KNRI11 Kinea Renda Imobiliaria Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas – Cotação Hoje
Kinea Renda Imobiliaria Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas
CNPJ: 12005956000165
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Edifício Rochaverá - Torre Crystal Imóveis para renda acabados | Av. Nações Unidas, 14.171 , São Paulo - SP | 53.400 m² | 0,00% | 15,64% |
| Edifício Diogo Moreira Imóveis para renda acabados | Rua Diogo Moreira, 184, São Paulo - SP | 12.105 m² | 0,00% | 8,54% |
| CD Pouso Alegre Imóveis para renda acabados | Rodovia Fernão Dias, km 863, Algodão, Pouso Alegre - MG | 87.750 m² | 0,00% | 8,20% |
| CD Santa Cruz Imóveis para renda acabados | Estrada da Lama Preta, 2.805, Santa Cruz, Rio de Janeiro - RJ | 64.860 m² | 0,00% | 7,42% |
| CD Mogi das Cruzes Imóveis para renda acabados | Rodovia Mogi-Dutra (SP-088), 11.100 (km 41,4), Mogi das Cruzes - SP | 69.113 m² | 0,00% | 6,77% |
| Boulevard Corporate Tower Imóveis para renda acabados | Avenida dos Andradas, 3000, Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG | 20.426 m² | 0,00% | 6,30% |
| Edifício Lagoa Corporate Imóveis para renda acabados | Rua Humaitá, 275, Humaitá, Rio de Janeiro - RJ | 11.687 m² | 1,81% | 5,34% |
| Edifício Rochaverá - Torres Ebony e Marble Imóveis para renda acabados | Av. Nações Unidas, 14.171 , São Paulo - SP | 56.791 m² | 0,16% | 4,45% |
| Edifício Condomínio São Luiz, Torre IV Imóveis para renda acabados | Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1.830, São Paulo - SP | 11.354 m² | 0,00% | 4,27% |
| CD Cabreúva Imóveis para renda acabados | Rod. Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, km 82 - Cabreúva - SP28,42 | 178.730 m² | 0,00% | 3,79% |
| CD Itaqua Imóveis para renda acabados | Rua do Níquel, 205, Parque Industrial, Itaquaquecetuba - SP | 30.698 m² | 0,00% | 3,09% |
| Global Jundiaí Imóveis para renda acabados | Avenida Caminho de Goiás, 100, Rodovia Anhanguera, km 66, Jundiaí - SP | 41.468 m² | 0,00% | 2,86% |
| Edifício Madison Imóveis para renda acabados | Rua Gomes de Carvalho, 1.195, Vila Olimpia, São Paulo - SP | 8.329 m² | 0,00% | 2,85% |
| Edifício Bela Paulista Imóveis para renda acabados | Avenida Paulista, 2.421, Bela Vista, São Paulo - SP | 6.521 m² | 0,00% | 2,24% |
| Botafogo Trade Center Imóveis para renda acabados | Rua Voluntários da Pátria, 113, Botafogo, Rio de Janeiro - RJ | 8.083 m² | 0,20% | 1,77% |
| Edifício Joaquim Floriano Imóveis para renda acabados | Rua Joaquim Floriano, 913, Itaim Bibi, São Paulo - SP | 3.899 m² | 0,37% | 1,21% |
| Buenos Aires Corporate Imóveis para renda acabados | Rua Buenos Aires, 15, Centro, Rio de Janeiro - RJ | 6.887 m² | 1,85% | 0,29% |
| Pib Sumaré Imóveis para renda acabados | Avenida Parque Industrial, 580, Sumaré - SP | 13.836 m² | 0,81% | 0,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do KNRI11.
Resumo Fundamentalista de KNRI11
O ativo KNRI11 (Kinea Renda Imobiliaria Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 157,18, acumulando uma variação de -0.64% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 143,91 e a máxima de R$ 171,45. O fundo atua no segmento de Híbrido / Renda Urbana, registrando um Dividend Yield (12M) de 8.34% e indicador P/VP de 0.97x.
