MCRE11 Maua Capital Real Estate Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Maua Capital Real Estate Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 36655973000106
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 9 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| GALPAO SANTA CRUZ Imóveis para renda acabados | Estrada Da Lama Preta, 2705, 2705, Sem Complemento, Santa Cruz, Rio De Janeiro/RJ, Brasil, 23575-918 | 100.515 m² | 11,63% | 13,49% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do MCRE11.
Resumo Fundamentalista de MCRE11
O ativo MCRE11 (Maua Capital Real Estate Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 7,60, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,58 e a máxima de R$ 9,87. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 17.11% e indicador P/VP de 0.76x.
Histórico de Cotação: MCRE11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a MCRE11
O MAUÁ CAP REAL FII RL (MCHY11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas Publicado às 9h27 – atualizado às 9h52 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDV26 contrato com vencimento para outubro de 2026) abriu em queda nesta quinta-feira, 24, mas virou para alta. Às 9h52 subia 0,18% aos 187.185 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Dólar Às 9h50 o dólar comercial tinha alta de 0,23% cotado a R$ 5,180 na venda. Minério, petróleo, ouro e bitcoin (9h20) Petróleo Brent: +1,76% (US$ 104,9). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: -0,97% (US$ 83.420) Ouro (contrato para dezembro/26 – onça-troy): -0,49% (US$ 4.297) Minério de ferro em Dalian: nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou estável a 713,5 iuanes (US$ 106,31). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 9h20 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,32% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,61%. Nasdaq futuro caía 1,07%. Notícias corporativas MRV: registrado na CVM oferta pública de distribuição de cotas da 1º emissão do FII Mauá Capital Luggo A MRV (MRVE3) divulgou nesta quinta-feira, 24, que foi efetuado o registro, perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da oferta pública de distribuição de cotas da 1º emissão do Mauá Capital Luggo Fundo de Investimento Imobiliário (FII), bem como do respectivo regulamento. Segundo a companhia, a operação de venda dos ativos Luggo Pampulha, Luggo Mauá e Luggo Samambaia tem o valor potencial de R$ 166 milhões, e contribuirá com R$ 146 milhões na geração de caixa do terceiro trimestre de 2026 (3T26). A operação de venda dos ativos imobiliários da Luggo permanece sujeita à assinatura dos documentos definitivos e à superação das demais condições precedentes previstas no Memorando de Entendimentos. A Compass Gás e Energia (PASS3) divulgou nesta quinta-feira, 24, que a sua controlada Edge firmou um Memorando de Entendimento (MoU) com o governo do estado do Rio Grande do Sul para o desenvolvimento e operação de um terminal terrestre de Gás Natural Liquefeito (GNL) no município de Rio Grande. O projeto busca superar as restrições de fontes e de acesso ao gás natural no Rio Grande do Sul e representa uma oportunidade escalável de crescimento, com investimentos acompanhando a maturação comercial e o desenvolvimento do mercado de gás natural no estado, destacou a Compass em um comunicado. “Este passo reforça a estratégia de crescimento e diversificação geográfica dos ativos e negócios da Compass, oferecendo novas alternativas aos consumidores e gerando valor aos acionistas”, afirmou a companhia. O desenvolvimento do projeto e a definição final da alocação de capital estão sujeitos ao FID (Final Investment Decision) da Compass e aprovação dos órgãos competentes. Vale informa sobre retomada parcial de operações na Mina de Fábrica A Vale (VALE3) iniciará a retomada parcial de operações na Mina de Fábrica, localizada em Ouro Preto, Minas