HC

HCTR11 Fundo de Investimento Imobiliario Hectare CE – Cotação Hoje

🏢 FII Fundo Imobiliário (FII)

Fundo de Investimento Imobiliario Hectare CE

CNPJ: 30248180000196

Preço Atual
R$ 12,86
+0.31%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 5 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 5/11 (45.5%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 25.66% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
83 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.12x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP com desconto excessivo: 0.12x (alerta de risco)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +0.0%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 293.1 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 69 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Fundo Imobiliário (FII)

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY de 25.66% a.a. (muito elevado - risco de amortização ou distorção)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 55,00
Rendimento Anual (12M) R$ 3,30
Margem de Segurança +76.62%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Composição da Carteira & Ativos do Fundo

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

BASE SECURITIZADORA - 21E0823441 CRI • Taxa: N/D
R$ 4,95 mi
BASE SECURITIZADORA - 21J0989842 CRI • Taxa: N/D
R$ 35,74 mi
BASE SECURITIZADORA- 21J0989453 CRI • Taxa: N/D
R$ 39,15 mi
BASE SECURITIZADORA- 24B2057932 CRI • Taxa: N/D
R$ 33,02 mi
FORTE SECURITIZADORA S.A. - 19D1329451 CRI • Taxa: N/D
R$ 0,00
FORTE SECURITIZADORA S.A. - 19H0167424 CRI • Taxa: N/D
R$ 0,11
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do HCTR11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo HCTR11 (Fundo de Investimento Imobiliario Hectare CE) está sendo negociado hoje a R$ 12,86, acumulando uma variação de +0.31% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 12,51 e a máxima de R$ 23,30. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 25.66% e indicador P/VP de 0.12x.

Abertura
R$ 12,82
Fec. Ant: R$ 12,86
Variação Dia
Min: R$ 12,81
Max: R$ 12,98
52 Semanas
Mín: R$ 12,51
Máx: R$ 23,30
Volume
5.395
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: HCTR11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.12
R$ 105,12
Patrimônio Líquido
R$ 293,10 Mi
Último Rendimento
R$ 0.2100
Pagto: 2026-09-15
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.2750
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 3.3000
acumulado no ano
R$ 293,10 Mi
Quantidade de Cotas
22,08 Mi
Liquidez Diária
5.395

Sobre a HCTR11

Categoria / Segmento
Fundo Imobiliário (FII)
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
R$ 293,10 Mi
Descrição do Negócio

O FII HECTARE CE (HCTR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
VÓRTX DTVM LTDA
CNPJ
22610500000188
Telefone
11 3030-7177
Endereço
Rua Gilberto Sabino, 215 - 4º ANDAR, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 5425020
RENDIMENTO R$ 0,2100
Pagamento: 15/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,2400
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,3000
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,2600
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,2600
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,2300
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,2600
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,2700
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,4000
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,2900
Pagamento: 12/12/2025