Histórico de Cotação: KNRI11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a KNRI11
O KINEA RENDA IMOBILIARIA FII RESPONSABILIDADE LIMITADA (KNRI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Híbrido / Renda Urbana
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
FII logístico leva calote de empresa em RJ que responde por 5,8% da receita
O fundo imobiliário INLG11 (Inter Logístico) informou que uma das empresas que ocupam seus imóveis entrou em recuperação judicial (RJ) Publicidade O fundo imobiliário INLG11 (Inter Logístico) informou que uma das empresas que ocupam seus imóveis entrou em recuperação judicial (RJ), deixando de cumprir acordos firmados anteriormente para a quitação de aluguéis em atraso. A locatária é a Comercial RS, instalada no Log Gaiolli Business Park, condomínio de galpões logísticos em Guarulhos (SP). A empresa protocolou o pedido de recuperação judicial em 27 de julho de 2026, junto com outras companhias de seu grupo econômico. O processamento da RJ foi posteriormente autorizado pela Justiça em 6 de agosto. Antes de recorrer à recuperação judicial, a Comercial RS havia negociado com o fundo dois acordos para parcelar os débitos relacionados à locação. Segundo o comunicado do INLG11, porém, os pagamentos previstos não foram cumpridos integralmente pela empresa. Considerando a participação de 80% que o fundo detinha no imóvel, permaneciam em aberto R$ 108,4 mil referentes ao primeiro acordo. O valor original da negociação era de R$ 688,3 mil. O INLG11 também informou que outros R$ 105,4 mil continuavam pendentes em relação ao segundo acordo, que contemplava o aluguel de junho de 2026. Continua depois da publicidade Além dos valores negociados anteriormente, a locatária também deixou de pagar o aluguel referente a julho, cujo vencimento ocorreu em 1º de agosto. O contrato de locação com a Comercial RS tem prazo vigente até maio de 2030 e representa aproximadamente 5,8% da receita imobiliária mensal do INLG11. Leia Mais: Conheça os 5 shoppings que o FII do Pátria acaba de adicionar à carteira INLG11 não prevê impacto nos rendimentos por enquanto Apesar do pedido de recuperação judicial e dos valores em aberto, o INLG11 afirmou que não espera, neste momento, impacto sobre os resultados ou as distribuições de rendimentos do fundo. Continua depois da publicidade A situação será acompanhada pela administradora e pela gestora, inclusive dentro do processo de recuperação judicial. De acordo com o comunicado, as instituições deverão tomar as medidas consideradas necessárias para preservar os interesses do fundo e de seus cotistas. Leia Mais: Valora dobra patrimônio em 2 anos e revela onde vê oportunidades em FIIs e Fiagros
Fundo imobiliário busca captar até R$ 300 milhões em nova emissão de cotas; veja os detalhes – Money Times
Fundo imobiliário busca captar até R$ 300 milhões em nova emissão de cotas; veja os detalhes (Imagem: Lemon_tm/ istockphoto) O fundo imobiliário V2 Renda (VVRI11) aprovou a realização de sua 4ª emissão de cotas, que pode movimentar até R$ 299,3 milhões, mostra fato relevante divulgado ao mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o documento, serão emitidas até 34,01 milhões de novas cotas, ao preço de R$ 8,80 cada, sem considerar a taxa de distribuição primária, de R$ 0,02 por papel. Com a cobrança, o preço de subscrição será de R$ 8,82 por unidade. A título de comparação, o VVRI11 encerrou o último pregão (22) negociado a R$ 8,11 na B3. Acompanhe o tempo real. Mais detalhes da oferta Ainda segundo o fato relevante, não haverá a possibilidade de emissão de lote adicional. Além disso, a operação poderá ser parcialmente distribuída, desde que seja atingido o montante mínimo de R$ 10 milhões, correspondente a 1,136 milhão de cotas. A oferta será destinada exclusivamente a investidores profissionais (que possuem mais de R$ 10 milhões aplicados), mas contará com direito de preferência aos atuais cotistas. O fator de proporção para a subscrição será de 1,93573323287. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O direito de preferência poderá ser exercido por meio da B3 até o 9º dia útil após o início do período de exercício ou junto ao escriturador até o 10º dia útil. Recursos da emissão De acordo com o comunicado, os recursos líquidos captados serão destinados conforme a política de investimentos prevista no regulamento do VVRI11. O FII tem como foco o investimento em empreendimentos imobiliários voltados para uso institucional ou comercial. Atualmente, o fundo possui quatro empreendimentos no portfólio, que somam cerca de 38.647,44 metros quadrados (m²) de área bruta locável (ABL). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Saudade do Tesouro IPCA+ 8%? Este investimento ainda oferece até IPCA+ 14% — com isenção de imposto de renda
A rentabilidade de 8% ao ano acima da inflação nos títulos públicos indexados ao IPCA parece ter finalmente ficado para trás — ao menos por ora. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os juros dos papéis Tesouro IPCA+, negociados no Tesouro Direto, agora estão abaixo desse patamar, embora ainda elevados, acima de 7% + IPCA. No entanto, no mercado de crédito privado, onde são negociados títulos de dívida de empresas, algumas rentabilidades bem altas ainda podem ser encontradas, e não por problemas financeiros das empresas emissoras. Se olharmos para os fundos de debêntures incentivadas listados em bolsa de valores, comumente chamados de FI-Infras, há um bom número deles sendo negociados com desconto. Com isso, os retornos das suas carteiras chegam a ultrapassar os 10% ao ano mais IPCA — isento de imposto de renda, vale notar. Essa taxa considera o preço da cota do fundo e o retorno médio dos ativos que compõem o portfólio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE As debêntures incentivadas são títulos de renda fixa emitidos por empresas para financiar projetos de infraestrutura, setor que o governo deseja fomentar. Por isso mesmo são isentas de IR para a pessoa física, assim como os fundos que nelas investem. Leia Também Os FI-Infras listados têm cotas negociadas em bolsa, como se fossem ações, apesar de serem ativos de renda fixa. Eles distribuem rendimentos isentos mensais (mais ou menos como fazem os fundos imobiliários), e o eventual lucro na venda da cota tampouco é tributado. Dizer que alguns deles estão sendo negociados com desconto significa que os preços das suas cotas estão abaixo do seu valor patrimonial, isto é, valor dos ativos que compõem a carteira dividido pelo número de cotas. Ao comprar cotas descontadas, o investidor tem um potencial de retorno maior que o daqueles cotistas que compraram suas cotas no passado, pelo seu valor patrimonial ou até com um ágio. Daí a possibilidade de obter retornos tão acima do Tesouro IPCA+. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Um estudo recente da Empiricus Research mostrou que os melhores resultados para os investidores de FI-Infras acontecem justamente quando eles compram nesses momentos de deságio, isto é, quando as cotas são negociadas abaixo do valor patrimonial. Ao comprar as cotas com desconto, o investidor pode lucrar não só com o carrego (o retorno de manter o investimento na carteira) como também com a valorização das cotas, cujos preços de mercado tendem a convergir para o valor patrimonial. Mas se as cotas estão descontadas, isso não significa que os FI-Infras estão muito arriscados? De fato, o mercado de crédito privado vem passando por fortes pressões. A Selic elevada por tempo prolongado tem pesado sobre a dívida das empresas mais alavancadas e deteriorado sua saúde financeira. Também temos visto uma série de empresas pedindo recuperação judicial e extrajudicial, o que na prática resulta em calote dos seus títulos de dívida. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Tudo isso pressionou para baixo os preços dos títulos de crédito privado de forma geral, mesmo no caso de empresas que se mantiveram saudáveis. No mercado de debêntures incentivadas, porém, a questão foi outra: enquanto pairava no ar o risco de tributação dos investimentos de renda fixa hoje isentos de IR, a busca dos investidores por esses títulos (e pelos FI-Infras) foi muito intensa. Com isso, os preços dos papéis subiram por conta da alta demanda, e os spreads — prêmios de rentabilidade em relação aos títulos públicos — ficaram apertados, uma vez que a isenção compensava pelo risco maior dos títulos privados. Lembre-se de que, quando os preços de títulos indexados ao IPCA sobem, as taxas caem, e vice-versa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em um dado momento, contudo, o mercado de isentos precisou se ajustar, pois os spreads ficaram apertados demais, reduzindo a atratividade desses papéis em relação aos títulos públicos. Assim, entre junho e agosto, vimos uma abertura desses spreads e uma queda nos preços das debêntures de infraestrutura — e, consequentemente, nas cotas de FI-Infras. Soma-se a isso a forte volatilidade dos ativos negociados em bolsa de valores neste ano, não apenas as ações, mas também FIIs, ETFs e FI-Infras, ante as tensões geopolíticas globais, as pressões sobre inflação e juros no exterior e a corrida eleitoral no Brasil. Risco fiscal, eleitoral e geopolítico pressiona a inflação e os juros futuros, pesando também sobre os juros pagos por títulos indexados à inflação, cujos preços caem, ao mesmo tempo em que as taxas sobem. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No momento de maior aversão a risco — entre junho e agosto, quando os títulos Tesouro IPCA+ estavam pagando 8% ao ano acima da inflação —, os descontos nos FI-Infras também atingiram máximas no ano, com a disparada dos juros futuros. Por fim, os investidores tendem a sair de FI-Infras quando a distribuição de dividendos começa a diminuir, e isso foi observado de junho a agosto, com a desaceleração do IPCA. Em agosto, inclusive, o índice de preços foi negativo. QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI Desconto diminuiu, mas ainda é atrativo De lá para cá, a tensão nos mercados já diminuiu, com dados mais positivos de inflação que abriram a porta para mais cortes na taxa Selic e um favoritismo menor para o presidente Lula na corrida eleitoral, sinalizando uma possibilidade de alternância de poder e ajuste fiscal a partir do ano que vem. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com isso, os juros dos títulos públicos atrelados à inflação diminuíram, os papéis se valorizaram um pouco e os descontos vistos nos FI-Infras também caíram. Ainda assim, as remunerações desses fundos continuam muito atrativas, mesmo no caso daqueles que não têm alto risco de inadimplência nas suas respectivas carteiras. Um levantamento rápido no site ETFs Brasil, que reúne informações sobre fundos listados na bolsa brasileira, mostra que hoje ainda existem 17 FI-Infras negociados abaixo do seu valor patrimonial, isto é, com desconto. Foram excluídos do levantamento aqueles fundos que têm apenas um cotista. Destes, sete têm sido destacados por analistas da Empiricus e do BTG como fundos de carteira saudável e que, portanto, estão atrativos para o investidor. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Afinal, não é só porque está descontado que um ativo é atrativo; ele pode ter razões para estar descontado, com problemas na carteira. Os fundos indicados pelas duas casas também são os maiores FI-Infras em número de cotistas dentre todos os que estão sendo negociados com desconto. Confira: Fundo P/VP Desconto Dividend yield em 12 meses Retorno a.a. Quem recomenda BDIF11 0,88 14% 14,08% IPCA+ 14,41% Empiricus e BTG CPTI11 0,94 7% 15,68% IPCA+ 11,40% Empiricus e BTG IFRA11 0,94 6% 12,27% IPCA+ 9,05% Empiricus KDIF11 0,96 4% 14,05% IPCA+ 10,48% Empiricus e BTG JURO11 0,96 4% 10,08% IPCA+ 9,83% Empiricus e BTG CDII11 0,94 6% 16,39% - BTG BODB11 0,92 9% 15,45% ~IPCA+ 11% BTG Fontes: ETFs Brasil, sites dos fundos, Empiricus e BTG Pactual. Dados de 18 de setembro de 2026, com exceção dos dados referentes ao JURO11, que são de 22 de