KNUQ11 Kinea Unique HY CDI Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Kinea Unique HY CDI Fundo de Investimento Imobiliario
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do KNUQ11.
Resumo Fundamentalista de KNUQ11
O ativo KNUQ11 (Kinea Unique HY CDI Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 102,52, acumulando uma variação de +0.49% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 101,10 e a máxima de R$ 106,27. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.
Histórico de Cotação: KNUQ11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a KNUQ11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
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XP, Nubank, Itaú, Bradesco, Santander e BTG: dois bancos vão se dar melhor se a Selic cair, segundo o UBS BB
Se o Brasil fizer, depois da eleição, um ajuste fiscal relevante — daqueles que convencem o mercado a aceitar uma Selic mais baixa —, quem sai ganhando entre os grandes bancos e plataformas de investimento do país? Essa é a pergunta que o UBS BB tentou responder. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O suíço banco simulou um cenário alternativo — chamado de bull case — para as principais instituições financeiras listadas na bolsa brasileira: Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11), Nubank (ROXO34), BTG Pactual (BPAC11) e XP (XPBR31). Os analistas Thiago Batista, Beatriz Shinye e Kaio Prato trabalham com duas hipóteses depois da eleição. Na primeira, um ajuste fiscal pequeno mantém os juros altos por mais tempo — cenário que não é muito diferente do que já está precificado hoje. Na segunda hipótese — o bull case —, um ajuste fiscal relevante permite ao Banco Central cortar a Selic, atualmente em 13,75% ao ano, de forma mais consistente, com contração também na curva de juros longos. É esse segundo cenário que o UBS BB detalha. E o resultado, de forma geral, é positivo para o setor — mas não é igual para todos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os grandes bancos Para os grandes bancos — Itaú, Bradesco e Santander Brasil —, o UBS BB projeta um lucro cerca de 3% maior em 2027 e 7% maior em 2028, em reais, caso o cenário de juros mais baixos se confirme. Leia Também O impacto é maior em 2028 porque muitos dos efeitos de uma queda de juros, entre eles o crescimento de crédito corporativo, levam tempo para aparecer no balanço. Entre os principais motores dessa melhora, o UBS BB cita o crédito mais forte, especialmente para empresas. O trio de analistas explica que juros mais baixos favorecem o crédito corporativo mais do que o das famílias, já que o financiamento a empresas tem correlação mais forte com a Selic. Já o crédito para pessoa física deve crescer pouco, porque o brasileiro segue endividado independentemente do cenário macroeconômico. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE As margens um pouco melhores no curto prazo também aparecem na lista. Como a maior parte do funding dos bancos é pós-fixada e parte do crédito, como consignado, financiamento imobiliário e de veículos, é prefixada, uma queda da Selic reduz o custo de captação mais rápido do que reduz a receita dos empréstimos já concedidos — um efeito positivo, mas temporário. A melhora na qualidade do crédito também entre nessa conta, sobretudo no segmento corporativo, já que a inadimplência tende a cair junto com os juros. Mas o imposto de renda (IR) deve subir — e aqui está o principal porém da análise: taxas mais baixas reduzem o chamado escudo fiscal dos juros sobre capital próprio (JCP), mecanismo que os bancos usam para pagar menos imposto. Segundo as contas do UBS BB, cada queda de 100 pontos-base na de longo prazo (a TJLP) aumenta a alíquota efetiva dos bancos em 150 a 200 pontos-base — o impacto é maior para bancos com rentabilidade mais baixa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas foram ainda mais específicos ao concluir que o real mais forte ajuda o Nubank. Como o banco reporta resultados em dólar, uma moeda brasileira mais valorizada — o UBS BB projeta câmbio de R$ 5,15 em 2027 e R$ 5,20 em 2028 no cenário positivo — tem impacto direto e positivo no resultado em dólar do Nubank. XP x BTG: por que o duelo não é equilibrado É na comparação entre as duas maiores plataformas de investimento do país que a análise fica mais interessante. A tese central do UBS BB: a XP é muito mais sensível a juros baixos do que o BTG Pactual, porque as receitas de ambas vêm de fontes bem diferentes. A XP depende principalmente de atividades ligadas a investimentos — corretagem, gestão de patrimônio, mercado de capitais. Já o BTG tem uma base de receita mais diversificada, com cerca de 55% vindo de