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Fundos imobiliários com mais de 30 mil cotistas acumulam perdas de até 47,59% em 2026, conforme levantamento da Economática. A lista de maiores baixas reúne nomes com bases expressivas de investidores pessoa física — TORD11, TGAR11 e HCTR11 entre eles — e, enquanto algumas quedas passam de 40%, outras superam 20% no acumulado do ano. O tamanho do recuo, isolado, informa pouco sobre o que ainda pode voltar ao bolso do cotista; o que distingue fundos vizinhos numa tela de piores desempenhos é a capacidade de transformar patrimônio em caixa. As quedas entre os fundos mais populares Fundo Cotistas Queda em 2026 VGHF11 (Valora Hedge Fund) 358,5 mil -23,43% TRXF11 (TRX Real Estate) 351,7 mil -17,72% TGAR11 (TG Ativo Real) 127,1 mil -47,03% HCTR11 (Hectare CE) 118,1 mil -29,23% DEVA11 (Devant Recebíveis Imobiliários) 71,6 mil -25,79% TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) 40,3 mil -16,93% BBIG11 (BB Premium Malls) 37,2 mil -21,82% TORD11 — -47,59% URPR11 — -43,69% MFII11 — -41,39% A tela de baixas mistura riscos que não se comparam Olivia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, aponta o ranking de piores retornos como o ponto em que a atenção do investidor costuma escapar. Convivem ali, segundo ela, fundos de desenvolvimento, estruturas multiestratégia e carteiras predominantemente de crédito, com ameaças de naturezas distintas: execução de projeto, liquidez baixa, deterioração de recebíveis, carência e inadimplência. Na avaliação dela, o desconto sobre o valor patrimonial — o P/VP, razão entre o preço da cota na B3 e o patrimônio líquido por cota — não funciona como medida de oportunidade, e sim como retrato da distância entre o que o fundo reconhece como ativo e o que o mercado aceita pagar. A pergunta decisiva é quanto desse patrimônio consegue, de fato, chegar ao caixa do cotista. Patrimônio que existe e patrimônio que vira dinheiro No TORD11, o patrimônio líquido somava cerca de R$ 212,6 milhões e o valor de mercado beirava R$ 6 milhões. A carteira reúne CRIs — certificados de recebíveis imobiliários, títulos de dívida lastreados em créditos do setor —, FIPs e participações em SPEs (sociedades criadas para cada empreendimento). A recuperação, nesse caso, passa pela realização desses ativos e por quanto dos valores escriturados no balanço se converte em dinheiro. O TGAR11 expõe um problema de prazo, não de existir ativo: o estágio das obras era de 95% de conclusão e o de vendas, 81% das unidades. O VGV (valor geral de vendas) apurado no segundo trimestre somou R$ 255 milhões, 50% acima do mesmo intervalo de 2025. O desfecho depende do ritmo de vendas, da entrega dos projetos e da transformação dos recebíveis em caixa. Crédito: carência e inadimplência no centro do problema A desvalorização do URPR11 veio junto com dividendos menores: a distribuição mensal recuou do intervalo de R$ 0,80 para R$ 0,30 por cota. O fundo ainda dispunha de cerca de R$ 110,4 milhões entre caixa e liquidez, colchão que não dispensa examinar qualidade dos créditos, garantias e prazos de recuperação. No HCTR11, a fotografia analisada mostrava só 10% da carteira de CRIs em dia; 54% estavam em carência (espera contratual antes da retomada das parcelas) e 36%, inadimplentes. A saída apontada passa por renegociação, retomada de pagamentos, execução de garantias e recuperação de principal. Revisões de caixa e dividendos sob pressão No MFII11, as estimativas de geração de caixa foram refeitas para baixo: de R$ 30,6 milhões para R$ 9,2 milhões em 2026 e de R$ 87,1 milhões para R$ 46,5 milhões em 2027. A retomada depende de os projetos e participações voltarem a produzir caixa perto dos valores contabilizados. No BBIG11, pesam a dívida atrelada à compra de shoppings e o corte do rendimento, de R$ 0,07 para R$ 0,02 por cota em junho, mesmo com vacância baixa dos imóveis. A cota recua 21,82% no ano. O VGHF11, com baixa de 23,43%, sentiu a desvalorização da carteira de FIIs e de papéis indexados à inflação, além de rendimentos menores: distribuiu R$ 0,06 por cota em julho e passou a girar parte do portfólio, vendendo CRIs de IPCA e elevando a fatia em papéis de CDI. Já o TRXF11 recua 17,72% sem que, até aqui, imóveis ou rendimentos tenham se deteriorado. O fundo continua comprando e vendendo ativos, ainda que episódios recentes ligados ao grupo tenham deixado parte dos analistas mais cautelosos. O que observar a partir daqui Descontos largos sobre patrimônio costumam se fechar quando surge um gatilho concreto de caixa — venda de ativo, renegociação bem-sucedida, entrega de obra — e tendem a persistir quando o horizonte de conversão é longo ou as garantias são frágeis. Entre os fundos citados, os gatilhos são diferentes: o TORD11 depende da realização de ativos; o TGAR11, de vendas e recebíveis; o URPR11 e o HCTR11, da recuperação de crédito; o MFII11, da volta da geração de caixa; o BBIG11, do alívio da dívida; o VGHF11, do comportamento da carteira indexada. A dimensão da base de cotistas também entra na conta. VGHF11 e TRXF11, com 358,5 mil e 351,7 mil investidores, têm negociação mais fluida — o que não substitui a análise da carteira. Fundos que perderam a maior parte do valor de mercado concentram o risco na execução: quanto tempo levará e quanto efetivamente será recuperado. Carteiras de desenvolvimento, de crédito e multiestratégia respondem a estímulos diferentes, o que explica quedas tão díspares dentro do mesmo universo de fundos populares. Os próximos relatórios gerenciais, as distribuições mensais e o andamento das renegociações são os pontos que devem confirmar — ou desmentir — a hipótese de recuperação embutida em cada desconto.