setembro. Repare que os descontos nas cotas atualmente variam de 4% a 14%. Segundo o estudo da Empiricus citado anteriormente, que considera um histórico desde 2021, quando o desconto ficava entre 2% e 5%, o retorno dos 12 meses seguintes superava os índices de referência do mercado entre 5 e 7 pontos percentuais. No caso de deságios acima de 8%, a vantagem histórica foi ainda maior: na faixa de 7,5 a 11,8 pontos percentuais acima da referência em um ano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Vantagens dos FI-Infras Além da isenção total de impostos para a pessoa física e da possibilidade de ganhar mais na renda fixa do que nos ativos tradicionais (títulos públicos, CDBs, LCIs e LCAs), os FI-Infras têm outras vantagens. A distribuição mensal de rendimentos é ideal para quem busca um investimento para renda. Lembrando que não são todos os investimentos de renda que fazem uma distribuição todos os meses. Os fundos imobiliários, por exemplo, podem fazer pagamentos trimestrais ou semestrais, os títulos Tesouro IPCA+ que pagam cupom semestralmente, e ações que distribuiem dividendos podem ter diferentes periodicidades de pagamento. Outra vantagem é o fato de que as carteiras dos FI-Infras em geral são bastante diversificadas, e o investimento inicial é de apenas uma cota, cujos preços geralmente não ultrapassam muito os R$ 100. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ou seja, trata-se de uma maneira acessível de comprar uma carteira de debêntures incentivadas bastante diversificada, o que reduz o risco em relação a comprar apenas uma ou duas debêntures. Soma-se a isso o fato de que cotas de grandes FI-Infras têm, de maneira geral, mais liquidez que as debêntures compradas diretamente, sendo mais fáceis e rápidas de vender. Finalmente, os FI-Infras negociados em bolsa têm uma vantagem em relação àqueles que são fundos abertos, oferecidos em plataformas de investimento. Fundos negociados em bolsa não permitem resgates. Para sair deles, o investidor precisa vender suas cotas para outro interessado. Após a venda, o investidor recebe seu dinheiro na conta 2 dias úteis depois. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já os fundos de plataforma permitem resgates, o que obriga o gestor 1) a manter uma parte dos recursos em caixa para honrar os pedidos de resgate, em vez de investi-los em debêntures, mais rentáveis e/ou 2) vender ativos a preços que talvez não sejam os ideais para honrar esses resgates. Além disso, muitos fundos abertos de debêntures incentivadas podem ter longos prazos de liquidação, justamente para que o gestor não precise vender ativos às pressas em caso de resgate, machucando o retorno do fundo. Esses prazos podem chegar a 30 ou 60 dias. Assim, o fato de os FI-Infras serem negociados em bolsa protege a carteira do fundo e a sua rentabilidade de ondas de resgate que possam acontecer em momentos de estresse de mercado, por exemplo. Atenção para os riscos! Ainda que se trate de ativos de renda fixa, as debêntures incentivadas são títulos privados, o que significa que não têm o mesmo nível de segurança dos títulos públicos, que contam com garantia do governo federal. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além disso, elas não contam com proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o qual garante outros títulos de renda fixa privada, como CDBs, LCIs e LCAs. Assim, ao investir em FI-Infras, o investidor fica exposto ao risco de calote das empresas e projetos de infraestrutura que emitiram os títulos da carteira. Nesse sentido, a saúde financeira e o nível de alavancagem dos emissores importam, assim como sua nota de crédito (rating) e avaliações de analistas de crédito. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre KNRI11
Qual é a cotação de KNRI11 hoje na B3?
Quanto a KNRI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de KNRI11?
O que significa o P/L e o P/VP de KNRI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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