Gerais, conforme autorização concedida pelo Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. A medida é baseada em Termo de Compromisso estabelecido entre a companhia, o Ministério Público Estadual e o Estado de Minas Gerais. “A retomada observará as condições de segurança, controle ambiental, licenças, autorizações e condicionantes aplicáveis, bem como a continuidade das ações previstas no Termo de Compromisso”, afirmou a mineradora. Yduqs e Afya anunciam fusão Em um fato relevante enviado ao mercado na noite de quarta-feira, 23, a Yduqs (YDUQ3) informou que celebrou com a Afya um acordo de associação. O Merger Agreement and Other Covenants estabelece os termos e condições para a combinação de negócios das companhias. A assinatura do acordo e dos demais documentos relacionados foi devidamente aprovada pelo conselho de administração da Yduqs em reunião realizada nesta quarta. A Operação será implementada por meio da incorporação, com a consequente extinção, da Afya pela Yduqs. A Yduqs sucederá a Afya em todos os seus bens, direitos, negócios, obrigações e passivos. Os acionistas da Afya receberão novas ações ordinárias de emissão da Yduqs; e a Yduqs será a sociedade resultante e permanecerá listada no segmento Novo Mercado da B3, a bolsa brasileira. Nos termos do Acordo de Associação, cada ação ordinária Classe A e cada ação ordinária Classe B de emissão da Afya dará ao respectivo titular o direito de receber 6,408347 ações ordinárias de emissão da Yduqs. A operação, uma vez implementada com base na relação de troca, resultará na titularidade, pelos atuais acionistas da Afya e da Yduqs, de, respectivamente, 69% e 31% do capital social da companhia combinada em bases totalmente diluídas, imediatamente após a data de fechamento da operação. “A Yduqs entende que a combinação ampliará a escala, a abrangência geográfica e a complementaridade da plataforma educacional da Companhia Combinada, preservando a disciplina acadêmica, operacional e financeira de cada unidade de negócio”, afirmou a companhia no fato relevante. De acordo com estudos, estima-se que a Operação pode gerar um valor presente líquido (VPL) de R$ 2 bilhões a 2,2 bilhões em sinergias, sendo que 80% dessas eficiências poderão ser atingidas nos primeiros 3 anos após o fechamento da Operação. A Advent e a Família Zaher, atuais acionistas da Yduqs, e a ERSTE WV Gütersloh GmbH, uma sociedade organizada sob as Leis da Alemanha (Bertelsmann), atualmente titular de participação acionária majoritária na Afya, e a Família Esteves celebrarão, observadas determinadas condições do acordo de associação e do acordo de voto, na data de fechamento, acordos de acionistas da companhia combinada para estabelecer regras relacionadas à indicação de administradores e membros de comitês. A Vittia (VITT3) informou na quarta-feira, 23, que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) apurados no período de janeiro a abril de 2026. O valor bruto soma R$ 13,2 milhões. O valor bruto por ação é de R$ 0,08504375896. A data de corte (data com) será em 28 de setembro. A partir de 29 de setembro as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2027. O conselho de administração da Hypera (HYPE3) aprovou a declaração de juros sobre capital próprio. O total bruto é de R$ 185,1 milhões. Essa quantia equivale a R$ 0,26304 por ação. Tem direito quem tiver ações da Hypera em 28 de setembro de 2026. As ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de setembro, inclusive. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado até o final do exercício social de 2027, em data a ser oportunamente definida pela companhia. A Log Commercial Properties (LOGG3) concluiu a venda do ativo Log Recife II ao TRX Real Estate Fundo de Investimento Imobiliário – FII (TRXF11). O valor total da transação é de R$ 210 milhões, equivalente a R$ 4.375/m2, em linha com valor patrimonial líquido (NAV), resultando em margem bruta de 41% e TIR do projeto de 26,1%. Com a conclusão desta transação, a Log totalizou aproximadamente R$ 1,3 bilhão em vendas concluídas em 2026. Como parte da transação, a Log permanecerá responsável pela administração imobiliária do empreendimento, ampliando a geração recorrente de receitas de serviços e reforçando sua estratégia de expansão do modelo asset-light, afirmou a companhia. “Todas as transações realizadas no período ocorreram a valor patrimonial, reforçando a estratégia da Log de geração de valor por meio da reciclagem de ativos”, destacou a companhia em um comunicado. Oncoclínicas: Latache pede convocação de assembleia para deliberar sobre suspensão do exercício dos direitos do acionista Josephina A Oncoclínicas (ONCO3) informou nesta quinta-feira, 24, que os Fundos Latache pediram a convocação de assembleia geral extraordinária com o objetivo de deliberar acerca da suspensão do exercício dos direitos do acionista Josephina III Fundo de Investimento em Participações. O conselho de administração da companhia avaliou os requisitos para convocação da assembleia pedido dos Fundos Latache e decidiu, por maioria dos seus membros, pela convocação da assembleia, que se dará nos próximos dias. O conselho de administração no âmbito da sua competência não realizou juízo de valor sobre o mérito da matéria por entender que esta é exclusivamente de direito dos acionistas, afirmou a Oncoclínicas, em um fato relevante. Agenda de proventos desta quinta, 24: A CPFL Energia paga nesta quinta, 24, mais uma parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2026. Será efetuado o quarto pagamento, no montante de R$ 700 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,60 por ação. Tem direito a esse dividendo acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2026. Desde 30 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo”. Ainda há um valor remanescente de R$ 1,89 bilhão (R$ 1,64 por ação) que será pago até 31 de dezembro de 2026. A data de corte para ter direito aos JCP da Track&Field, anunciados na última segunda-feira, é nesta quinta-feira, 24. A partir de sexta, 25, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,00862492380 por ação ordinária, R$ 0,08624923802 por ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 31 de maio de 2027. A data de corte para ter direito aos JCP da Schulz, anunciados na última segunda-feira, é nesta quinta-feira, 24. A partir de sexta, 25, as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento de JCP ocorrerá em 15 de janeiro de 2027 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,06 por ação por ação preferencial e R$ 0,06 por ação ordinária, já deduzido o imposto de renda na fonte. A data de corte para ter direito aos JCP da Rede D’or, anunciados na última segunda-feira, é nesta quinta-feira, 24. A partir de sexta, 25, as ações serão negociadas ex-JCP. O montante bruto total é de R$ 400 milhões, correspondentes a R$ 0,18 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em 6 de outubro de 2026. A data de corte para ter direito aos JCP da Bradsaúde, anunciados na última segunda-feira, é nesta quinta-feira, 24. A partir de sexta, 25, as ações serão negociadas ex-JCP. O montante total líquido é de R$ 206,2 milhões, o equivalente a R$ 0,07 por ação. O pagamento será em 26 de fevereiro de 2027. A data de corte para ter direito aos JCP da Panvel, anunciados na última segunda-feira, é nesta quinta-feira, 24. A partir de sexta, 25, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor total é de R$ 0,12 por ação. O valor líquido, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte, é R$ 0,09. O pagamento será realizado em três parcelas: a primeira parcela será paga em 31 de março de 2028; a segunda parcela será paga em 28 de abril de 2028 e a terceira parcela será paga em 31 de maio de 2028. A data de corte será em 24 de setembro de 2026.