crédito corporativo/consumo e da linha juros e outros — áreas pouco ou até negativamente impactadas por juros mais baixos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para a XP, o UBS BB projeta lucro 8% maior em 2027 e 16% maior em 2028 no cenário de juros baixos. Os Entre os principais motivos, o trio de analistas cita mais dinheiro novo entrando na plataforma. Juros altos hoje fazem o investidor de varejo preferir ficar no banco tradicional, recebendo perto de 14% ao ano isento de risco em renda fixa. QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI Com juros mais baixos — especialmente se a taxa de referência cair para um patamar de um dígito —, o UBS BB espera uma migração relevante de recursos para as plataformas de investimento. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além disso, o investidor tende a migrar para ativos de maior risco, como ações — e a XP cobra uma taxa maior sobre esse tipo de produto (cerca de 1,4%) do que sobre renda fixa (0,8%) ou fundos e previdência (0,5%-0,6%). Ou seja: não é só mais dinheiro entrando, é dinheiro que rende mais para a empresa. O UBS BB também vê ganho de eficiência operacional, com o índice de custo sobre receita da XP, que deve fechar 2026 em 67%, podendo cair para cerca de 65% no cenário positivo — a expansão da receita dilui os custos fixos. O banco suíço não descarta que a XP recupere as perdas de R$ 400 milhões a R$ 450 milhões registradas no primeiro semestre de 2026 com títulos corporativos, caso os juros caiam. Já o BTG Pactual tem um upside mais limitado: 5,5% em 2027 e 9,6% em 2028. O motivo, segundo o UBS BB, é que o banco tem três amortecedores que reduzem o efeito da queda de juros: CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A carteira de crédito, que respondeu por 37% da receita do BTG no primeiro semestre de 2026, é pouco sensível a juros mais baixos; A linha juros e outros (17% da receita) é diretamente prejudicada por juros menores — cada queda de 100 pontos-base na curva reduz essa linha em 9%, o equivalente a cerca de R$ 660 milhões; O índice de remuneração de funcionários deve subir um pouco, porque as áreas mais beneficiadas pelo cenário positivo — banco de investimento e gestão de ativos e patrimônio — pagam bônus proporcionalmente maiores do que as áreas de crédito. Por outro lado, o UBS BB projeta uma expansão forte da receita de banco de investimento do BTG — cerca de 40% ao ano em 2027 e 2028 — e também um crescimento relevante em asset e wealth management, puxado pela entrada de novos recursos e pela migração para ativos de maior risco. De Lula a Renan Santos: O que o mercado espera do próximo governo? A resposta está no ajuste fiscal O que fica para o investidor O UBS BB também simula quanto uma mudança de 100 pontos-base no custo de capital — a taxa que o mercado usa para trazer os lucros futuros a valor presente — mexeria no valor justo das ações. Segundo os analistas, o impacto seria de 12% a 15% para os bancos incumbentes brasileiros, 15% para a XP, 16% para o Inter e 20% para o Nubank — ou seja, quanto mais a empresa depende de crescimento futuro, como as fintechs, maior a sensibilidade a mudanças na taxa de desconto. O UBS BB não está dizendo que o cenário de juros mais baixos vai acontecer — apenas simulando o que aconteceria se acontecesse. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE E a principal conclusão prática é: entre os grandes nomes do setor financeiro na bolsa, XP e Nubank são os que mais ganhariam com um Brasil de juros mais baixos, enquanto Itaú, Bradesco, Santander e, em menor medida, BTG Pactual, sentiriam um efeito positivo, porém mais discreto. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
AparecidaPrev avalia investimentos em fundos imobiliários, diz presidente
A presidente do Instituto de Previdência de Aparecida de Goiânia (AparecidaPrev), Márcia Tinoco, afirmou ao Jornal Opção que a autarquia considera investir em fundos imobiliários. A possibilidade já foi discutida internamente, mas ainda não há uma decisão formal sobre a modalidade. “Já houve discussão quanto a isso, mas nós não formalizamos nada ainda”, declarou. Segundo Márcia, o instituto aguarda maior estabilidade do mercado após o período eleitoral para avaliar os próximos passos. “Nós estamos aguardando ainda estabilizar esse mercado aí depois das eleições para a gente avançar mais um pouco”, afirmou. Embora a gestão mantenha uma orientação conservadora para os investimentos, a presidente confirmou que os fundos imobiliários estão entre as alternativas consideradas para o futuro da carteira. Leia também: Vilmar Mariano nega aprovação em aplicação de R$ 40 milhões do AparecidaPrev no Banco Master