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Entre os FIIs com mais de 30 mil cotistas, há casos de quedas superiores a 40% Publicidade Alguns dos fundos imobiliários mais populares entre os investidores enfrentam fortes desvalorizações em 2026. Entre os FIIs com mais de 30 mil cotistas, há casos de quedas superiores a 40%, enquanto outros recuam mais de 20% no ano, segundo levantamento da Economática com o InfoMoney. Na lista aparecem nomes com bases expressivas de investidores, como TGAR11 (TG Ativo Real) com 127,1 mil cotistas e queda de 47,03% no ano; HCTR11 (Hectare CE), com 118,1 mil investidores e baixa de 29,23%; e DEVA11 (Devant Recebíveis Imobiliários), que reúne 71,6 mil cotistas e recua 25,79%. Também estão entre os destaques negativos TORD11 (-47,59%), URPR11 (-43,69%) e MFII11 (-41,39%). FII Queda em 2026 Cotistas TORD11 -47,59% 46.674 TGAR11 -47,03% 127.101 URPR11 -43,69% 53.862 MFII11 -41,39% 31.165 HCTR11 -29,23% 118.112 DEVA11 -25,79% 71.564 VGHF11 -23,43% 358.491 BBIG11 -21,82% 37.182 TRXF11 -17,72% 351.702 TRBL11 -16,93% 40.285 Fonte: Economática – dados obtidos até 22 de setembro Outros fundos populares também aparecem entre os maiores recuos: VGHF11 (Valora Hedge Fund), com 358,5 mil cotistas, acumula queda de 23,43%; BBIG11 (BB Premium Malls), com 37,2 mil investidores, cai 21,82%; TRXF11 (TRX Real Estate), que possui 351,7 mil cotistas, recua 17,72%; enquanto TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logistica), com 40,3 mil investidores, registra baixa de 16,93%. A concentração de tantos fundos conhecidos entre as maiores quedas chama atenção justamente pelo tamanho de suas bases de investidores. Mas, apesar de aparecerem lado a lado no ranking, os fundos possuem estratégias e estruturas de carteira bastante diferentes — e os motivos por trás das desvalorizações também não são os mesmos. Para Olivia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, esse é justamente o principal cuidado que o investidor deve ter ao olhar para uma tela de maiores quedas. Segundo ela, há fundos de desenvolvimento, estruturas multiestratégia e fundos predominantemente de crédito, com riscos que passam por execução, liquidez, recebíveis, carência e inadimplência. Continua depois da publicidade Leia Mais: “Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores Desconto de 50% não significa a mesma coisa para todos os FIIs Segundo a especialista, entre os riscos estão execução de projetos, baixa liquidez, deterioração de recebíveis, carência e inadimplência. Por isso, o tamanho do desconto em relação ao patrimônio líquido não seria suficiente para determinar se uma cota tem potencial de recuperação. “O P/VP não mede oportunidade. Ele mede a distância entre aquilo que o fundo reconhece como patrimônio e aquilo que o mercado aceita pagar hoje”, afirma Olivia. Para ela, a questão central é verificar quanto desse patrimônio pode efetivamente se transformar em caixa para o cotista. Continua depois da publicidade No TORD11, por exemplo, a recuperação dependeria principalmente da capacidade de monetizar os ativos da carteira. O fundo tinha cerca de R$ 212,6 milhões de patrimônio líquido, mas valor de mercado próximo de R$ 6 milhões. Como a carteira reúne CRIs, FIPs e participações em SPEs, uma eventual melhora dependeria da realização desses ativos — e de quanto dos valores registrados no balanço poderá ser efetivamente recuperado. Já no TGAR11, o problema é menos relacionado à existência de patrimônio e mais ao tempo necessário para transformá-lo em dinheiro. O fundo tinha 95% das obras concluídas e 81% das vendas realizadas, enquanto o VGV vendido no segundo trimestre chegou a R$ 255 milhões, alta de 50% na comparação anual. Para Olivia, portanto, uma recuperação passa pela continuidade das vendas, conclusão dos projetos e conversão dos recebíveis em caixa. Leia Mais: “Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores Continua depois da publicidade Crédito, geração de caixa e inadimplência são os principais obstáculos No URPR11, a queda da cota veio acompanhada de redução das distribuições, que passaram da região de R$ 0,80 para R$ 0,30 por cota. O fundo ainda possuía cerca de R$ 110,4 milhões em caixa e liquidez, mas isso não elimina a necessidade de avaliar a qualidade dos créditos, as garantias e os prazos de recuperação. “Desconto sobre patrimônio confiável pode ser oportunidade. Desconto sobre patrimônio questionado pode ser apenas matemática bonita”, diz Olivia. No MFII11, o principal sinal de deterioração está na geração de caixa. A projeção líquida para 2026 foi revisada de R$ 30,6 milhões para R$ 9,2 milhões, enquanto a estimativa para 2027 caiu de R$ 87,1 milhões para R$ 46,5 milhões. A melhora, portanto, depende da capacidade dos projetos e participações do fundo voltarem a gerar caixa e serem monetizados próximos aos valores contabilizados. Continua depois da publicidade O quadro é mais delicado nos fundos de crédito. No HCTR11, apenas cerca de 10% da carteira de CRIs estava em dia na fotografia analisada, enquanto 54% estava em carência e 36% inadimplente. De acordo com Olívia, o fundo passou a depender sobretudo da recuperação dos créditos, por meio de renegociações, retomada dos pagamentos, execução de garantias e recuperação de principal. VGHF11, TRXF11 e BBIG11 também tem cotas pressionadas O BBIG11, que acumula queda de 21,82% em 2026, vem sendo pressionado principalmente pelo endividamento associado à aquisição dos shoppings e pelo recuo dos dividendos: o fundo reduziu a distribuição de R$ 0,07 para R$ 0,02 por cota em junho, embora tenha mantido baixa vacância dos imóveis. Já o VGHF11, com queda de 23,43%, sofreu com a desvalorização de sua carteira de FIIs e ativos indexados à inflação, além da redução dos rendimentos; em julho, distribuiu R$ 0,06 por cota e a gestão passou a reciclar parte da carteira, vendendo CRIs IPCA e aumentando a exposição a ativos atrelados ao CDI. No TRXF11, que recua 17,72%, o movimento recente não está ligado, até o momento, a uma deterioração dos imóveis ou dos rendimentos: o fundo segue fazendo aquisições e vendas de ativos, mas acontecimentos recentes envolvendo o grupo levaram alguns analistas a adotar uma postura mais cautelosa. Leia Mais: FIIs ganham 118 mil investidores em 3 meses, mas volume negociado cai 22% em agosto