MRV&Co (MRVE3) registra oferta de novo FII para venda de ativos da Luggo; entenda – Money Times
MRV&Co (MRVE3) registra oferta de novo FII para venda de ativos da Luggo; entenda (Imagem: Divulgação) A MRV&Co (MRVE3), grupo que reúne as marcas MRV Incorporação, Luggo, Resia e Urba, avançou mais uma etapa na operação que prevê a venda de três ativos imobiliários da Luggo, plataforma de locação residencial do conglomerado, por R$ 166 milhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (24), a companhia afirmou que efetuou o registro, perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da oferta pública de distribuição de cotas da 1ª emissão do Mauá Capital Luggo Fundo de Investimento Imobiliário, bem como do respectivo regulamento. A transação já havia sido anunciada em julho deste ano, quando a MRV&Co assinou um memorando de entendimento (MoU) com a JiveMauá Real Estate para a venda dos três ativos. São eles: Luggo Pampulha , com 118 unidades; , com 118 unidades; Luggo Mauá , com 119; , com 119; Luggo Samambaia, com 200. Os imóveis vão compor o portfólio desse novo fundo de investimento imobiliário (FII), que será gerido pela própria JiveMauá. De acordo com a MRV&Co, a transação contribuirá com R$ 146 milhões para a geração de caixa no resultado do terceiro trimestre de 2026 (3T26). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Apesar do avanço com o registro da oferta, a operação ainda não está concluída. A venda permanece sujeita à assinatura dos documentos definitivos e ao cumprimento das demais condições precedentes previstas no memorando de entendimento. Na época do anúncio, a MRV&Co afirmou que a negociação está alinhada ao foco de geração de caixa e simplificação operacional do grupo, além de encerrar o ciclo da antiga safra de projetos da Luggo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
IFIX encerra pregão em queda de 0,41% e fecha aos 3.746 pontos
▶ Ouvir notícia 1.0x 00:00 --:-- Pronto para ouvir O IFIX, principal índice de fundos imobiliários da bolsa brasileira, encerrou o pregão desta terça-feira (22) com desvalorização de 0,41%. O indicador fechou o dia cotado a 3.746,30 pontos, o que representa uma retração de 15,38 pontos em comparação ao resultado do fechamento anterior, que havia sido de 3.761,68 pontos. Conforme dados acompanhados pelo portal FIIs, o índice iniciou as negociações do dia no mesmo patamar de 3.761,68 pontos. Durante o período, o indicador oscilou entre a máxima de 3.762,35 pontos e a mínima de 3.742,85 pontos, encerrando a sessão ligeiramente acima do seu ponto mais baixo do dia. Desempenho anual e oscilações do mercado Ao analisar o comportamento do índice em um horizonte de 52 semanas, observa-se que o IFIX mantém uma variação entre a máxima de 3.944,38 pontos e a mínima de 3.556,61 pontos. O patamar atingido nesta terça-feira posiciona o indicador 198,08 pontos abaixo da máxima registrada nesse intervalo anual. Destaques de alta e baixa Entre os ativos que compõem o mercado de fundos imobiliários, o BLMG11 (Bluemacaw Logística) registrou o melhor desempenho do dia, com valorização de 8,59%. Com o avanço de R$ 2,75, a cota do fundo encerrou o pregão cotada a R$ 34,04. Na contramão, o MCRE11 (Mauá Capital Real Estate) liderou as perdas, com queda de 2,89%, finalizando o dia a R$ 7,74, após redução de R$ 0,23. O VGIP11 (Valora CRI Índice de Preço) também apresentou recuo, fechando a R$ 73,28, uma baixa de 2,72% ou R$ 2,05 em relação à sessão anterior. Volume de negociações O fundo MXRF11 (Maxi Renda) foi o ativo com maior volume de negócios na sessão, registrando 2,3 milhões de cotas transacionadas e uma variação negativa de 0,22%. O GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) movimentou 1,16 milhão de cotas, com queda de 0,44%, enquanto o CPTS11 (Capitania Securities II) somou 851,93 mil cotas negociadas, recuando 0,4%. O MCRE11, além de registrar a maior queda, contabilizou 703,58 mil cotas negociadas. Por fim, o SNEL11 (Fundo de Investimento Imobiliário Suno Energias Limpas) completou a lista dos mais negociados com um volume de 613,2 mil cotas e baixa de 1,12% no dia. As informações sobre o mercado de capitais podem ser consultadas diretamente no site da B3.
Perguntas Frequentes sobre MCRE11
Qual é a cotação de MCRE11 hoje na B3?
Quanto a MCRE11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de MCRE11?
O que significa o P/L e o P/VP de MCRE11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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