Investidor qualificado mira a margem do incorporador com aporte fracionado
O corte da Selic para 13,75% ao ano, decidido pelo Copom (Comitê de Política Monetária) em 16 de setembro, foi o quinto consecutivo e não alterou o essencial para quem administra patrimônio: a renda fixa segue pagando juros elevados, e o mercado projeta a taxa nesse mesmo patamar até dezembro, com recuo para 12% apenas em 2027, segundo o boletim Focus. Nesse ambiente, uma parcela dos investidores qualificados tem buscado no mercado imobiliário algo diferente da cota de fundo listado ou da unidade comprada na planta: a participação direta na margem de quem incorpora. A comparação com os fundos imobiliários ajuda a explicar o movimento. O IFIX, índice da B3 que reúne os FIIs mais negociados, fechou junho aos 3.830,59 pontos, com ganho de 1,46% no primeiro semestre, ante 11,12% no mesmo período de 2025, depois de renovar a máxima histórica em abril. No mesmo intervalo, os títulos isentos lastreados no setor ganharam tração. As LCIs somaram R$ 515,8 bilhões nas carteiras de pessoas físicas ao fim do primeiro semestre, alta de 13,7% sobre dezembro, e o segmento private ampliou em 10,9% sua posição no papel, de acordo com a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O apetite pelo imobiliário continua lá. O que muda é a porta de entrada. No coinvestimento em incorporação, o investidor sai da posição de comprador final e passa a atuar como parceiro de capital do incorporador, em geral por meio de uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) ou de uma SCP (Sociedade em Conta de Participação) criada para o empreendimento. O retorno deixa de depender só da diferença entre o preço pago por uma unidade e o preço de revenda e passa a vir do resultado da incorporação como um todo, incluindo a margem que antes ficava inteira com o desenvolvedor do projeto. O segundo elemento do desenho é o desembolso fracionado. O valor é comprometido na entrada, mas o aporte acontece em chamadas de capital que acompanham o cronograma físico-financeiro da obra. Com juros de dois dígitos, esse detalhe pesa na conta final, porque o dinheiro ainda não solicitado permanece aplicado na carteira do próprio investidor, rendendo em ativos de liquidez até a parcela seguinte. A operação passa a reunir três fontes de retorno simultâneas: a margem da incorporação, a valorização do ativo ao longo do ciclo construtivo e o rendimento do recurso que aguarda a vez de entrar na obra. "O investidor compromete o valor, mas não precisa tirar tudo da carteira no dia da assinatura. Ele aporta conforme a obra anda, e o que ainda não foi chamado segue rendendo onde já estava. Com a Selic nesse nível, isso faz diferença no retorno total da operação", afirma Petrônio Medeiros, CEO da Fortunne Capital, que estrutura e faz a curadoria desse tipo de operação. Os números do setor dão sustentação à tese. Nos 12 meses encerrados em janeiro, os lançamentos imobiliários cresceram 19,3% em unidades, segundo os indicadores da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) elaborados com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). No médio e alto padrão, a expansão foi de 11,1% em unidades, e o valor lançado pelo segmento avançou 27% em termos reais. A valorização, porém, não se distribui de maneira uniforme, e é nesse ponto que a escolha da praça entra no cálculo. O Índice FipeZap de venda residencial avançou 3,44% de janeiro a agosto, pouco acima dos 3,02% do IPCA no período. Vitória chegou a 10,24% no ano, enquanto em São Paulo os preços anunciados tiveram alta de 3,63% nos 12 meses até agosto, abaixo da inflação. Do lado do custo, o INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV registrou 6,40% entre agosto de 2025 e julho de 2026, pressão que precisa estar prevista no orçamento desde o estudo de viabilidade. A Fortunne Capital atua nessa etapa como estruturadora e gestora das operações. O trabalho começa pela seleção de cidades e regiões com fundamentos de demanda, passa pela due diligence do incorporador parceiro e se estende à governança das chamadas de capital durante toda a obra. Ticket mínimo, prazo e formato jurídico variam conforme cada empreendimento. "O modelo posiciona o investidor qualificado em oportunidades que, historicamente, ficavam restritas ao balanço dos próprios incorporadores ou a fundos de desenvolvimento de acesso institucional", diz Medeiros.
Perguntas Frequentes sobre KNUQ11
Qual é a cotação de KNUQ11 hoje na B3?
Quanto a KNUQ11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de KNUQ11?
O que significa o P/L e o P/VP de KNUQ11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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