FII embolsa R$ 45,7 milhões com venda de imóveis e anuncia dividendos extraordinários; IFIX volta a cair – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros •

FII embolsa R$ 45,7 milhões com venda de imóveis e anuncia dividendos extraordinários; IFIX volta a cair – Money Times

FII embolsa R$ 45,7 milhões com venda de imóveis e anuncia distribuição extraordinária; IFIX volta a cair (Imagem: iStock/Edson Souza) O fundo imobiliário Brasil Varejo (BVAR11) anunciou, por meio de fato relevante, que fará uma distribuição extraordinária aos cotistas após ter recebido R$ 45,75 milhões referentes à terceira parcela da venda de cinco imóveis do seu portfólio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o comunicado divulgado ao mercado, o valor que o veículo recebeu equivale a R$ 73,13 por cota, considerando os papéis atualmente em circulação. Os ativos vendidos estão localizados em Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Diadema (SP) e São Paulo (SP). A operação foi anunciada originalmente em outubro de 2025 e envolveu a venda dos cinco empreendimentos por R$ 141,41 milhões. Na estrutura definida na época, o pagamento foi dividido em quatro parcelas. A primeira foi paga na data das escrituras por meio de compensação de créditos, enquanto a segunda estava prevista para seis meses depois. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já a terceira, recebida agora, teria vencimento para 12 meses após as escrituras. A quarta, por sua vez, foi prevista para 18 meses. Apesar de ter confirmado que fará uma distribuição extraordinária, o BVAR11 ainda não informou o valor dos rendimentos líquidos, já que serão descontados os custos e despesas relacionados à transação. O fundo prevê anunciar o montante em 28 de setembro de 2026, com pagamento marcado para 6 de outubro. Desempenho do IFIX Ainda no mercado de FIIs, o IFIX, principal índice da indústria na B3, encerrou a última terça-feira (22) aos 3.746,30 pontos, com queda de 0,41%, após três pregões consecutivos de avanço. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Desde o início de setembro, o indicador acumula desvalorização de 0,44%, enquanto, no acumulado de 2026, recua 0,77%. Destaques do último pregão (22) O BLMG11 liderou as altas, com avanço de 8,59%. Na sequência, o ICRI11 subiu 3,43%, enquanto o FATN11 ganhou 2,90%. Ticker Variação Último BLMG11 +8,59% R$ 34,75 ICRI11 +3,43% R$ 89,85 FATN11 +2,90% R$ 83,86 MFII11 +2,83% R$ 40,00 HCTR11 +1,72% R$ 13,00 Já o MCRE11 liderou as quedas, com recuo de 2,89%. Na sequência, o VGIP11 caiu 2,72%, enquanto o ITRI11 recuou 2,32%. Ticker Variação Último MCRE11 -2,89% R$ 7,72 VGIP11 -2,72% R$ 73,29 ITRI11 -2,32% R$ 76,73 JSCR11 -2,24% R$ 7,85 GZIT11 -2,23% R$ 36,81 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre HCTR11

Qual é a cotação de HCTR11 hoje na B3?
A cotação de HCTR11 hoje está em R$ 12,86. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 12,81 e máxima de R$ 12,98.
Quanto a HCTR11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de HCTR11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de HCTR11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de HCTR11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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