinais de uma queda, isso é bastante positivo para o mercado de fundos imobiliários”, conclui Forne. Confira o episódio completo na edição desta semana do Liga de FIIs. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 18h, no canal do InfoMoney no Youtube. Você também pode rever todas as edições passadas.
Fundo imobiliário vende galpões e reinveste recursos em projeto para o Mercado Livre; IFIX recua – Money Times
Fundo imobiliário vende galpões e reinveste recursos em projeto para o Mercado Livre; IFIX recua (Imagem gerada por IA) O fundo imobiliário BTSP II (BTSI11) anunciou, por meio de fato relevante, que celebrou instrumentos vinculantes para vender dois empreendimentos logísticos de seu portfólio, localizados em Itapeva (MG) e Cariacica (ES). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo o comunicado divulgado ao mercado, esta é a primeira operação de desinvestimento realizada pelo veículo desde sua constituição. Os ativos foram vendidos por um valor superior ao de avaliação dos imóveis, de acordo com a administradora, que não informou o montante total da operação. A transação envolve a alienação do CLI Itapeva e do CLCR Cariacica, dos quais o fundo detinha participações equivalentes a 24.697 metros quadrados (m²) e 49.615 m² da área bruta locável (ABL), respectivamente. Ao todo, o CLI Itapeva possui ABL total de aproximadamente 59.349 m², enquanto o CLCR Cariacica conta com 113.607 m². Como será o pagamento CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo o fato relevante, 73% do preço de venda será pago em dinheiro, em duas parcelas. A primeira, de aproximadamente R$ 108,77 milhões, será quitada na data de outorga da escritura. Já a segunda, de cerca de R$ 107,22 milhões, tem pagamento previsto para 12 meses e correção pela variação do IPCA (inflação). Os 27% restantes serão pagos por meio do recebimento, pelo BTSI11, de cotas do TRX Real Estate (TRXF11). O fato relevante não informa a quantidade de cotas. Considerando apenas as duas parcelas em dinheiro, o FII receberá aproximadamente R$ 216 milhões em moeda corrente. Recursos serão reinvestidos em projeto para o MELI CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ainda de acordo com o comunicado, parte dos recursos obtidos com as vendas será destinada a um novo projeto de desenvolvimento de um complexo logístico com ABL projetada de 122.152,92 m². O BTSP II terá participação de aproximadamente 35% no imóvel, por meio da participação societária na CLSB Empreendimentos Imobiliários. O ativo será destinado à ocupação pelo Mercado Livre (MELI34) por meio de um contrato de locação atípica na modalidade built-to-suit, com prazo de 12 anos. A entrega do empreendimento está prevista para ocorrer em duas etapas: a primeira no fim de 2027 e a segunda, no primeiro trimestre de 2028. Desempenho do IFIX CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O IFIX, principal índice dos FIIs na B3, encerrou a última quinta-feira (24) aos 3.723,58 pontos, com queda de 0,24%, no terceiro pregão consecutivo no vermelho. Desde o início de setembro, o indicador acumula desvalorização de 1,04%, enquanto, no acumulado de 2026, recua 1,37%. Destaques do último pregão (24) O XPCI11 liderou as altas, com avanço de 2,26%. Na sequência, o KFOF11 subiu 2,06%, enquanto o KORE11 ganhou 1,53%. Ticker Variação Último XPCI11 +2,26% R$ 79,25 KFOF11 +2,06% R$ 79,30 KORE11 +1,53% R$ 66,50 TRBL11 +1,40% R$ 49,25 JSCR11 +1,14% R$ 7,98 Já o BPML11 liderou as quedas, com recuo de 4,88%. Depois, o ICRI11 caiu 2,56%, enquanto o BLMG11 recuou 2,25%. Ticker Variação Último BPML11 -4,88% R$ 88,55 ICRI11 -2,56% R$ 87,21 BLMG11 -2,25% R$ 33,38 BRCR11 -2,22% R$ 40,97 WHGR11 -1,65% R$ 8,34 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre OUJP11
Qual é a cotação de OUJP11 hoje na B3?
Quanto a OUJP11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de OUJP11?
O que significa o P/L e o P/VP de OUJP11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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